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18 de jan. de 2012

Lado B do BBB: Igreja Presbiteriana cria site para alertar cristãos sobre as intenções do programa



A Igreja Presbiteriana do Brasil resolveu analisar o reality show Big Brother Brasil de uma outra perspectiva e para isso criou programa “Lado B do BBB” que é transmitido pela Rádio IPB e também postado no site da denominação comentando os aspectos negativos da atração da Globo que está em sua 12º edição e pedindo para que os fiéis não assistam ao programa.
O programa mais recente comentou sobre as características dos participantes, que ao contrário do que é afirmado, não reflete a sociedade brasileira, pois cada um dos 16 participantes não se parece fisicamente com a maioria da população do Brasil.
O reverendo Robinson Granjeiro diz que sua “constatação é que o BBB 12 simplesmente tem o mais do mesmo de edições anteriores”. Para o líder presbiteriano o programa exalta apenas três coisas: Beleza física e disposição para expor o corpo à vontade; ambição para usar todos os meios possíveis, éticos ou não, para conseguir o milhão e habilidades para envolver os outros participantes e o público evitando a eliminação precoce.
Granjero também critica o fato da emissora carioca ter anunciado que duas de suas participantes são evangélicas. Jakeline e Kelly se declaram evangélicas e muitos cristãos questionaram as intenções dessas ‘sisters’ no programa que tem um forte lado apelativo e imoral.
Mas em seu programa de rádio o reverendo faz três questionamentos sobre o programa: 1º que seus participantes não representam a sociedade brasileiras, pois não há pessoas obesas, deficientes e nem negros. 2º que seus participantes são escolhidos de acordo com interesses publicitários e por isso a beleza é tão privilegiada. 3º sobre o que  a Palavra de Deus tem a dizer sobre isso.
“Sem Ele, os valores majoritários presentes no estrato moral e ético das maiores civilizações se tornam relativos, a normalidade dos conjuntos atitudinais se tornam meras expressões do egocentrismo e da soberba e as crenças de primeira ordem do ser humano sobre o bem e o mal, o certo e o errado completamente questionáveis”, disse.
Mas ao terminar o programa o pastor convida a todos a enxergarem esse lado B do reality show. “Talvez ele reluza como espelho e nele possamos nos ver também. Talvez ele seja translúcido e por ele possamos ver os outros como devemos ver a nós mesmos”. Visite o site www.ipb.org.br/bbb.
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BBB 12:Suposto estupro no reality chama atenção de Marco Feliciano; “A ruína de um povo”



Os deputados que fazem parte da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados enviaram um pedido para o diretor do reality show Big Brother Brasil, José Bonifácio Brasil de Oliveira, o Boninho, pedindo explicações sobre o suposto estupro que aconteceu dentro da casa na madrugada do último domingo.
Ao que parece o participante Daniel Echaniz, modelo de 31 anos, teria se aproveitado da gaúcha Monique Amin, estudante de 23 anos, que estaria bêbada. As imagens divulgadas na internet mostram que após a festa regada de bebida alcoólica os dois participantes foram para o quarto e teriam se beijado.
Mas o público que assiste ao programa pelo canal 24 horas afirmou que o modelo teria molestado Monique, acusações que tomaram proporções tão grandes que o brother acabou sendo expulso do programa.
Entre os deputados federais que comentaram o caso está o pastor e deputado federal Marco Felicianoque usou seu Twitter para se manifestar sobre o caso. “A ruína de um povo começa assim: Estupro naTV BBB, desejo de descriminalizar o aborto, as drogas. Derrota moral”.
Ele não é o primeiro pastor que condena esse tipo de programa, as outras edições do BBB também levantaram polêmicas, nenhuma tão grave como essa, mas também de ordem moral já que os participantes se relacionam, usam linguagem desapropriada e costuma exibir seus corpos de forma erótica.
A edição desde ano, a 12º do programa que é transmitido pela Globo, também levantou polêmicas ao se divulgar que duas das participantes professam a fé evangélica, Jakeline e Kelly, que não estão envolvidas no caso do suposto estupro.
O Ministério Público também entrou no caso que está sendo investigado pela polícia carioca que já esteve no confinamento colhendo depoimento dos dois participantes envolvidos. No depoimento eles afirmaram as trocas de carícias e disseram que tudo foi consensual, mas que não houve relação sexual consumada.
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