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26 de fev. de 2012

Filipinas: Pastor afirma que parou tsunami “em nome de Jesus”




Quando um terremoto atingiu as Filipinas no início deste mês os deslizamentos de terra soterraram duas aldeias na ilha de Negros Oriental, ceifando a vida de mais de 50 pessoas. Muitas outras ainda estão desaparecidas. O desastre derrubou casas, pontes e outras construções da região.
Após o terremoto, as fortes ondas conhecidas como “tsunami” atingiram a província, varrendo mais de 100 casas. A igreja do Pastor Severino Fuentes não escapou das ondas. Ela agora está reduzida a um punhado de madeira, espalhadas por vários metros ao redor do terreno onde o templo permaneceu por 16 anos.
O pastor Fuentes não chorou de tristeza pela perda do prédio, mas sim de gratidão porque sua esposa e sua neta, que estavam sendo levados pela correnteza forte, sobreviveram. Ele disse que essa calamidade deu-lhe mais um propósito na vida.
“Eu não estou desistindo. Creio que Deus nos salvou para que possamos continuar a Sua obra”, disse à CBN News. “Tudo o que temos vem dele. Nossa vida, nosso intelecto, mas às vezes usamos isso para agradar o mundo”, explicou Fuentes. ”Tudo isso é um lembrete de que Deus é o Deus de toda a terra e Ele é o mais poderoso”.
O pastor Pio Ancol, da Assembleia de Deus local, contou que no meio daquela grande confusão, teve uma prova inegável do poder divino, Quando viu uma grande onda indo em direção à sua igreja, tomou uma atitude impensável.
“Eu dei uma ordem para aquela onda. Eu disse, ‘Pare em nome de Jesus e volte para onde você veio! A onda parou e voltou para o mar”, conta emocionado. O pastor acredita que a onda iria devastar seu vilarejo e Deus acabou impedindo uma tragédia ainda maior.
“A minha oração era “Senhor, salve as pessoas. Abra seus olhos espirituais. Deixe-os conhecer a verdade. Jesus Cristo é a verdade. Eu orei para que elas deem suas vidas para Jesus e que todas as pessoas possam servir somente a Ele”, disse Ancol.
Essa oração de Ancol também foi respondida, quando as equipes da Operação Bênção, ministério ligado à CBN Internacional, chegaram e montaram em sua igreja um posto de distribuição de alimentos e água potável.
O pastor aproveitou a oportunidade para compartilhar a palavra de Deus com as vítimas do terremoto que vieram pedir ajuda. No primeiro dia, mais de 200 pessoas oraram aceitando a Jesus Cristo como seu salvador.
O ministério distribuiu comida aos sobreviventes e também montou um programa de alimentação especial para 72 crianças subnutridas. Em breve, além de comida, haverá médicos e enfermeiros cristãos na área para ajudar as pessoas a se recuperarem da tragédia.
Assista (em inglês):
Traduzido e adaptado de CBN
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Perseguição aos cristãos hoje em dia é a maior da história, afirma pastor egípcio




