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30 de jan. de 2012

Resposta ao Deputado gay Jean Wyllys

O deputado Gay, Jean Wyllys, volta a atacar os Cristão da igreja no Brasil, com a seguinte afirmação “Deputado gay Jean Wyllys afirma que pastores evangélicos brasileiros têm as mãos sujas de sangue” Vamos refletir um pouco sobre isso, o papel do politico é defender o povo, e incentivar o crescimento do Brasil, hoje o que que estamos vendo é um deputado que esta defendendo os seus interesses o mundo Gay, isso não devemos aceitar, deveria existir no Brasil, regras mais rígidas em relação as essas coisas, o politico foi eleito para defender o povo e não para criar inimizades com este politico esta criando, onde está o código de ética parlamentar? Por isso que o Brasil não cresce como deveria crescer, porque hoje o que existe na maiorias dos políticos brasileiro é defender sua classe, esta pessoas deveria entender que não aceitar a pratica ilegal do homossexualismo, também deveria ser aceita por eles, não vamos jamais aceitar isso, é ele como politico deveria entender isso, simplesmente o papel que ele faz hoje é de querer chamar a atenção do Brasil, vamos analisar seu Mandato
Quais os projetos que ele fez para sociedade brasileira? Mostre um trabalho que ele fez que é aceito pelo Brasil? Então isso não é considerado um politico é sim um ator, pena que falar em politica no Brasil e poder encontrar pessoas desse tipo no cenário politico, simplesmente está no lugar errado.
Em defesa da igreja, estamos aqui dizendo que as mãos sujas quem tem é ele, com as suas práticas imoral, e incentivando a sociedade a aceitar as suas abominações, o Brasil já teve políticos mais inteligentes, este não serve nem para defender a limpeza do rio Tiete no estado de são Paulo.

Pastor Ozéias Silva.
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8 de jan. de 2012

CINEMA:Homens e deuses: Entre a fé e ideais políticos


Na Argélia de 1996 havia “uma boa relação entre cristãos e muçulmanos”, de acordo com o relato de Jean Pierre Schumacher, um dos dois monges que se salvou da morte no massacre de Thibirine. Na época sete membros de sua comunidade foram assassinados por extremistas muçulmanos.
A história ganhou os cinemas, e “Homens e Deuses”, do diretor francês Xavier Beuvois (“O Pequeno Tenente”), sustenta a tensão no massacre que chocou a comunidade cristã e aprofunda as relações em Thibirine, onde monges católicos viviam sitiados em uma comunidade muçulmana, em que o fundamentalismo islâmico, prenunciando a tensão que sempre envolveu a relação entre cristãos e mulçumanos.
Vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes em 2010, “Homens e Deuses” detalha os acontecimentos no ano de 1996, o preconceito que imperava em uma comunidade contemplativa, com pouca vida social e muito trabalho nos campos e pomares.
Associado aos terroristas islâmicos, por se opor aos excessos na captura dos guerrilheiros que se opunham ao governo (uma ditadura militar islâmica) o Pior Christian de Chergê (Lambert Wilson, de “Um Plano Brilhante”) dedica seu tempo a orações, cânticos e trabalho agrícola, numa atmosfera silenciosa.
Com um arsenal de informações valiosas que definiram a opinião do filme em relação aos monges e sem apresentá-los com uma personalidade santa e sem se deter em uma visão maniqueísta, definindo bem e o mal, “Homens e Deuses” apresenta o verdadeiro sentido que os levaram os monges a ficar em meio a um conflito regional para não abandonar a missão.
O cenário do conflito que apresenta uma luta governamental e um preconceito contra a França, que colonizou instituindo um modelo de pobreza em diversas colônias, inclusive a Argélia. Monges ou não, o fato é que havia uma rejeição aos franceses na Argélia de 1996 e com o fundamentalismo islâmico o resultado não podia ser outro: a captura e assassinato dos monges pela facção Jamaat Islamyya.
Entre questões indefinidas, de um massacre que poderia ter partido do próprio serviço secreto argelino, com participação do governo. E até mesmo as divergências religiosas entre cristãos e islâmicos, as dúvidas e o próprio medo do Pior relatados no filme mostram o terrível destino de uma missão cristã em território muçulmano.
Quando persistem em permanecer, apesar de todos os perigos que certamente conheciam, mas que não abalaram o firme propósito dos sacerdotes, tornando-os de algum modo alvo em meio ao conflito que resultou em tragédia, sem qualquer raciocínio de uma ou de outra parte.
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Revista faz análise do tipo de influência que políticos evangélicos exercem



