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23 de fev. de 2012

Igreja cria “bênção expressa” em culto da quarta-feira de cinzas




A Igreja Metodista Unida Mount Healthy, de Cincinnati, Ohio está oferecendo um serviço diferente para os fiéis que seguem as tradições da quarta-feira de cinzas.
A pastora Patricia Anderson Cook abriu uma espécie de “benção drive thru” para todas as pessoas que acreditam na necessidade de seguir os rituais que antecedem a Quaresma.
Um elemento de fé mais comumente associado aos católicos, a “quarta-feira de cinzas” também faz parte do calendário litúrgico de outras tradições cristãs. Ela marca o início da temporada da Quaresma, que dura 40 dias, terminando com a celebração da Páscoa.
A pastora explica que o “serviço expresso” realizado em frente a igreja, é destinado a pessoas ocupadas, bem como fiéis que não tem o hábito de frequentar os cultos durante a semana.
Além da tradicional cruz de cinzas sobre a testa, Cook oferece um folheto sobre a igreja e um livreto com orações para o tempo da Quaresma. O fiel também é convidado a voltar para participar do culto noturno dessa quarta-feira no interior da igreja.
Bridget Spitler, secretária da igreja, diz que a Mount Healthy tem recebido um retorno muito positivo por oferecer as cinzas nesse serviço de “drive thru”, popularizado por cadeias de restaurantes de lanches.
Essa foi uma boa iniciativa da Igreja Metodista, mas outras igrejas também passaram a ter oferecido uma  abordagem mais informal para o culto desta quarta-feira.
A pastora Teresa K.M. Danieley da Igreja Episcopal de Saint Louis disse que ela iniciou um  esforço ecumênico em 2007, quando deu a bênção com as cinzas para cerca de 100 pessoas na frente de uma cafeteria na cidade. A ideia se popularizou, e vários membros do clero ofereceram a bênção em paradas de trens, pontos de ônibus e nas esquinas de todo o país.
“Essa pode ser uma maneira poderosa para as pessoas ao encontrar com Cristo onde eles estão, no meio de sua rotina diária”, disse ela.
Uma curiosidade sobre Cincinnati é que o sanduiche de peixe do McDonald´s tornou-se popular depois que um católico dono de uma franquia na cidade passou a lembra os fiéis que durante a Quaresma era necessário se abster de comer carne vermelha às sextas-feiras.
Traduzido e adaptado de WTop
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21 de fev. de 2012

Peugeot cria cor “Vermelho Lúcifer” mas volta atrás depois de polêmica




A fabricante de carros francesa Peugeot tem investido pesado na América Latina. Seu mais novo lançamento por aqui é o 308, fabricado na Argentina e que estreia este mês no mercado brasileiro.
Depois de precisar fazer várias adaptações em seus modelos para se adaptar ao combustível e o tipo de asfalto do Brasil, nem sempre agradou. Agora, seus novos hatches médios pretendem mudar essa história e ajudá-la a se firmar no mercado nacional.
Porém, na hora de mostrar as nove opções de cores disponíveis para o modelo 308, a empresa teve dificuldade com o vermelho metálico, uma das mais vibrantes do seu catálogo.
Na França, ela foi batizada de “Rouge Lucifer” [Vermelho Lúcifer]. Na América Latina, o tom passará a se chamar apenas “Luc”. O objetivo é evitar a rejeição de consumidores latinos mais religiosos.
“Não queremos causar polêmica no Brasil no lançamento de um produto tão importante para a Peugeot”, explica Carlos Gomes, presidente do grupo Peugeot-Citroën.
O que para alguns pode parecer bobagem, para a marca automotiva é uma preocupação genuína, afinal a religiosidade europeia a muito que não parece interferir nas escolhas dos clientes. Algo bem diferente que acontece por aqui, onde cada vez mais os religiosos, em especial os evangélicos, gostam de comentar e divulgam esse tipo de descontentamento nas redes sociais e nas igrejas.
Para evitar alguma campanha negativa ou tentativa de boicote, a Peugeot eliminou a referência a Lúcifer do seu novo tom de vermelho.
Com informações Folha.com
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24 de jan. de 2012