O pastor Michael Youssef, fundador e presidente do ministério Leading The Way, afirmou durante a convenção da Associação Norte-americana de Mídia Religiosa, no Tennesse, que nada deve impedir que os evangélicos compartilhem o Evangelho.
Além de mencionar a crise econômica em vários países, o que prejudicou o envio de novos missionários, ele também falou sobre os países que sofrem com grande perseguição aos cristãos.
Além de ser o fundador e atual pastor da Igreja dos Apóstolos, em Atlanta, Geórgia, Youssef possui um programa de televisão semanal e programas diários de rádio, transmitidos em 20 línguas e atingindo cerca de 200 países.
Youssef enfatizou que “o esforço atual para apoiar a missão global não é suficiente”. Segundo ele, os evangélicos precisam simplesmente sair de sua “zona de conforto” e passar a realmente seguir os ensinamentos bíblicos.
Nascido no Egito, sua família passou pelo Líbano e Austrália antes de chegar aos Estados Unidos no início da década de 1980. Ele diz saber como é a vida em um país onde é proibido adorar a Jesus.
“Quando o povo de Deus se recusa a sair dessa ‘zona de conforto’’, as consequências são trágicas”, disse o pastor, citando vários exemplos históricos. Depois, fez uma declaração polêmica “Os cristãos de hoje são os mais perseguidos da história, exceto quando comparado aos do primeiro século”.
O pastor Youssef disse que existem relatórios vindos de todo o mundo contando sobre o aumento da perseguição em lugares como Iraque, Indonésia, Paquistão, Egito, Irã, Afeganistão, China, Índia e Coréia do Norte. Muitos especialistas afirmam que todos estes países viveram uma repressão crescente sobre as minorias religiosas nos últimos anos.
“Neste momento crítico na história, temos uma escolha”, disse Youssef ”Vamos olhar só para os nossos problemas, manter o foco nas coisas físicas? Na nossa economia? Tentar agradar a nossa sociedade? Tentar nos acomodar aos caprichos culturais? Ou vamos levar o mandamento de Jesus a sério? O tempo para desculpas acabou!”, declarou, sob aplausos dos presentes.
Ele não deixou de mencionar que muitas igrejas de hoje usam seu espaço na rádio e televisão só para prometerem bens materiais e cura, deixando de lado a mensagem da cruz.
Antes de terminar sua fala, também criticou o presidente dos EUA, Barack Obama e o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, por tentaram afirmar publicamente que o Islã é não é uma religião violenta.
“Esta é uma propaganda a que estamos subjugados pela mídia”, finalizou Youssef. “Os meios de comunicação cristãos precisam se levantar contra a falsa ideia que o Islã não ensina a violência. Isso é cada vez mais comum, principalmente nos meios de comunicação seculares”.
Esta semana, o jurista brasileiro Ives Gandra da Silva Martins chamou atenção exatamente para essa questão. “Os ataques terroristas contra cristãos na África, Oriente próximo e Ásia cresceram 309% de 2003 a 2010… As notícias sobre esta “Cristofobia islâmica” são desconhecidas no país, com notas reduzidas sobre atentados contra os cristãos, nos principais jornais que aqui circulam”, disse ele, criticando a imprensa brasileira.
Traduzido e adaptado de Christian Post e Michaelyousseff.com
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24 de fev. de 2012

Pastor iraniano Yousef Nadarkhani pode ser enforcado a qualquer momento

Pastor iraniano Yousef Nadarkhani pode ser enforcado a qualquer momento
A qualquer momento o pastor iraniano Yousef Nadarkhani pode ser enforcado, fontes que acompanham o caso informaram que o pastor foi sentenciado à pena de morte e que a excução pode acontecer a qualquer instante. De acordo com o Centro Americano para a Lei e a Justiça (ACLJ), não há como saber se o pastor continua vivo, mas a probabilidade de que a ordem de enforcamento de Nadarkhani já tenha sido firmada é alta.
Outros veículos de comunicações internacionais também noticiaram sobre o caso. Em matéria publicada ontem, o site estadinidense Fox News citou: “o tribunal no Irã emitiu seu veredito final, ordenando um pastor cristão para ser condenado à morte”. Vários membros do congresso americano e também istituições cristãs têm se unido na luta para salvar a vida de Yousef Nadarkhani, mas a situação parece ter chegado ao seu ponto mais crítico desde sua prisão.
O mundo tem acompanhado o dramático caso do pastor iranaiano, ele foi preso em outrubro de 2009, após ter sido acusado de apostasia por ter se desligado do islã e se convertido ao cristianismo. Desde então, Yousef Nadarkhani vem enfrentando uma batalha judicial e lutando contra o risco de sua própria execução, já que, a pena máxima, segundo as leis islâmicas é a pena de morte.
Fatos como este tem preocupado a igreja brasileira, pois o Brasil é o segundo país que mais envia missionários em todo o mundo. Algumas nações têm pouca abertura ao cristianismo, como é o caso do Irã e outros países de religião islâmica, isso tem gerado reincidentes casos de violência contra os missionários, muitos deles chegam a correr risco de morte por serem cristãos e por anunciarem o evangelho.
Fonte: Gospel+
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Pastor critica ação do MP contra Silas Malafaia e afirma que procurador “deveria ser mais cuidadoso”

