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23 de fev. de 2012
10 de fev. de 2012
Vereador evangélico explica seu projeto sobre banheiro para gays
O vereador Carlos Apolinário (DEM) enviou uma nota esclarecendo os motivos que o levaram a apresentar um projeto de lei para a criação de um banheiro unissex em lugares públicos. Sua proposta foi anunciada na Câmara dos Vereadores de São Paulo e recebeu bastantes críticas assim como diversos elogios.
Apolinário, que é evangélico, explica que o caso do cartunista Laerte Coutinho, 60 anos, não foi o único. “Em outros locais, travestis já entraram em banheiros de uso exclusivo das mulheres, causando constrangimento”, diz o vereador ao explicar seu projeto.
Pensando nesses casos e nas pessoas que ficam constrangidas diante da cena de ver um homem entrando no banheiro feminino foi que o vereador elaborou o projeto de lei. Mas Apolinário também pensa em casos onde uma pessoa minta sua orientação sexual apenas para poder ter acesso ao banheiro feminino.
Ao contrário do que muitos imaginam a proposta não tem como objetivo criar um banheiro gay para que esse grupo não tenha contato com as pessoas declaradamente heterossexuais, mas ser um banheiro unissex onde tanto homens como mulheres possam usá-lo, conscientes de que é um banheiro coletivo.
Veja as explicações do vereador Carlos Apolinário:
POR QUE APRESENTEI O PROJETO QUE CRIA O BANHEIRO UNISSEX:
1º) O cartunista Laerte Coutinho, da Folha de S. Paulo, entrou, vestido de mulher, no banheiro feminino de uma padaria em São Paulo.
2º) Uma senhora, acompanhada da filha de 10 anos, que estava nesse banheiro, reclamou da presença dele.
3º) Laerte, que diz ter dupla identidade sexual, se acha no direito de entrar no banheiro feminino, por estar vestido de mulher e por se sentir mulher.
4º) Em outros locais, travestis já entraram em banheiros de uso exclusivo das mulheres, causando constrangimento.
5º) A coordenadora estadual de políticas para a diversidade sexual, Heloísa Alves, da Secretaria Estadual de Justiça, ligou para o dono da padaria para dizer que ele feriu a lei estadual 10.948/2001, que trata da discriminação sexual, por pedir que o cartunista não usasse mais o banheiro das mulheres.
6º) Mesmo que um homem se sinta mulher, tenha desejo de mulher, se vista como mulher e use nome de mulher, geneticamente ele é homem.
2º) Uma senhora, acompanhada da filha de 10 anos, que estava nesse banheiro, reclamou da presença dele.
3º) Laerte, que diz ter dupla identidade sexual, se acha no direito de entrar no banheiro feminino, por estar vestido de mulher e por se sentir mulher.
4º) Em outros locais, travestis já entraram em banheiros de uso exclusivo das mulheres, causando constrangimento.
5º) A coordenadora estadual de políticas para a diversidade sexual, Heloísa Alves, da Secretaria Estadual de Justiça, ligou para o dono da padaria para dizer que ele feriu a lei estadual 10.948/2001, que trata da discriminação sexual, por pedir que o cartunista não usasse mais o banheiro das mulheres.
6º) Mesmo que um homem se sinta mulher, tenha desejo de mulher, se vista como mulher e use nome de mulher, geneticamente ele é homem.
OBJETIVOS DO MEU PROJETO:
1º) Evitar que homens, alegando sua orientação sexual, possam constranger nossas mães, esposas e filhas, frequentando o banheiro feminino.
2º) Afastar o risco de um homem mal intencionado, se dizendo homossexual, vestido de mulher, entre no banheiro das mulheres.
3º) O ideal é que homem use o banheiro masculino e mulher, o banheiro feminino, mas, como nem todos querem agir assim, que haja então o banheiro UNISSEX, para pessoas de qualquer orientação sexual.
2º) Afastar o risco de um homem mal intencionado, se dizendo homossexual, vestido de mulher, entre no banheiro das mulheres.
3º) O ideal é que homem use o banheiro masculino e mulher, o banheiro feminino, mas, como nem todos querem agir assim, que haja então o banheiro UNISSEX, para pessoas de qualquer orientação sexual.
O QUE DIZ O MEU PROJETO:
1º) Nos locais onde houver banheiros masculino e feminino, será criado o banheiro UNISSEX, de uso facultativo.
2º) O banheiro UNISSEX poderá ser frequentado por pessoas do sexo masculino e feminino ou de qualquer orientação sexual, entre eles homossexuais, bissexuais e travestis.