Igreja cria “rebatismo” para membro que troca de sexo


Nadia Bolz Weber é uma pastora diferente da maioria. Cheia de tatuagens no corpo, ela se define como uma “luterana sarcástica” e “encrenqueira pós-moderna” em seu blog.
Esta semana ela postou o relato de uma inovação na igreja que lidera, a House for all Sinners and Saints [Casa para todos os pecadores e santos]. A postura teológica da pastora é luterana, mas é norteada por uma mentalidade “inclusiva”, ou seja, aceita e incentiva o estilo de vida dos homossexuais.
Um dos membros da igreja, Asher O’Callaghan que é transgênero,  recentemente  passou por um processo de mudança de sexo.  Usando a liturgia luterana, a pastora fez uma espécie de “rebatismo”, ou seja, abençoou-o para que ele possa usar com liberdade seu novo nome, que condiz mais com seu novo corpo.
Asher, que anteriormente era uma mulher chamada Mary Christine Callahan, ouviu da pastora, diante da congregação, a leitura da carta de Paulo aos Gálatas, capítulo 3, versos 27 e 28: “Porque todos quantos fostes batizados em Cristo vos revestistes de Cristo. Não há judeu nem grego; não há escravo nem livre; não há homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus”.
Depois, com imposição de mãos, a pastora fez uma oração onde mencionava as situações em que Deus mudou o nome das pessoas na Bíblia: Abraão, Sara, Jacó, Pedro e Paulo. Em uma breve explanação, disse que a partir daquele momento, depois de ter “despertado” o homem que habitava em seu corpo, Asher deveria “usar este nome em nome de Cristo. Compartilhá-lo em nome da misericórdia. Oferecê-lo em nome da Justiça”.
Com a anuência de sua congregação, Mary passará a ser reconhecida por todos na igreja como Asher. Embora não explique como ou porque resolveu fazer esse “rebatismo”, a pastora Nadia escreveu apenas que um procedimento parecido já era realizado em uma igreja episcopal anglicana igualmente inclusiva.
Com informações Patheos
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18 de jan. de 2012

Lado B do BBB: Igreja Presbiteriana cria site para alertar cristãos sobre as intenções do programa



A Igreja Presbiteriana do Brasil resolveu analisar o reality show Big Brother Brasil de uma outra perspectiva e para isso criou programa “Lado B do BBB” que é transmitido pela Rádio IPB e também postado no site da denominação comentando os aspectos negativos da atração da Globo que está em sua 12º edição e pedindo para que os fiéis não assistam ao programa.
O programa mais recente comentou sobre as características dos participantes, que ao contrário do que é afirmado, não reflete a sociedade brasileira, pois cada um dos 16 participantes não se parece fisicamente com a maioria da população do Brasil.
O reverendo Robinson Granjeiro diz que sua “constatação é que o BBB 12 simplesmente tem o mais do mesmo de edições anteriores”. Para o líder presbiteriano o programa exalta apenas três coisas: Beleza física e disposição para expor o corpo à vontade; ambição para usar todos os meios possíveis, éticos ou não, para conseguir o milhão e habilidades para envolver os outros participantes e o público evitando a eliminação precoce.
Granjero também critica o fato da emissora carioca ter anunciado que duas de suas participantes são evangélicas. Jakeline e Kelly se declaram evangélicas e muitos cristãos questionaram as intenções dessas ‘sisters’ no programa que tem um forte lado apelativo e imoral.
Mas em seu programa de rádio o reverendo faz três questionamentos sobre o programa: 1º que seus participantes não representam a sociedade brasileiras, pois não há pessoas obesas, deficientes e nem negros. 2º que seus participantes são escolhidos de acordo com interesses publicitários e por isso a beleza é tão privilegiada. 3º sobre o que  a Palavra de Deus tem a dizer sobre isso.
“Sem Ele, os valores majoritários presentes no estrato moral e ético das maiores civilizações se tornam relativos, a normalidade dos conjuntos atitudinais se tornam meras expressões do egocentrismo e da soberba e as crenças de primeira ordem do ser humano sobre o bem e o mal, o certo e o errado completamente questionáveis”, disse.
Mas ao terminar o programa o pastor convida a todos a enxergarem esse lado B do reality show. “Talvez ele reluza como espelho e nele possamos nos ver também. Talvez ele seja translúcido e por ele possamos ver os outros como devemos ver a nós mesmos”. Visite o site www.ipb.org.br/bbb.
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13 de jan. de 2012