Pastor critica ação do MP contra Silas Malafaia e afirma que procurador “deveria ser mais cuidadoso”
pastor Rubens Teixeira publicou artigo criticando a ação movida pelo Ministério Público contra o pastor Silas Malafaia. No título, Teixeira ironiza ao questionar se o MP achava que o PLC 122 havia sido aprovado.
Em seu texto, Teixeira afirma que o procurador (Jefferson Aparecido Dias) “deveria ser mais cuidadoso na aplicação de suas opiniões e não tomá-las como leis antes de o Congresso Nacional aprová-las e serem sancionadas” e que “certamente ele faz parte da minoria que gostaria de ver o PL122 aprovado na forma que se originou”.
Afirmando que as interpretações de opiniões devem ser baseadas no sentido que o autor quis que tivessem, o procurador do Ministério Público deveria levar isso em consideração, segundo Teixeiira: “É da responsabilidade do emissor da mensagem esclarecer o que quer dizer e não terceiros atribuírem interpretações ao pensamento alheio, contrariando o que o emissor pretende transmitir. Assim, o pastor Silas Malafaia explicou que ‘baixar o porrete’ ou ‘entrar de pau’ significam ‘formular críticas, tomar providências legais’. Certamente o procurador não definiria as opiniões de qualquer pessoa melhor que a própria pessoa”.
Rubens Teixeira encerra seu artigo sinalizando que “seria melhor, então, em defesa do bom Direito, que prevaleça a verdade e que o Estado Brasileiro não ataque os direitos sagrados de opinião e de expressão, e não seja questionado como violador de direitos humanos fundamentais”.
Confira a íntegra do artigo “Teria o Ministério Público Federal de SP achado que o PL122 foi aprovado no caso do pastor Silas Malafaia?” do pastor Rubens Teixeira:
A Ação que o MPF de São Paulo moveu contra o pastor Silas Malafaia, acusando-o de homofobia, funciona como uma forma de garantir àqueles homossexuais que querem o direito de vilipendiar a fé alheia, um salvo-conduto que lhes garanta impunidade. Se o Ministério Público quiser efetivamente fazer valer a lei, deveria mover uma ação contra os que vilipendiaram os símbolos religiosos católicos e foram denunciados pelo pastor Silas Malafaia no momento em que proferiu as palavras julgadas homofóbicas pelo MP.
O procurador disse que o pastor fez um discurso de ódio porque criticou a ação daqueles homossexuais que foram desrespeitosos com os símbolos da fé católica. O procurador entendeu que algumas expressões proferidas pelo pastor foram homofóbicas. Nesta ação, este procurador usou entendimentos contidos no PL122 que não foi aprovado no Senado Federal. Portanto não é lei. Como este membro do MP é formado em Direito, sabe que a sua alegação não procede e o seu desejo de conseguir uma condenação do pastor vai além das letras da lei.
Certamente ele faz parte da minoria que gostaria de ver o PL122 aprovado na forma que se originou. Como vivemos em uma democracia e ele é obrigado a defender a Lei, deveria ser mais cuidadoso na aplicação de suas opiniões e não tomá-las como leis antes de o Congresso Nacional aprová-las e serem sancionadas.
O procurador teria alegado, segundo a matéria, que “As gírias ‘entrar de pau’ e ‘baixar o porrete’ têm claro conteúdo homofóbico, por incitar a violência em relação aos homossexuais”. Se ele acredita nisso mesmo, deveria processar todas as pessoas que se utilizam dessa expressão, não só contra os homossexuais. Pelo que parece, expressões dessa natureza são frequentes em programas de rádio de TV, especialmente em programas policiais, e, pelo que sei, seus apresentadores não costumam ser processados por tal procurador.
É da responsabilidade do emissor da mensagem esclarecer o que quer dizer e não terceiros atribuírem interpretações ao pensamento alheio, contrariando o que o emissor pretende transmitir. Assim, o pastor Silas Malafaia explicou que “baixar o porrete” ou “entrar de pau” significam “formular críticas, tomar providências legais”. Certamente o procurador não definiria as opiniões de qualquer pessoa melhor que a própria pessoa.
Segundo a matéria, o procurador alega que, durante o inquérito, o pastor pediu que os fiéis da sua igreja enviassem e-mails ao responsável pelo caso. Alega ainda que recebeu centenas de mensagens. E conclui: “Da mesma forma que seus seguidores atenderam prontamente o seu apelo para o envio de tais e-mails, o que poderá acontecer se eles decidirem, literalmente, “entrar de pau” ou “baixar o porrete” em homossexuais?”
Ora, se o procurador acredita mesmo que os fiéis atendem os apelos do pastor, porque estes tais seguidores do pastor Silas não “caíram de pau” e nem “baixaram o porrete nos homossexuais” conforme teria sugerido o seu entendimento da mensagem do pastor? Pois é, procurador, é que os fiéis, que efetivamente seguem os conselhos dos pastor Silas Malafaia, entenderam, diferente do senhor, que esta expressão não envolvia ódio nem agressão, mas sim uma referencia às medidas legais cabíveis que o caso requer em relação aos homossexuais que vilipendiaram símbolos católicos, não aos demais homossexuais que nada tem a ver com aquela vergonha desprezada por alguns que deveriam ter agido para cobrar responsabilidades.
Portanto, a interpretação do procurador é contraditória. Diz que os seguidores do pastor Silas Malafaia obedecem os seus apelos, mas não teriam obedecido dessa vez. Quando diz que poderá acontecer, está querendo que os seguidores do pastor entendam da forma dele, não da forma que eles mesmos entendem costumeiramente. Parece querer que o pastor Silas Malafaia seja condenado por uma situação hipotética (poderá acontecer se eles decidirem, literalmente, ‘entrar de pau’, ou ‘baixar o porrete’ em homossexuais) desprezando as evidencias claras de que não houve qualquer repercussão de violência sobre os homossexuais por conta das declarações do pastor.
Assim, seria melhor, então, em defesa do bom Direito, que prevaleça a verdade e que o Estado Brasileiro não ataque os direitos sagrados de opinião e de expressão, e não seja questionado como violador de direitos humanos fundamentais. Seria melhor defendermos a lei e a verdade e, especialmente quando tivermos o dever, proteger a liberdade religiosa e seus símbolos, para que o Estado Brasileiro não seja considerado leniente na defesa da liberdade religiosa e dos símbolos religiosos.
Fonte: Gospel+
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23 de fev. de 2012

