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26 de fev. de 2012

Perseguição aos cristãos hoje em dia é a maior da história, afirma pastor egípcio




O pastor Michael Youssef, fundador e presidente do ministério Leading The Way, afirmou durante a convenção da Associação Norte-americana de Mídia Religiosa, no Tennesse, que nada deve impedir que os evangélicos compartilhem o Evangelho.
Além de mencionar a crise econômica em vários países, o que prejudicou o envio de novos missionários, ele também falou sobre os países que sofrem com grande perseguição aos cristãos.
Além de ser o fundador e atual pastor da Igreja dos Apóstolos, em Atlanta, Geórgia, Youssef possui um programa de televisão semanal e programas diários de rádio, transmitidos em 20 línguas e atingindo cerca de 200 países.
Youssef enfatizou que “o esforço atual para apoiar a missão global não é suficiente”. Segundo ele, os evangélicos precisam simplesmente sair de sua “zona de conforto” e passar a realmente seguir os ensinamentos bíblicos.
Nascido no Egito, sua família passou pelo Líbano e Austrália antes de chegar aos Estados Unidos no início da década de 1980. Ele diz saber como é a vida em um país onde é proibido adorar a Jesus.
“Quando o povo de Deus se recusa a sair dessa ‘zona de conforto’’, as consequências são trágicas”, disse o pastor, citando vários exemplos históricos. Depois, fez uma declaração polêmica “Os cristãos de hoje são os mais perseguidos da história, exceto quando comparado aos do primeiro século”.
O pastor Youssef disse que existem relatórios vindos de todo o mundo contando sobre o aumento da perseguição em lugares como Iraque, Indonésia, Paquistão, Egito, Irã, Afeganistão, China, Índia e Coréia do Norte. Muitos especialistas afirmam que todos estes países viveram uma repressão crescente sobre as minorias religiosas nos últimos anos.
“Neste momento crítico na história, temos uma escolha”, disse Youssef ”Vamos olhar só para os nossos problemas, manter o foco nas coisas físicas? Na nossa economia? Tentar agradar a nossa sociedade? Tentar nos acomodar aos caprichos culturais? Ou vamos levar o mandamento de Jesus a sério? O tempo para desculpas acabou!”, declarou, sob aplausos dos presentes.
Ele não deixou de mencionar que muitas igrejas de hoje usam seu espaço na rádio e televisão só para prometerem bens materiais e cura, deixando de lado a mensagem da cruz.
Antes de terminar sua fala, também criticou o presidente dos EUA, Barack Obama e o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, por tentaram afirmar publicamente que o Islã é não é uma religião violenta.
“Esta é uma propaganda a que estamos subjugados pela mídia”, finalizou Youssef. “Os meios de comunicação cristãos precisam se levantar contra a falsa ideia que o Islã não ensina a violência. Isso é cada vez mais comum, principalmente nos meios de comunicação seculares”.
Esta semana, o jurista brasileiro Ives Gandra da Silva Martins chamou atenção exatamente para essa questão. “Os ataques terroristas contra cristãos na África, Oriente próximo e Ásia cresceram 309% de 2003 a 2010… As notícias sobre esta “Cristofobia islâmica” são desconhecidas no país, com notas reduzidas sobre atentados contra os cristãos, nos principais jornais que aqui circulam”, disse ele, criticando a imprensa brasileira.
Traduzido e adaptado de Christian Post e Michaelyousseff.com
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8 de fev. de 2012

Ator de Rei Davi se sente predestinado a interpretar o maior rei de Israel



Você acredita em predestinação? O ator Leonardo Brício, 48, disse em entrevista ao F5, da Folha de São Paulo, que crê que estava predestinado a interpretar o rei Davi nas telinhas.
Para chegar à essa conclusão o ator disse que em 2003 pintou sem querer a harpa de Davi. “Uma vez, quando me dei conta, pintei a harpa de Davi [durante cena da peça 'O Castiçal', em 2003], mas foi algo totalmente aleatório”, lembrou.
Quase nove anos depois ele interpreta Davi na minissérie da Rede Record que foi escrita por Vivian de Oliveira baseada na Bíblia, relatando as principais etapas da vida do jovem Davi que era apenas um pastor de ovelhas e se tornou o rei dos hebreus.
Hoje ao avaliar sua trajetória o ator diz que fica impressionado, principalmente quando lembra de sua pintura. “Vendo o quadro agora eu fico impressionado. É algo enigmático e inexplicável.”
Todos os principais atores tiveram que ler os livros da Bíblia que revelam a história de seus personagens. Fora isso eles também precisaram passar por workshops sobre os costumes da época, para fazer com que a interpretação fosse o mais real possível.
A trama conta com 29 capítulos transmitidos todas as terças e quintas-feiras pela Rede Record a partir das 23h. Os primeiros capítulos fizeram com que a emissora de Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, tivesse bons índices de audiência, dobrando o Ibope se comparados com períodos semelhantes de outras semanas e chegando a ter picos em primeiro lugar, passando a concorrente Globo.
Para poder interpretar toda a história de Davi a emissora usou dois atores, Leandro Léo interpretou o personagem jovem, lutando inclusive contra o gigante Golias. Já Brício vai viver o personagem entre seus 28 e 70 anos, interpretação que precisou de alguns detalhes para parecer real.
“Dos 28 até os 35 é basicamente o meu rosto mesmo, mas escureço minha barba para que nenhum pelo grisalho fique aparente. Aos 40 anos a barba cresce, mas ainda é escura. Aos 50, começam a surgir pelos grisalhos”, revela.
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30 de jan. de 2012

