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9 de fev. de 2012

Deputado Jean Wyllys afirma que cristãos “calvinistas são aliados do movimento gay”

Deputado Jean Wyllys afirma que cristãos “calvinistas são aliados do movimento gay”
Voltando a relacionar os princípios defendidos por católicos e evangélicos ao regime fascista, o deputado federal e ativista gay Jean Wyllys criticou abertamente padres e pastores que pregam contra a homossexualidade.
Ele afirmou que não são todos os cristãos que entendem que o homossexualismo seja abominação: “É importante dizer que não são todos os padres e pastores que promovem esse tipo de incentivo. O movimento LGBT tem muitos aliados na Igreja Católica e, também, entre os evangélicos. Inclusive, existem Igrejas Inclusivas, Calvinistas, com o protestantismo histórico, que não são contrários à dignidade dos homossexuais”, afirmou, mencionando o pai do ministro da saúde Alexandre Padilha, que lidera um movimento de protestantes tradicionais, como batistas, anglicanos e luteranos, e que prega a tolerância ao movimento homossexual.
Na entrevista concedida ao jornal Extra, de Pernambuco, o deputado também voltou a bater na tecla de que os cristãos que pregam uma doutrina contrária ao homossexualismo são responsáveis pelas mortes de gays, vítimas de intolerância e que se utilizam do dinheiro arrecadado com dízimos e ofertas, livres de impostos (isenção prevista na Constituição) “para promover campanhas difamatórias contra mim, colocando-me a imagem de ‘inimigo do cristianismo’”.
Jean Wyllys frisou que “padres e pastores vem a público, através do rádio, da TV e em jornais impressos, alegando que o homossexual é abominável” estão usando espaço alugado em emissoras que utilizam concessão pública, e que na opinião dele é errado.
Fonte: Gospel+
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30 de jan. de 2012

Resposta ao Deputado gay Jean Wyllys

O deputado Gay, Jean Wyllys, volta a atacar os Cristão da igreja no Brasil, com a seguinte afirmação “Deputado gay Jean Wyllys afirma que pastores evangélicos brasileiros têm as mãos sujas de sangue” Vamos refletir um pouco sobre isso, o papel do politico é defender o povo, e incentivar o crescimento do Brasil, hoje o que que estamos vendo é um deputado que esta defendendo os seus interesses o mundo Gay, isso não devemos aceitar, deveria existir no Brasil, regras mais rígidas em relação as essas coisas, o politico foi eleito para defender o povo e não para criar inimizades com este politico esta criando, onde está o código de ética parlamentar? Por isso que o Brasil não cresce como deveria crescer, porque hoje o que existe na maiorias dos políticos brasileiro é defender sua classe, esta pessoas deveria entender que não aceitar a pratica ilegal do homossexualismo, também deveria ser aceita por eles, não vamos jamais aceitar isso, é ele como politico deveria entender isso, simplesmente o papel que ele faz hoje é de querer chamar a atenção do Brasil, vamos analisar seu Mandato
Quais os projetos que ele fez para sociedade brasileira? Mostre um trabalho que ele fez que é aceito pelo Brasil? Então isso não é considerado um politico é sim um ator, pena que falar em politica no Brasil e poder encontrar pessoas desse tipo no cenário politico, simplesmente está no lugar errado.
Em defesa da igreja, estamos aqui dizendo que as mãos sujas quem tem é ele, com as suas práticas imoral, e incentivando a sociedade a aceitar as suas abominações, o Brasil já teve políticos mais inteligentes, este não serve nem para defender a limpeza do rio Tiete no estado de são Paulo.

Pastor Ozéias Silva.
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27 de dez. de 2011

Silas Malafaia responde à proposta de Jean Wyllys de punir igrejas que “curam gays”




O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) acredita que pastores e padres devem ser impedidos de usarem o espaço de programas de TV e rádio para falarem que o homossexualismo é uma doença e que os gays podem ser “curados”.
Ele disse que os religiosos “são livres para dizerem no púlpito de suas igrejas que a homossexualidade é pecado”. Para ele, contudo, o problema é o uso de concessões públicas para “demonizar e desumanizar uma comunidade inteira, como é a comunidade homossexual” e sugere que isso seja considerado crime como o racismo. O assunto rapidamente passou a ser comentado nas redes sociais e gerou reações de apoio e também críticas, principalmente no Twitter.
O novelista Aguinaldo Silva apoiou o deputado: “Concordo com Jean Wyllis: instituições que dizem curar gays devem ser processadas por estelionato. Eu, por exemplo, conheço vários gays que disseram estar ‘curados’. O problema é que todos eles tiverem recaídas. Também conheci vários heteros que disseram: ‘dessa água não beberei!’. Mas beberam”, afirmou ele no Twitter
pastor Silas Malafaia entrou no debate. Afirmou que a homossexualidade é uma questão comportamental e não pode ser comparada ao racismo. Suas declarações foram postadas no seu perfil do Twitter para rebater os argumentos de Jean Wyllys, a quem o pastor classificou de “mentiroso de marca maior”.
Malafaia também negou que há igrejas que prometem a cura dos gays. “Os pastores pregam a libertação de qualquer tipo de pecado. São os próprios homossexuais que pedem ajuda para serem libertos”, afirmou.
O pastor apontou várias coisas que o deputado “finge que não sabe”:
1. Que ninguém nasce homossexual.
2. É uma questão comportamental, portanto não se pode comparar a racismo. Vamos ter que fazer leis para todos os comportamentos do ser humano.
3. Crime de injúria já esta previsto em lei seja para homossexuais, seja para heterossexuais.
4. Criticar homossexuais, evangélicos, ou seja lá quem quer que seja, é principio basilar do Estado Democrático de Direito.
Wyllys reagiu pelo Twitter e escreveu que sua bíblia são as “cláusulas pétreas da Constituição Cidadã”. Sem citar diretamente o pastor, Wyllys afirmou que é a Constituição que “garante a pluralidade dos homens e mulheres e a laicidade do Estado, fundamental para a diversidade religiosa”.
Jean Wyllys continua defendendo o projeto de Lei que criminaliza a homofobia, conhecido por PL 122. Ele considera que as mudanças feitas pela senadora Marta Suplicy deixaram o texto “defasado”. “O próprio texto cria um novo tipo penal e reduz a homofobia a uma mera questão de agressão e assassinatos, né. Como se a homofobia se expressasse apenas e tão só nessa forma letal”, escreveu.
O pastor Malafaia tem sugerido uma consulta pública para que os brasileiros digam se apoiam ou não a união afetiva entre homossexuais. “O medo de Jean Wyllys: Uma consulta popular nas próximas eleições para o povo decidir se apoia ou não a união homoafetiva. Ele já sabe qual ė o pensamento da sociedade Brasileira: NÃO!”.
Por fim, o pastor afirmou que “o grupo social mais intolerante da pós modernidade são os homossexuais, que querem calar e criminalizar a opinião. É só ler o famigerado PLC 122 que ele defende, para confirmar todas as minhas palavras”.
Com informações Verdade Gospel, Terra e Folha
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