Com doença terminal, pastor de megaigreja afirma que sua fé mudou




Na década de 1980, o pastor Edward G. Dobson ganhou destaque na política norte-americana como executivo da organização conservadora “Maioria Moral”. Era uma espécie de fundação evangélica que defendia os interesses dos evangélicos. Ele chegou a ter influência na administração do presidente Ronald Reagan.
Em 1987, Ed Dobson, como é mais conhecido, assumiu o pastorado da Igreja do Calvário em Grand Rapids, Michigan. Seu ministério foi “de vento em popa” e o conceituado Instituto Bíblico Moody o nomeou “Pastor do Ano” em 1993.
Servindo como pastor da Igreja do Calvário por 18 anos, Dobson viu sua congregação chegar a mais de 5.000 pessoas aos domingos. Naquela época, Dobson influenciou toda uma geração de líderes. Foi ele, por exemplo, quem apoiou Rob Bell e o ajudou a iniciar a igreja Mars Hill de Grand Rapids. Ele diz estava acostumado a olhar para si mesmo como um homem cheio de lições, provérbios e, acima de tudo, respostas.
Uma espécie de “ícone” entre alguns círculos religiosos, tudo mudou quando Dobson foi diagnosticado com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), também conhecida como doença de Lou Gehrig. Ao ser diagnosticado, em 2001, os médicos deram-lhe de 3 a 5 anos de vida.
“Eu sou feliz por estar falando com você agora mesmo”, brincou Dobson, cuja voz deteriorada pouco lembra seus dias de pregador. Em uma entrevista à CNN, o pastor falou devagar, mas mantendo a mesma confiança e autoridade de sempre.
Após a sua aposentadoria, em 2006, as multidões sumiram de sua vida. “Eu fui de 100 quilômetros por hora a zero de uma hora para outra”, explica Dobson. ”Isso foi um choque para o meu sistema.”
Ele afirma que as respostas desapareceram junto com as multidões. “Eu sei que soa um pouco sentimental… mas a verdade é que quanto mais eu vivo, menos as respostas eu tenho”.
Autor de 12 livros e atualmente produzindo vários curtas-metragens, Dobson é um homem cheio de lições sobre fé. Após ter sido diagnosticado com essa doença degenerativa e sem cura conhecida, sentiu-se totalmente inseguro. Às vezes, ele diz que nem queria sair da cama em alguns dias. Depois de anos de intenso estudo da Bíblia, o pastor aposentado ficou surpreso como reagiu à notícia de sua própria mortalidade.
“Eu pensei que se eu soubesse que ia morrer, teria realmente lido a Bíblia e teria realmente orado como se deve”, explica Dobson. ”Mas durante anos o oposto era verdade. Eu mal tinha tempo de ler a Bíblia e tinha grande dificuldade de orar. Você fica tão sobrecarregado com outros compromissos que perde a perspectiva correta”.
Após recuperar essa perspectiva, sua pregação ocorre em um nível mais pessoal. Ele agora se encontra com os fiéis um a um. Senta-se com eles em suas casas ou escritórios e oferece toda a ajuda que puder. ”A maioria das pessoas que me procuram têm ELA e, basicamente, eu apenas as escuto”, explica.
Sair de 5.000 fiéis por domingo para atender um de cada vez gerou uma grande mudança em Dobson, forçando-o a reavaliar o seu trabalho como pastor. ”Eu estou tentando aprender que o um-a-um é tão importante quanto pregar para multidões”, disse ele.
Hoje ele diz que seu ministério o lembra de Adão e Eva sendo cobrados por Deus para cuidar do Jardim do Éden. Durante anos, o jardim de Dobson era Igreja do Calvário, os batismos, casamentos e os cultos de domingo.
Em 2007, ele escreveu o livro “Orações e promessas quando estamos diante de uma doença fatal.” Daniel Dobson, seu filho, o está ajudando a transformar as histórias do livro em vídeos.
Steve Carr, diretor-executivo de uma empresa de produções é evangélico e entendeu o desafio. Cinco desses pequenos filmes escritos por Dobson já foram lançados por Carr e estão disponíveis no mercado. Existem planos para mais dois.
Embora os vídeos possuam temas variados, desde perda até perdão, passando por cura e crescimento espiritual, todos abordam as lições aprendidas por Dobson em sua batalha com a ELA. “Meu Jardim”, o título mais recente da série, mostra como Ed lidou com o fim de sua carreira de pregador.
“Eu não sou mais um pregador”, diz o combalido Dobson em frente à câmera. ”Hoje, diria que eu sou apenas um seguidor de Jesus. Ponto Final”. Aos 63 anos, para ele essa é a lição que os pastores mais precisam aprender hoje em dia.
Traduzido e adaptado de CNN
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22 de fev. de 2012