“A maior nação cristã do mundo” está cada vez menos cristã



O cristianismo está em declínio nos Estados Unidos, disso não há dúvida. Quando se examinam os números friamente não é possível chegar à outra conclusão. Ao longo das últimas décadas, a porcentagem de cristãos na América só diminui. Isto é mais claro entre os jovens.
Um dos motivos é que o significado de “cristianismo” para os cristãos americanos de hoje é muito diferente do que a religião significava para seus pais e seus avós. Milhões de cristãos nos Estados Unidos simplesmente não acreditam mais nos princípios fundamentais da fé cristã.
Sem dúvida, os EUA, que ainda são considerados “a maior nação cristã do mundo” mesmo em crise econômica ainda é uma das mais influentes politica e culturalmente. Isto significa que qualquer mudança drástica por lá tem implicações profundas para o restante do mundo.
Os Estados Unidos foram fundados por cristãos que estavam fugindo da perseguição religiosa. Para os primeiros colonos, a fé cristã era o centro de suas vidas, e isso afetou profundamente as leis que fizeram e as estruturas governamentais que eles estabeleceram.
No geral, o cristianismo ainda é a maior religião do mundo. Segundo o Fórum Pew sobre Religião e Vida Pública, existem atualmente 2,2 bilhões de cristãos no mundo. Porém o centro da fé hoje se deslocou da Europa e América do Norte para a África e Ásia, onde está experimentando um crescimento explosivo.
Enquanto vários países da Europa já dizem estar num mundo secularizado e “pós-cristão”, os Estados Unidos parece caminhar na mesma direção. Igrejas estão encolhendo, o ceticismo é crescente e apatia sobre assuntos espirituais parece ter atingido uma alta histórica.
Mark Silk, professor de religião e vida pública no Trinity College escreveu em uma análise recente para o jornal USA Today que “o segredo sujo da religiosidade na América é: há tantas pessoas que não se interessam pelas questões espirituais e a curiosidade sobre questões existências é mínima”.
Seu argumento é apoiado pelos números. Uma pesquisa realizada no ano passado pela LifeWay Research descobriu que 46% dos americanos nunca pensam se vão para o céu ou não. Isto é particularmente verdadeiro para os jovens. Os menores de 30 anos de idade estão abandonando em massa as igrejas dos EUA.
David Kinnaman, o presidente do Grupo Barna, uma empresa de pesquisa evangélica, publicou em seu novo livro, “You Lost Me: Por que os cristãos jovens estão deixando Igreja e repensando a Fé”, ele diz que as pessoas entre 18 e 29 anos caíram em um “buraco negro”. Há uma queda de 43% na frequência à igreja cristã nessa faixa etária.
Mas não são apenas os jovens que estão deixando as igrejas americanas. A proporção de americanos que se consideram cristãos tem diminuído constantemente por muitos anos. Em 1990, 86% de todos os americanos consideravam-se cristãos. Em 2008, esse número caiu para 76%.
Enquanto isso, o número de americanos que rejeitam totalmente a religião disparou. De acordo com dados do Censo norte-americano, o número de americanos com “sem religião” mais do que dobrou entre 1990 e 2008. Uma pesquisa recente aponta que 25 % dos americanos com idades entre 18 e 29 dizem que não têm religião.
É bom lembrar que com isso caiu à arrecadação das igrejas e, consequentemente, os investimentos em projetos missionários em diferentes partes do mundo.
Dave Olson, diretor de plantação de igrejas da Igreja Aliança, acredita que as expectativas do que vai acontecer com frequência à igreja nos EUA são desanimadoras. De acordo com ele, apenas 18,7 % dos americanos frequentam regularmente a igreja hoje em dia. Se este número continua a diminuir no ritmo atual, em 2050 a porcentagem de americanos sentados na igreja aos domingos será metade do que é hoje.
Um grande número de jovens norte-americanos que iam à igreja, enquanto eles estavam crescendo agora estão deixando as igrejas americanas inteiramente. Um estudo recente pelo grupo Barna descobriu que quase 60% de todos os cristãos com idade entre 15 e 29 há muito tempo envolvido ativamente em qualquer igreja.
O fato é que um grande número de “cristãos evangélicos” estão rejeitando os princípios fundamentais da fé cristã. Por exemplo, uma pesquisa descobriu que 52% dos cristãos norte-americanos acreditam que “pelo menos uma das religiões não cristãs poderia conduzir à vida eterna”.
Outra pesquisa descobriu que 29% de todos os cristãos americanos afirmam ter procurado contato com os mortos, 23% acreditam em astrologia e 22% acreditam em reencarnação.
Segundo o Grupo Barna, menos de 1% de todos os americanos com idades entre 18 e 23 possuem uma “cosmovisão bíblica”.
Se essa tendência não for revertida, em 20 anos as igrejas dos EUA devem ter o mesmo destino das europeias e começarão a fechar suas portas.
As consequências dessa grande mudança e, em especial, na maneira com que as igrejas que ainda estão abertas pregam a mensagem cristã. Afinal, os Estados Unidos ainda é o maior produtor de material evangélico do mundo. A esmagadora maioria das Bíblias de estudo, comentários bíblicos, dicionários, enciclopédia, livros e software cristão comercializados globalmente são produzidos por teólogos americanos.
Isso sem falar no material que é distribuído apenas pela internet. O crescimento do liberalismo e do secularismo pode impactar fortemente toda a produção teológica mundial nos próximos anos.
O declínio americano poderá ter sérias consequências no cristianismo de todo o mundo. Quem viver verá.
Traduzido e adaptado de End Of The American Dream
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Brasil é o terceiro país com maior número de mórmons