3º) Os homossexuais do sexo masculino, além do banheiro UNISSEX, poderão usar o banheiro dos homens.
4º) As homossexuais do sexo feminino, além do banheiro UNISSEX, poderão usar o banheiro das mulheres.
5º) No banheiro UNISSEX, as crianças só terão acesso acompanhadas de seus responsáveis.
2º) O banheiro UNISSEX poderá ser frequentado por pessoas do sexo masculino e feminino ou de qualquer orientação sexual, entre eles homossexuais, bissexuais e travestis.
3º) Os homossexuais do sexo masculino, além do banheiro UNISSEX, poderão usar o banheiro dos homens.
4º) As homossexuais do sexo feminino, além do banheiro UNISSEX, poderão usar o banheiro das mulheres.
5º) No banheiro UNISSEX, as crianças só terão acesso acompanhadas de seus responsáveis.
Tenho respeito muito grande pela figura humana dos homossexuais, porém muitos deles não respeitam a sociedade nem os bons costumes, e se colocam acima do bem e do mal. É por isso que apresentei este projeto.
CARLOS APOLINÁRIO
8 de fev. de 2012
Para evitar constrangimentos, vereador evangélico propõe a criação de banheiro para gays
Após a polêmica com o cartunista Laerte Coutinho, de 60 anos, que se considera bissexual e se veste de mulher e foi proibido de usar um banheiro feminino de um restaurante, após ser reconhecido por uma freqüentadora do local, o vereador Carlos Apolinário propôs a criação de um banheiro unissex para shoppings, supermercados, restaurantes, cinemas e demais locais de diversão.
Apolinário, que é membro da Assembleia de Deus e vereador na capital paulista, afirma que o objetivo do projeto é evitar constrangimentos, fazendo que homens e mulheres utilizem os banheiros destinados aos gêneros masculinos e feminino, e que os banheiros unissex sejam utilizados por pessoas de qualquer orientação sexual, sem distinção. A única exigência seria a presença de responsáveis, caso o banheiro seja utilizado por crianças.
O texto do projeto afirma que a proposta visa garantir o direito das pessoas em optar por aquilo que entendem ser melhor: “Ainda que muitos não concordem, homens e mulheres têm o direito inalienável de seguir essa ou aquela orientação sexual. É o que se chama livre-arbítrio. Mas os direitos de uns não podem ferir os direitos de outros. Impor o seu direito aos demais é ditadura, o que não pode ser tolerado”,
Essa é a segunda proposta polêmica que o vereador Carlos Apolinário apresenta na Câmara de Vereadores da Cidade de São Paulo. Anteriormente, ele havia proposta a criação de um dia do Orgulho Hétero, e a proposta foi bastante criticada por líderes evangélicos, mas também foi copiada por outros políticos. Essa proposta não sancionada pelo prefeito da cidade, Gilberto Kassab.
Desta vez, o vereador afirma que se seu projeto for aprovado, ajudará a “manter os bons costumes” e evitar atritos e constrangimentos: “Se a moda pega, qualquer pessoa que se declarar homossexual, ou estiver vestido de mulher, poderá entrar no banheiro feminino, constrangendo senhoras, adolescentes e até crianças”, argumenta, garantindo que o caso do cartunista não é isolado: “Já recebi relatos de casos semelhantes na capital. Os gays no Brasil são muito folgados. Eles querem privilégios, e isso não pode acontecer. Como a sociedade caminha para essa abertura sexual, acho natural criarmos uma opção unissex. O que não é possível é minha mãe entrar em um banheiro e encontrar um homem vestido de mulher”, completa.
Fonte: Gospel+
Reformatório evangélico tenta “curar gays e outros jovens problemáticos”
Kiddnaped for Christ [Sequestrados por Cristo] é um documentário que mostra as histórias de vários adolescentes americanos enviados para uma escola cristã evangélica localizada numa região remota da República Dominicana.
Chamado “Escuela Caribe”, o internato é dirigido por evangélicos americanos e é anunciado como um local “cristão terapêutico”, cuja missão é “ajudar os jovens problemáticos a transformarem-se em adultos cristãos e saudáveis” .
Embora muitos tenham elogiado a escola, que afirma ter recebido centenas de adolescentes problemáticos nos últimos anos, muitos ex-alunos começaram a fazer denúncias contra a escola, alegando que sofreram abuso psicológico e físico durante seu tempo lá.
A diretora do filme, Kate Logan, começou a documentar as experiências dos alunos desta escola e teve acesso sem precedentes para filmar no local durante sete semanas durante o verão.
