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8 de fev. de 2012

Igrejas estão proibidas de fazer anúncios dizendo “Deus pode curar você”




Jesus pode curar qualquer doença? A Bíblia diz que sim, mas a entidade reguladora da publicidade na Grã-Bretanha está impedindo anúncios que proclamam o poder de Deus.
A Advertising Standards Authority, ou ASA, disse a missão Healing on the Streets [Cura nas ruas] (HOTS) está fazendo alegações falsas sobre a capacidade de curar pessoas doentes pela fé. O ASA está forçando a HOTS mudar seu slogan de “Deus pode curar você” para “Acreditamos que Deus pode curar você”.
“Nós pedimos que o HOTS não faça afirmações explícitas ou implícitas que, ao receber uma oração de seus voluntários, as pessoas podem ser curadas”, explicou o ASA, em um comunicado. ”Também dissemos para eles não citarem em seus anúncios doenças  que necessitam de supervisão médica… [os anúncios] poderiam estimular falsas esperanças. Eles foram irresponsáveis”.
A tentativa de impedir a propaganda da missão ocorreu após a inglesa Hayley Stevens fazer uma queixa formal no órgão.
“Fiquei bastante preocupada com as afirmações que eles fazem sobre doenças e problemas de saúde que este grupo parecia querer resolver apenas com uma oração”, escreveu ela em seu blog.
O motivo seria um folheto distribuído pela missão que afirma: “Deus pode ​​te curar de qualquer doença: úlceras, depressão, alergias, fibromialgia, asma, paralisia, fobias, distúrbios do sono”.
A missão HOTS planeja apelar à decisão. O grupo considera “estranho” que um órgão publicitário tente impedi-los de propagar a fé cristã.
As regras sobre publicidade do Reino Unido estão entre as mais duras do mundo.  ”O ASA ainda exigiu que assinássemos um documento concordando em não afirmar o que cremos. Isso é inaceitável, pois seria absurdo eles pedirem a qualquer grupo de não fizesse declarações sobre suas crenças religiosas ou filosóficas”, disse um representante da HOTS. ”Reconhecendo algumas das preocupações da ASA, mas há certas coisas que não podemos concordar, incluindo a proibição de expressarmos nossas crenças”.
Traduzido e adaptado de Charisma News e Religion News
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Reformatório evangélico tenta “curar gays e outros jovens problemáticos”



Kiddnaped for Christ [Sequestrados por Cristo] é um documentário que mostra as histórias de vários adolescentes americanos enviados para uma escola cristã evangélica localizada numa região remota da República Dominicana.
Chamado “Escuela Caribe”, o internato é dirigido por evangélicos americanos e é anunciado como um local “cristão terapêutico”, cuja missão é “ajudar os jovens problemáticos a transformarem-se em adultos cristãos e saudáveis” ​​.
Embora muitos tenham elogiado a escola, que afirma ter recebido centenas de adolescentes problemáticos nos últimos anos, muitos ex-alunos começaram a fazer denúncias contra a escola, alegando que sofreram abuso psicológico e físico durante seu tempo lá.
A diretora do filme, Kate Logan, começou a documentar as experiências dos alunos desta escola e teve acesso sem precedentes para filmar no local durante sete semanas durante o verão.
Através de entrevistas francas com os alunos em dificuldades, filmagens de professores impondo uma disciplina dura e punições físicas, além de registrar a tentativa de resgate de um aluno maior de idade que diz estar sendo detido contra sua vontade.
O filme é centrado na história de Davi, uma estudante do Colorado enviado para Escuela Caribe depois de dizer aos pais que era gay. Como muitos outros, David foi levado de sua casa durante a noite, sem aviso prévio, por um “serviço de transporte”. Ele não sabia para onde seria levado ou quando voltaria para casa.
Enquanto esteva na Escuela Caribe, David não podia comunicar com seus amigos nem com a  família. Quando os cineastas chegaram, ele pediu que levassem escondidos uma carta que ele havia escrito em segredo, endereçada ao seu melhor amigo. Quando a carta chegou ao conhecimento dos amigos de David, contando o que havia acontecido com ele, muitas pessoas se uniram para tentar libertá-lo.
Tirar David da escola, no entanto, acabou por ser uma tarefa muito mais difícil do que se imaginava. Suas tentativas mostram como a Escuela Caribe age para impedir que um aluno possa sair.
O documentário não tem uma data oficial de lançamento previsto e seus produtores têm recorrido à internet para levantar o dinheiro que ainda precisam para terminar o processo de edição e publicidade.
Organizações que lutam pelos direitos dos homossexuais tem feito uma campanha para que o filme possa ser lançado em breve e entendem que ele mostra uma faceta radicalmente homofóbica dos evangélicos. Nos Estados Unidos, como na maioria dos países, é proibido tratar o homossexualismo como uma doença que pode ser curada.
Assista ao trailer:
Traduzido e adaptado de Instinct Magazine e Matthew Paul Turner
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29 de dez. de 2011

Livro cria polêmica na Espanha ao prometer “curar” a homossexualidade


Livro cria polêmica na Espanha ao prometer “curar” a homossexualidade
Depois de inúmeros protestos uma rede de livraria virtual da Espanha retirou o livro “Comprender y sanar la homosexualidad” (“Compreender e curar a homossexualidade”, em tradução literal) da lista de vendas. Escrito por Richard Cohen a obra dizia que era possível curar a homossexualidade e que o próprio autor teria sido curado.
“Se estamos decididos, contamos com o amor de Deus e o apoio de outras pessoas, a cura é possível”, ressalta Cohen em entrevista publicada no site da editora que traduziu o livro para o espanhol.
O livro gerou revolta  e a Federação Andaluza de Associações LGTB (lésbicas, gays, transexuais e bissexuais) protestou dizendo que a obra ofendia os homossexuais. As redes sociais foram usadas para fazer com que a El Corte Inglés retirasse os livros de suas prateleiras até que a empresa resolveu ceder e não venderá mais o livro de Cohen.
Cohen conta que era homossexual e que voltou a ser heterossexual. Além de sua mudança ele conta que ajudou curar milhares de homens e mulheres que sentiam atração por pessoas do mesmo sexo. Os dizeres deste livro fizeram com que a Actuable, uma comunidade on-line unisse esforços para lutar contra o que eles chamam de injustiça contra as minorias.
“Foram de grande ajuda as ferramentas das novas tecnologias da informação e comunicação, que permitiram uma pronta e decisiva atividade por parte dos cidadãos”, disse o comunicado da Federação Andaluza. Para eles esse livro pode provocar uma desinformação a respeito da homossexualidade e ainda ameaçar os jovens homossexuais e suas famílias ao dizer que é uma doença que precisa ser curada.
Com informações Folha
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