Bancada Evangélica reunida com Michel Temer
A edição de dezembro da Revista Viés fez uma matéria assinada pelo jornalista Felipe Severo  analisando a força da bancada evangélica no governo atual. Em pauta, o fato de o Estado ser laico, mas a pequena bancada dos evangélicos exercer grande influência em algumas questões.
Segundo a Frente Parlamentar Evangélica, nas eleições de 2010, a bancada cresceu de 46 deputados (9% do total) para 68 deputados (13,2%). Isso significa um aumento de mais de 50% de uma eleição para a outra. No Senado, dos 81 senadores, apenas 3 se declaram evangélicos: Walter Pinheiro (PT-BA), Magno Malta (PR-ES) e Marcelo Crivella (PR-RJ).
Embora não sejam todos do mesmo partido, se fossem reunidos em um só, seriam a terceira maior do Congresso. Ficariam atrás de PT e PMDB, e empatados com o número de parlamentares do PSDB.
A maioria dos membros são oriundos da Assembleia de Deus, que durante a campanha mostraram sua força, juntamente com os membros da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), gerando debates acirrados sobre a legalização do aborto.
Segundo a matéria, os “Evangélicos preenchem buracos, suprem onde o governo falha e daí conseguem apoio fácil, a militância LGBT, assim como várias outras dos movimentos sociais, no geral, é submissa a um modelo, grande parte dela está partidarizada e com prioridades nada ligadas à causa que deveria defender”.
A conclusão é que mesmo sendo minoria, os evangélicos mandam. Recentemente, a presidente Dilma assinou a Medida Provisória que faz cadastro nacional de grávidas. Logo, quem abortar terá maior possibilidade de ser punida. Esta era uma das pautas da bancada evangélica.
O jornalista da Revista Viés não faz elogios à bancada evangélica, pelo contrário. Ele afirma que os parlamentares evangélicos “tem feito o monitoramento de 368 projetos da Câmara e do Senado, a maioria referente a questões de direitos individuais, e agido não de acordo com o programa dos seus partidos, legalmente constituídos e pelos quais foram eleitos, mas sim pelas orientações religiosas a que professam”.
Uma das últimas vitórias da Frente evangélica foi o Projeto de Lei nº 1.763/2007, que prevê o pagamento de um salário mínimo durante 18 anos para mulheres vítimas de estupro, para que mantenham a gravidez e criem seus filhos.
Esse Projeto tem um aspecto bastante polêmico: psicólogos cristãos devem atender as mulheres vítimas de estupro, na tentativa de convencê-las sobre a importância da vida e de manter a gravidez. Tudo, obviamente, pago pelo Estado.  Representantes de várias correntes contrárias a essa opção, e favoráveis ao aborto se manifestaram contra o projeto.
Mas nem tudo é vitória para os deputados dessa bancada. Embora tenham conseguido barrar o chamado “Kit gay”, material do Ministério da Educação que seria distribuído nas escolas defendendo o homossexualismo como opção natural.
A presidente Dilma mandou suspender o kit, chamando-o de “inadequado”. A luta contra a PL 122, que tanto tem sido pauta de discussões e movimentação por parte dos evangélicos do país, ainda não foi ganha.
Em maio de 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou a união homoafetiva estável. Em outubro, o Supremo Tribunal da Justiça (STJ) aprovou o primeiro casamento homoafetivo, abrindo precedentes para a prática seja adotada em todo o país.
Tudo que a Frente Parlamentar Evangélica conseguiu, pela atuação de seu presidente, o deputado João Campos (PSDB-GO), foi um pedido de inclusão na legislação brasileira de um dispositivo que impeça que igrejas sejam obrigadas a celebrar cerimônias de casamento entre homossexuais.
Com informações Eleições Hoje e Revista O Viéis
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