Por que alguns estudantes de teologia “esfriam” na fé? Pastor responde




Ao iniciar um seminário de teologia muitos jovens, que antes eram ativos e fervorosos, passam a serem frios na fé na medida em que avançam nos estudos. O reverendo presbiteriano Augustus Nicodemus Lopes fala sobre esse tema em um texto publicado no blog “O Tempora, O Mores” dizendo que ele quase passou por isso.
Para o chanceler do Mackenzie há alguns motivos para que esse esfriamento aconteça com os jovens seminaristas. Um deles seria a falta de preparo desses alunos que ingressam nesses cursos por diversos motivos, menos a real paixão pela pregação do evangelho.
“Acho que tudo começa quando as denominações mandam para os seminários e faculdades de teologia jovens que não têm absolutamente a menor condição de serem pastores, professores, obreiros e pregadores”, diz Nicodemus, um dos principais líderes religiosos do Brasil.
O reverendo tinha 24 anos quando entrou para o seminário e nesse texto ele conta que esfriou bastante na fé. “Pela graça de Deus, durante esse período me mantive ligado ao trabalho evangelístico, à pregação”, relembra. Para não perder o ritmo, ele manteve a comunhão com outros colegas que possuíam o mesmo propósito.
Mas o esfriamento da fé não é culpa exclusiva do aluno, para o chanceler do Mackenzie a liderança da igreja, que nomeia os professores, também é responsabilizada nesse processo, já que muitos professores de teologia não acreditam em Deus e nem acreditam que a Bíblia é a Palavra de Deus.
“Que exemplo eles poderão dar aos jovens que sentam nas salas de aula com a mente aberta, ansiosos e desejosos de ter modelos, exemplos de líderes para começar seus próprios ministérios?”, questiona. Nicodemus aborda outros temas como a guerra espiritual que existe nessa hora, fazendo com que muitos seminaristas se corrompam no meio do caminho.
Mas para ajudar aqueles que desejam estudar teologia o reverendo dá algumas dicas:
- verifique suas motivações. Tente responder a pergunta: o que te leva a desejar o pastorado?
- saiba qual a opinião dos seus pais, pastores e amigos sobre o tema.
- escolha por cursas um seminário apenas se já tiver levado alguém à Cristo, se tiver liderança e facilidade de se comunicar em público.
- Outro ponto apresentado pelo religioso é que o interessado no seminário precisa ter uma vida de devoção, oração, leitura da Bíblia e fervor.
Para Augustus Nicodemus Lopes essas características são essenciais para que uma pessoa siga o pastorado e tenha certeza de seu ministério. E sendo assim sua fé não ficará fria durante o curso.
Leia o texto na íntegra aqui.
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21 de fev. de 2012