Através de entrevistas francas com os alunos em dificuldades, filmagens de professores impondo uma disciplina dura e punições físicas, além de registrar a tentativa de resgate de um aluno maior de idade que diz estar sendo detido contra sua vontade.
O filme é centrado na história de Davi, uma estudante do Colorado enviado para Escuela Caribe depois de dizer aos pais que era gay. Como muitos outros, David foi levado de sua casa durante a noite, sem aviso prévio, por um “serviço de transporte”. Ele não sabia para onde seria levado ou quando voltaria para casa.
Enquanto esteva na Escuela Caribe, David não podia comunicar com seus amigos nem com a família. Quando os cineastas chegaram, ele pediu que levassem escondidos uma carta que ele havia escrito em segredo, endereçada ao seu melhor amigo. Quando a carta chegou ao conhecimento dos amigos de David, contando o que havia acontecido com ele, muitas pessoas se uniram para tentar libertá-lo.
Tirar David da escola, no entanto, acabou por ser uma tarefa muito mais difícil do que se imaginava. Suas tentativas mostram como a Escuela Caribe age para impedir que um aluno possa sair.
O documentário não tem uma data oficial de lançamento previsto e seus produtores têm recorrido à internet para levantar o dinheiro que ainda precisam para terminar o processo de edição e publicidade.
Organizações que lutam pelos direitos dos homossexuais tem feito uma campanha para que o filme possa ser lançado em breve e entendem que ele mostra uma faceta radicalmente homofóbica dos evangélicos. Nos Estados Unidos, como na maioria dos países, é proibido tratar o homossexualismo como uma doença que pode ser curada.
Assista ao trailer:
Traduzido e adaptado de Instinct Magazine e Matthew Paul Turner
21 de jan. de 2012
Religiosos que distribuíram folhetos contra gays são presos na Inglaterra
Três muçulmanos foram condenados na Inglaterra por incitar o ódio aos homossexuais. Essa condenação é a primeira depois de aprovada uma lei anti-homofobia que entrou em vigor em 2010.
Eles foram acusados de distribuir um folheto que pregava a pena de morte aos gays. Ihjaz Ali, Kabir Ahmed e Razwan Javed distribuíram o material em caixas de correio da cidade de Derby. Os folhetos tinham a imagem de um boneco enforcado e também orações islâmicas. Traziam ainda uma explicação de que a palavra gay era uma sigla para God Abhor You [Deus abomina você].
Ihjaz Ali, 42 anos, é taxista em Fairfax Road, e foi indiciado como organizador da ação, além de produzir e fornecer os folhetos. Foi considerado culpado de quatro acusações.
Kabir Ahmed e Javed Razwan, ambos de 28 anos, foram condenados pela distribuição do material na área vizinha a sua mesquita.
Mehboob Hussain, 45, e Umar Javed, 38, que foram acusados do mesmo crime, foram inocentados pelo juiz.
Os três religiosos extremistas condenados defendiam que a pena de morte era a única forma de livrar a sociedade da homossexualidade. Diante do juiz, nesta sexta-feira, os réus justificaram que apenas fizeram um ato público contra a parada gay que aconteceria em julho de 2010 naquela cidade. Afirmaram que sua intenção não era ameaçar ninguém, queriam apenas mostrar qual a visão do Islã sobre a prática homossexual.
Uma das testemunhas que participou do julgamento é homossexual e disse ao tribunal de Derby Crown, que recebeu os folhetos por duas vezes em sua caixa de correio. Afirmou ter ficado ‘horrorizado’ na primeira vez.
Na segunda vez disse que chamou a polícia após ver que era pedida a pena de morte para os gays. “Eles me fizeram sentir horrorizado dentro de minha própria casa. Depois disso, às vezes penso que posso encontrar uma carta bomba em minha caixa de correio ou ser atacado na rua”, disse.
Ben Summerskill, líder do grupo Stonewall , que luta pelos direitos dos LGBT, celebrou a condenação: “Ficamos satisfeitos em ver os extremistas condenados por distribuir folhetos ofensivos sugerindo que gays devem ser queimados ou apedrejados até a morte”.
Traduzido e adaptado de Yahoo News
9 de jan. de 2012
Rabinos emitem documento afirmando que a Lei de Deus não aceita a homossexualidade
Nos Estados Unidos, existe uma campanha do presidente Barack Obama para promover e normalizar a homossexualidade.
Mas um grupo de 100 rabinos ortodoxos e profissionais respeitados da área da saúde mental diz que “ser gay” é um comportamento que pode ser alterado e curado com a terapia. Isso, claro, se a pessoa desejar que seja assim.
