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17 de fev. de 2012

Ministério Público abre inquérito contra o Pastor Silas Malafaia por homofobia após pedido de ativista gay


Ministério Público abre inquérito contra o Pastor Silas Malafaia por homofobia após pedido de ativista gay
Nesta quinta-feira, 16, uma ação fora proposta contra o Pr. Silas Malafaia e a Rede Bandeirantes, motivadas por declarações feitas pelo pastor  em seu programa de televisão “Vitória em Cristo”. A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão em São Paulo (PRDC) considerou como homofóbicas as citações feitas por Silas e um inquérito foi aberto no Ministério Público.
A denúncia ao PRDC foi feita pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABLGBT) em carta assinada pelo líder e ativista gay, Toni Reis.
As expressões “baixar o porrete” e “entrar de pau”, ditas por Malafaia em seu programa, em 02 julho de 2011, quando se referia à parada gay, deram teor à polêmica e motivaram, na época, a denúncia por parte da ABGLT ao Ministério Público Federal, o que gerou a abertura de um inquérito civil público.
No inquérito, o Pastor Silas Malafaia se defende afirmando que seus comentários foram apenas uma “crítica severa a determinadas atitudes de determinadas pessoas desse segmento social, acrescida também de reflexão e crítica sobre a ausência de posicionamento adequado por parte das pessoas atingidas”. As expressões significariam apenas o ato de “formular críticas, tomar providências legais”, segundo ele.
Para Jefferson Aparecido Dias, procurador Regional dos Direitos Humanos do Cidadão, as expressões de Silas Malafaia contêm “claro conteúdo homofóbico”. Por essa razão, a PRDC em São Paulo pede a retratação do programa “Vitória em Cristo” e da Rede Bandeirantes, emissora responsável pela transmissão.
A ação tramitará em uma das varas cíveis da Justiça Federal de São Paulo e não está em segredo de justiça.
Fonte: Gospel+

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9 de fev. de 2012

Dilma Rousseff nomeia ativista pró-aborto como ministra, ignorando compromisso de campanha com evangélicos

Dilma Rousseff nomeia ativista pró-aborto como ministra, ignorando compromisso de campanha com evangélicos
A nova ministra da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres, Eleonora Menicucci, será empossada na próxima sexta-feira, 10/02, em substituição à ex-ministra Iriny Lopes, que saiu do cargo para disputar as eleições municipais.
Eleonora Menicucci é favorável ao aborto e segundo informações do jornal Folha de S. Paulo admite ter se submetido ao procedimento em duas ocasiões. Para ela, o tema “aborto é uma questão de saúde pública, como o crack, as drogas, a dengue, HIV e todas as doenças infectocontagiosas”.
Anteriormente, Eleonora havia afirmado que sua luta pró-aborto se baseia na intenção de evitar mortes: “minha luta para que nenhuma mulher neste país morra por morte materna só me fortalece”. Em 2007, declarou à revista TPM que se relaciona com homens e mulheres, e se disse orgulhosa de sua filha, que é homossexual.
Na entrevista coletiva concedida ontem à imprensa, evitou falar sobre suas convicções pessoais a respeito do tema, e disse que ao aceitar o convite da presidente Dilma Rousseff, sua postura como ministra passa a ser a postura do governo e que o tema é de responsabilidade do Poder Legislativo.
Durante a campanha presidencial, a então candidata Dilma Rousseff defendeu-se das acusações de ser favorável à legalização do aborto afirmando que se fosse eleita, não iria propor a aprovação de uma lei que legalizasse o procedimento, e que não convidaria para sua equipe nenhum político que fosse abertamente favorável ao tema.
Fonte: Gospel+
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