Vereador cria Lei para oração do Pai Nosso em escolas de cidade da Bahia



A cidade de Ilhéus, na Bahia, tem uma nova lei, trata-se da Lei do Pai Nosso, projeto do vereador evangélico Alzimário Belmonte (PP-BA) que tem como objetivo fazer os alunos do ensino municipal a orarem o pai nosso antes das aulas.
O projeto foi aprovado por todos os vereadores e sancionado pelo prefeito do município com a ideia de “educar nossos jovens na cultura da oração”. Não será necessário ter fiscalização da Prefeitura, pois a lei não obriga nenhuma criança a orar.
Para o vereador de 49 anos, que frequenta a Igreja Batista, seu projeto é um processo educativo. “Construí essa lei para que nós possamos educar nossos jovens a cultura da oração. É o processo educativo da oração, da pessoa saber que a oração é uma forma de chegar até Deus, de proteção espiritual, de educação mesmo”.
Belmonte deu entrevista para Igor Paulin, colunista da Revista Época, e disse ter consciência do Estado Laico e por isso não haverá punições para quem não cumprir a lei. ” Vivemos em um estado laico de direito. Se a pessoa quiser orar, ora. Se não quiser fica calada, pede licença, sai da sala na hora da oração”, disse ele.
O jornalista questiona o vereador sobre questões mais importantes que mereciam atenção dos vereadores e ele disse que há sim e até citou um de seus projetos. “Criei um comitê de combate à pedofilia, o conselho municipal de política sobre drogas, o fundo municipal do direito do dependente químico, a lei que proíbe fumar em espaço público”, diz o vereador.
Com informações Revista Época
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29 de dez. de 2011

Livro cria polêmica na Espanha ao prometer “curar” a homossexualidade


Livro cria polêmica na Espanha ao prometer “curar” a homossexualidade
Depois de inúmeros protestos uma rede de livraria virtual da Espanha retirou o livro “Comprender y sanar la homosexualidad” (“Compreender e curar a homossexualidade”, em tradução literal) da lista de vendas. Escrito por Richard Cohen a obra dizia que era possível curar a homossexualidade e que o próprio autor teria sido curado.
“Se estamos decididos, contamos com o amor de Deus e o apoio de outras pessoas, a cura é possível”, ressalta Cohen em entrevista publicada no site da editora que traduziu o livro para o espanhol.
O livro gerou revolta  e a Federação Andaluza de Associações LGTB (lésbicas, gays, transexuais e bissexuais) protestou dizendo que a obra ofendia os homossexuais. As redes sociais foram usadas para fazer com que a El Corte Inglés retirasse os livros de suas prateleiras até que a empresa resolveu ceder e não venderá mais o livro de Cohen.
Cohen conta que era homossexual e que voltou a ser heterossexual. Além de sua mudança ele conta que ajudou curar milhares de homens e mulheres que sentiam atração por pessoas do mesmo sexo. Os dizeres deste livro fizeram com que a Actuable, uma comunidade on-line unisse esforços para lutar contra o que eles chamam de injustiça contra as minorias.
“Foram de grande ajuda as ferramentas das novas tecnologias da informação e comunicação, que permitiram uma pronta e decisiva atividade por parte dos cidadãos”, disse o comunicado da Federação Andaluza. Para eles esse livro pode provocar uma desinformação a respeito da homossexualidade e ainda ameaçar os jovens homossexuais e suas famílias ao dizer que é uma doença que precisa ser curada.
Com informações Folha
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