“O conceito de que Deus criou um ser humano que é incapaz de encontrar a felicidade em um relacionamento amoroso com o outro sexo não é nem plausível nem aceitável”, diz o documento, intitulado “Declaração sobre a abordagem da Torá à homossexualidade”.
Os rabinos afirmam que a atração pelo mesmo sexo é algo que pode ser modificado e “curado”. Eles condenam a “campanha agressiva” que existe “para convencer o público sobre a legitimidade da homossexualidade”.
A declaração diz: “A mídia está repleta de rótulos negativos classificando de ‘ódio’ ou de ‘homofóbico’ quando alguém não aceita o estilo de vida homossexual como algo legítimo. Esta coerção política silenciou muitos. Infelizmente, esta atitude se infiltrou na comunidade que segue a Torá e muitos ficaram confusos ou passaram a aceitar o que a mídia diz sobre esta questão”.
O presidente Obama, pouco depois que assumiu o cargo em 2009, assinou na lei classificando como “crimes de ódio” qualquer atitude contrária aos gays, aumentando a pena para esses crimes e oferecendo proteção especial para os homossexuais.
“A Torá faz uma declaração clara de que a homossexualidade não é um estilo de vida aceitável ou uma identidade legítima, e proíbe claramente essa conduta. Além disso, a Torá, sempre alerta para as influências negativas deste mundo, adverte-nos Vayicrá (Levítico) 20:23 “não andeis nos costumes das nações que eu expulso de diante de vós” “Particularmente, a Torá declara isso ao que diz respeito à homossexualidade e outras relações sexuais proibidas”, afirma a declaração dos rabinos.
O documento foi assinado por uma coalizão de mais de 100 rabinos, líderes comunitários e profissionais de saúde mental. Entre os signatários que decidiram assumir publicamente sua posição estão a psicóloga e autora Dr. Miriam Adaham, de Jerusalém, o rabino Simcha Feuerman, presidente da Rede Internacional de Profissionais Ortodoxos de Saúde Mental; a psiquiatra e autora Dr. Miriam Grossman ; o Dr. Joseph Gelbfish; o psicoterapeuta e autor Rabino Yaakov Salomon; rabino Steven Pruzansky, atual vice-presidente do Conselho Rabínico da América e dezenas de outros.
Essa coalizão de rabinos e profissionais da saúde diz que “embora não seja politicamente correto, a Torá aprova que a única atitude correta em relação à homossexualidade é terapia psicológica associada à teshuvá, ou arrependimento.” Os signatários concordam que atração pelo mesmo sexo é uma escolha e pode ser modificado e curado”.
Janet Boynes , uma ex-lésbica que hoje lidera um ministério especializado, disse que o presidente Obama está usando a sua influência “e o poder financeiro do governo” para promover a homossexualidade em todo o mundo. Ela afirma ainda que o governo Obama também “propaga a ataque de crenças judaico-cristãs em um nível global”.
Ele colocou mais homossexuais em cargos políticos do que qualquer outro presidente, abriu o exército dos EUA para a entrada de homossexualidade e sancionou um plano que prevê proteção especial para homossexuais, insiste Boynes.
“A Bíblia diz que o inimigo veio para roubar, matar e destruir (João 10:10)”, lembrou ela. ”O objetivo principal do Diabo é trazer confusão e causar divisão dentro da igreja. Ele faz isso alterando a verdade de Deus de tal maneira que muitos cristãos estão enganados sobre essa questão.”
Traduzido e adaptado de WND
27 de dez. de 2011
Silas Malafaia responde à proposta de Jean Wyllys de punir igrejas que “curam gays”
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Silas Malafaia responde à proposta de Jean Wyllys de punir igrejas que “curam gays”
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) acredita que pastores e padres devem ser impedidos de usarem o espaço de programas de TV e rádio para falarem que o homossexualismo é uma doença e que os gays podem ser “curados”.
Ele disse que os religiosos “são livres para dizerem no púlpito de suas igrejas que a homossexualidade é pecado”. Para ele, contudo, o problema é o uso de concessões públicas para “demonizar e desumanizar uma comunidade inteira, como é a comunidade homossexual” e sugere que isso seja considerado crime como o racismo. O assunto rapidamente passou a ser comentado nas redes sociais e gerou reações de apoio e também críticas, principalmente no Twitter.