Pastor abandona púlpito de megaigreja e vira “sem teto”




O pastor Thomas Keinath, da megaigreja Calvary Temple, localizada em Wayne, New Jersey, abandonou o púlpito de sua congregação, que reúne mais de 2000 pessoas a cada domingo. A Calvary fica em um bairro rico da cidade e o pastor surpreendeu a todos quando anunciou que passaria a morar nas ruas como um “sem teto”.
Podendo escolher entre tirar uns dias pra ficar com a família ou participar de alguma conferência eclesiástica, ele passou uma semana de suas férias vivendo entre os sem-teto e mendigos de Paterson, cidade vizinha de Wayne.
Durante o dia, ele podia ser visto vagando pela cidade, parecendo apenas mais um homem sem ter para onde ir. À noite, ele se juntava a outros moradores das ruas, fazendo fogo em tonéis para manter-se aquecido enquanto as temperaturas caíam drasticamente. Várias noites ele dormiu rodeado de lixo sob o viaduto de uma estrada interestadual. Ele passou a escrever “mini-biografias”, das cerca de 50 pessoas que conheceu, para poder lembrar-se delas e de suas histórias de vida.
Por que ele fez tudo isso? Para o pastor, a explicação é simples: “Eu precisava entender o que eles estavam passando, eu precisava sentir a sua dor. Como eu poderia levar ajuda ou cura para as ruas se eu não sabia quais são as necessidades dessas pessoas?”
O pastor Keinath passou sete dias e sete noites nas ruas e agora sabe como essas pessoas pensam e a opinião que elas têm sobre as igrejas. Durante essa “semana de férias” em que viveu  na rua, teve a oportunidade de pregar e orar pelas pessoas. Ele calcula que chegou a ter cerca de 75 ouvintes nas reuniões feitas na rua. “Não havia uma pessoa sequer , seja sem teto  ou toxicodependente, que abertamente rejeitou a esperança que eu estava tentando oferecer”, disse.
Por isso, o pastor pretende mobilizar sua igreja e as outras da cidade a não olhar mais para os sem teto com uma atitude do tipo “tome um pouco de dinheiro ou comida e não me perturbe mais”. Thomas Keinath organizou em janeiro  uma vigília de oração com outros pastores no parque Barbour Park, em Paterson. O tema foi “reconstruindo os muros e restaurando nossas ruas.”
“As pessoas têm de saber que vocês [cristãos] realmente se preocupam com elas. Isso é parte do que somos como crentes no Senhor. Minha identificação com eles derrubou muitas barreiras”, disse Keinath, que já pregou em 21 nações e entende esse como seu maior desafio.
Desde que voltou ao púlpito da Calvary, as vans da igreja estão buscando e levando os sem-teto que desejam participar dos cultos de domingos. Mas isso é apenas o começo do que o pastor está chamando de “solução a longo prazo”, que inclui a construção de um centro patrocinado pela igreja que pretende “abrigar os sem-teto ao mesmo tempo ajudá-los a recuperar-se, inclusive dos vícios em álcool ou drogas”.
Segundo Keinath, que afirma ter apoio total dos membros, a Calvary está seguindo o exemplo dado pelos cristãos de Cesaréia. No início do quarto século, a cidade foi atingida por uma praga. Enquanto todo mundo estava fugindo da cidade, os cristãos ficaram para cuidar dos doentes e moribundos.
Na ocasião, o historiador da igreja Eusébio escreveu: “Durante todo o dia, alguns cristãos cuidam dos moribundos e enterram os mortos. Há um número incontável de pessoas pelas ruas que não tem quem cuide delas. Enquanto isso, outros cristãos se encarregaram de alimentar os famintos”.
“Eu sinto”, explica o pastor, “como se Deus estivesse dizendo: Voltem para suas raízes. Volte para onde as pessoas estão sofrendo hoje”.
Traduzido e adaptado de Breakpoint e Calvary Temple Wayne
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17 de fev. de 2012

