O deputado Gay, Jean Wyllys, volta a atacar os Cristão da igreja no Brasil, com a seguinte afirmação “Deputado gay Jean Wyllys afirma que pastores evangélicos brasileiros têm as mãos sujas de sangue” Vamos refletir um pouco sobre isso, o papel do politico é defender o povo, e incentivar o crescimento do Brasil, hoje o que que estamos vendo é um deputado que esta defendendo os seus interesses o mundo Gay, isso não devemos aceitar, deveria existir no Brasil, regras mais rígidas em relação as essas coisas, o politico foi eleito para defender o povo e não para criar inimizades com este politico esta criando, onde está o código de ética parlamentar? Por isso que o Brasil não cresce como deveria crescer, porque hoje o que existe na maiorias dos políticos brasileiro é defender sua classe, esta pessoas deveria entender que não aceitar a pratica ilegal do homossexualismo, também deveria ser aceita por eles, não vamos jamais aceitar isso, é ele como politico deveria entender isso, simplesmente o papel que ele faz hoje é de querer chamar a atenção do Brasil, vamos analisar seu Mandato Quais os projetos que ele fez para sociedade brasileira? Mostre um trabalho que ele fez que é aceito pelo Brasil? Então isso não é considerado um politico é sim um ator, pena que falar em politica no Brasil e poder encontrar pessoas desse tipo no cenário politico, simplesmente está no lugar errado. Em defesa da igreja, estamos aqui dizendo que as mãos sujas quem tem é ele, com as suas práticas imoral, e incentivando a sociedade a aceitar as suas abominações, o Brasil já teve políticos mais inteligentes, este não serve nem para defender a limpeza do rio Tiete no estado de são Paulo.
Religiões afro-brasileiras produzem direito de resposta coletivo contra Rede Record. Assista!
A rede Record de televisão e seus associados (Record News, portal R7, diversos jornais e rádios) tem uma estreita ligação com a Igreja Universal do Reino de Deus. O grupo de comunicação foi comprado pelo bispo Edir Macedo e tem entre seus diretores vários bispos da IURD.
No final do ano passado, a Record foi alvo de protestos de alguns grupos católicos. Eles acusavam a emissora de perseguição. Mostravam indignação com reportagens exibidas pela emissora que, segundo eles, fazia “ataques ao catolicismo”.
Surgiu então um movimento chamado “Brasil Sem TV Record”. Através das redes sociais, conseguiram mobilizar os católicos a boicotarem a TV Record no dia 16 de dezembro. A emissora garante que a iniciativa “não teve êxito”. Na mesma época surgiu no Twitter a hashtag #jornalismodeterceira que também pedia para que os católicos não assistissem mais a programação da Record.
Além dos católicos, entidades afro-brasileiras decidiram abrir um processo contra o canal de TV alegando “discriminação” contra suas práticas religiosas. Em uma decisão inédita do Ministério Público Federal, as entidades foram autorizadas a produzir um vídeo com “direito de resposta” que deveria ser exibido gratuitamente pela Rede Record no final de 2011. Mas a emissora recorreu da ação e conseguiu impedimento, ao menos por enquanto.
Logo na abertura, o telespectador é informado que trata-se de “direito de resposta concedido pela Justiça Federal ao Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT), ao Instituto Nacional da Tradição e Cultura Afro-Brasileira (INTECAB) e ao Ministério Público Federal, autores da ação contra o enfoque negativo e discriminatório das religiões afro-brasileiras”.
O vídeo de quase uma hora de duração, foi produzido pela TV PUC e tem a participação de diversos representantes de entidades religiosas afro-brasileiras, católicas, budistas e muçulmanas, além de profissionais de comunicação e artistas. Intitulado “Diálogo das Religiões”, é basicamente um apelo pela convivência harmônica entre as diferentes vertentes religiosas do país.
Curiosamente, trata-se da mesma reclamação de um grupo de evangélicos pentecostais. Em uma reportagem exibida durante o “Domingo Espetacular”, abordou-se a polêmica prática de “cair no Espírito” que é discutida entre evangélicos pentecostais e tradicionais há, pelo menos, 20 anos.
Os repórteres da Record compararam a prática ao que ocorre em centros espíritas e mostraram imagens da cantora Ana Paula Valadão, do ministério Diante do Trono, com depoimentos de pastores dizendo que a prática não era “de Deus”. Revoltados com a matéria, evangélicos fizeram a hashtag #vergonharecord chegar aos TTs mundiais.
Logo em seguida, vários pastores e ministérios se demonstraram descontentes com a abordagem da Record, em especial Silas Malafaia que chamou o programa de “palhaçada de Edir Macedo contra os pentecostais”.
Apesar de provocar indignação em movimentos religiosos tão diferentes, apenas os seguidores das religiões afro entraram e ganharam o direito de resposta. Daniel Teixeira, coordenador do CEERT, diz que como o caso ainda está em juízo, poucas informações podem ser dadas a respeito.
A Record não se pronunciou sobre o assunto. Certamente, o caso ainda terá desdobramentos nos tribunais e a emissora da IURD poderá ter de exibir na íntegra o vídeo abaixo.