O novelista Aguinaldo Silva apoiou o deputado: “Concordo com Jean Wyllis: instituições que dizem curar gays devem ser processadas por estelionato. Eu, por exemplo, conheço vários gays que disseram estar ‘curados’. O problema é que todos eles tiverem recaídas. Também conheci vários heteros que disseram: ‘dessa água não beberei!’. Mas beberam”, afirmou ele no Twitter
O pastor Silas Malafaia entrou no debate. Afirmou que a homossexualidade é uma questão comportamental e não pode ser comparada ao racismo. Suas declarações foram postadas no seu perfil do Twitter para rebater os argumentos de Jean Wyllys, a quem o pastor classificou de “mentiroso de marca maior”.
Malafaia também negou que há igrejas que prometem a cura dos gays. “Os pastores pregam a libertação de qualquer tipo de pecado. São os próprios homossexuais que pedem ajuda para serem libertos”, afirmou.
O pastor apontou várias coisas que o deputado “finge que não sabe”:
1. Que ninguém nasce homossexual.
2. É uma questão comportamental, portanto não se pode comparar a racismo. Vamos ter que fazer leis para todos os comportamentos do ser humano.
3. Crime de injúria já esta previsto em lei seja para homossexuais, seja para heterossexuais.
4. Criticar homossexuais, evangélicos, ou seja lá quem quer que seja, é principio basilar do Estado Democrático de Direito.
Wyllys reagiu pelo Twitter e escreveu que sua bíblia são as “cláusulas pétreas da Constituição Cidadã”. Sem citar diretamente o pastor, Wyllys afirmou que é a Constituição que “garante a pluralidade dos homens e mulheres e a laicidade do Estado, fundamental para a diversidade religiosa”.
Jean Wyllys continua defendendo o projeto de Lei que criminaliza a homofobia, conhecido por PL 122. Ele considera que as mudanças feitas pela senadora Marta Suplicy deixaram o texto “defasado”. “O próprio texto cria um novo tipo penal e reduz a homofobia a uma mera questão de agressão e assassinatos, né. Como se a homofobia se expressasse apenas e tão só nessa forma letal”, escreveu.
O pastor Malafaia tem sugerido uma consulta pública para que os brasileiros digam se apoiam ou não a união afetiva entre homossexuais. “O medo de Jean Wyllys: Uma consulta popular nas próximas eleições para o povo decidir se apoia ou não a união homoafetiva. Ele já sabe qual ė o pensamento da sociedade Brasileira: NÃO!”.
Por fim, o pastor afirmou que “o grupo social mais intolerante da pós modernidade são os homossexuais, que querem calar e criminalizar a opinião. É só ler o famigerado PLC 122 que ele defende, para confirmar todas as minhas palavras”.
Com informações Verdade Gospel, Terra e Folha
21 de dez. de 2011
Presidente Dilma Rousseff é criticada por ativistas gays por diálogo com evangélicos e católicos
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Presidente Dilma Rousseff é criticada por ativistas gays por diálogo com evangélicos e católicos
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A Presidente Dilma Rousseff foi criticada por ativistas homossexuais por se aproximar de lideranças políticas evangélicas. No evento de abertura da 2ª Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos LGBT, manifestantes protestaram contra a Presidente.
O evento realizado na capital federal reuniu aproximadamente 800 pessoas. “Nossa presidente esteve na ONU e não teve coragem de falar de homofobia. Enquanto acordo com evangélicos for feito nas cortinas do palácio, o sangue das travestis vai continuar correndo”, afirmou a travesti Jovanna Baby. Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, a travesti ainda elogiou o ex-presidente Lula que em 2008 havia participado do evento. Manifestantes que conseguiram entrar no evento entoaram um coro contra a Presidente: “Ô, Dilma, que papelão, não se governa com religião”.
A Ministra Maria do Rosário saiu em defesa da presidente Dilma Rousseff, afirmando que aquele evento e outros trabalhos desenvolvidos por seu ministério só se tornavam realidade porque Dilma permitia.
Outro que saiu em defesa da Presidente foi o Ministro Gilberto Carvalho, que ressaltou a campanha de combate à homofobia que o governo está promovendo.
Outro que saiu em defesa da Presidente foi o Ministro Gilberto Carvalho, que ressaltou a campanha de combate à homofobia que o governo está promovendo.
Os manifestantes criticaram a Presidente Dilma por sua postura de vetar o Kit Anti-homofobia, que foi aprovado pelo ex-ministro da Educação, Fernando Haddad e que seria distribuído nas escolas da rede pública de ensino fundamental. Na ocasião, católicos e evangélicos se mobilizaram e conseguiram o veto da Presidente.
Fonte: Gospel+
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