Ministério Público abre inquérito contra o Pastor Silas Malafaia por homofobia após pedido de ativista gay


Ministério Público abre inquérito contra o Pastor Silas Malafaia por homofobia após pedido de ativista gay
Nesta quinta-feira, 16, uma ação fora proposta contra o Pr. Silas Malafaia e a Rede Bandeirantes, motivadas por declarações feitas pelo pastor  em seu programa de televisão “Vitória em Cristo”. A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão em São Paulo (PRDC) considerou como homofóbicas as citações feitas por Silas e um inquérito foi aberto no Ministério Público.
A denúncia ao PRDC foi feita pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABLGBT) em carta assinada pelo líder e ativista gay, Toni Reis.
As expressões “baixar o porrete” e “entrar de pau”, ditas por Malafaia em seu programa, em 02 julho de 2011, quando se referia à parada gay, deram teor à polêmica e motivaram, na época, a denúncia por parte da ABGLT ao Ministério Público Federal, o que gerou a abertura de um inquérito civil público.
No inquérito, o Pastor Silas Malafaia se defende afirmando que seus comentários foram apenas uma “crítica severa a determinadas atitudes de determinadas pessoas desse segmento social, acrescida também de reflexão e crítica sobre a ausência de posicionamento adequado por parte das pessoas atingidas”. As expressões significariam apenas o ato de “formular críticas, tomar providências legais”, segundo ele.
Para Jefferson Aparecido Dias, procurador Regional dos Direitos Humanos do Cidadão, as expressões de Silas Malafaia contêm “claro conteúdo homofóbico”. Por essa razão, a PRDC em São Paulo pede a retratação do programa “Vitória em Cristo” e da Rede Bandeirantes, emissora responsável pela transmissão.
A ação tramitará em uma das varas cíveis da Justiça Federal de São Paulo e não está em segredo de justiça.
Fonte: Gospel+

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12 de fev. de 2012

MC Marcinho volta a manifestar desejo de largar o funk para se tornar pastor



São 18 anos de carreira musical, mas apesar do tempo MC Marcinho está disposto a largar tudo para se tornar pastor. O projeto é para o futuro, mas ele já começa a avisar a todos agora pois não vai poder conciliar a carreira de funkeiro com o ministério.
Em entrevista ao programa Esquenta deste domingo, 12, o cantor falou a respeito do tema. “Esse lance de virar pastor é um sonho que eu tenho. Eu sonho em um dia ser. Mas pra isso é uma estrada muito grande para você poder percorrer”, disse ele para a apresentadora Regina Casé.
Mas a ideia de MC Marcinho é primeiro trabalhar na divulgação de seu DVD e só depois pensar em largar a carreira. “Esse lance de largar o funk é uma coisa que eu tenho deixado, tenho falado muito com Deus para que Deus possa me mostrar se é isso mesmo que eu tenho que fazer, no momento certo”.
Marcinho também diz que os evangélicos fazem pressão forte para que ele deixe o funk, mas para ele isso só acontecerá “na hora que Deus achar” que ele deve largar sua carreira musical.
Em outras entrevistas o funkeiro já tinha falado que não vê problemas em continuar cantando suas músicas depois de ter se convertido, pois ele afirma que faz letras com tema de alegria, beleza e sobre a sensualidade da mulher. Se ele desejasse apenas ser membro de uma igreja ele não largaria a música.
Se eu fosse um cara que fosse só chegar, sentar na igreja, ver o culto e for embora, beleza… Mas pra mim que almejo o ministério, almejo crescer dentro daquele ministério, dentro da igreja, então já começa a colidir”, afirmou.
Mas por enquanto ele continua fazendo shows e participando de programas para mostrar seu DVD “Eu tenho deixado para Deus agir na minha vida, acho que só ele sabe que é melhor pra mim. Foi Ele que abriu uma porta lá atrás, do funk, pra mim, e só ele mesmo vai poder fechar”, finalizou.
Assista a entrevista:
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