A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (SUD) é mais conhecida como “Igreja dos Mórmons” por causa do livro que carregam juntamente com a Bíblia. A imagem mais associada à igreja são os missionários, quase sempre em par, que usam gravatas escuras, camisas brancas e uma plaquinha preta com os nomes gravados.
Os missionários vão de casa em casa, pedem para conversar, falam sobre “O Livro de Mórmon”, para eles uma escritura tão sagrada quanto a Bíblia e convidam para as pessoas conhecerem o templo.
Essa religião, que para muitos é meramente uma seita, teve início 1830, nos Estados Unidos através de Joseph Smith Jr. Aos 14 anos, ele afirmou ter recebido uma visão de Deus e de Jesus Cristo. Seu chamado seria para “restaurar o cristianismo, preparando os fiéis (santos) para a volta do messias no futuro (nos últimos dias)”. Em 1823, Smith diz ter recebido a visita de um anjo chamado Moroni, que lhe mostrou placas de ouro. Quando as placas foram traduzidas, tornaram-se livros, sendo que o mais importante é “O Livro de Mórmon”.
A Igreja dos Santos dos Últimos Dias projeta chegar este ano a 1,167 milhão de membros no Brasil. Eles têm experimentado um crescimento acelerado nos últimos anos. Se continuar assim, o Brasil ultrapassará o México (1,234 milhão) como segundo maior país de mórmons do mundo em cinco anos.
O primeiro lugar dificilmente deixará de ser dos Estados Unidos, onde a religião teve início e que já reúne quase 4 milhões de seguidores. Calcula-se que no mundo já existem 14,1 milhões de mórmons.
Existem cerca de quatro mil missionários que pregam pelo Brasil anualmente (50% brasileiros, 50% americanos). Durante dois anos, rapazes de 19 a 26 anos e mulheres de 19 a 40 dedicam-se a espalhar sua mensagem por 27 regiões do país. No Brasil, tudo começou em 1926, por conta de um casal de imigrantes alemães da família Lippelt, que pediram aos EUA o envio de missionários.
Dentro da ideologia mórmon, todo jovem deve se dedicar ao trabalho missionário. O treinamento custa US$ 500 e é bancado pelas famílias. Quase sempre eles saem de casa para outro país e passam a viver em casas alugadas pela igreja.
Diferentemente dos neopentecostais que também crescem em número, os mórmons não investem em mídia como TV e rádio. Preferem o contato pessoal e investem na produção e distribuição de material de evangelização. Hoje produzem 50 mil exemplares da revista “A Liahora” para assinantes. São 200 mil exemplares de “O Livro de Mórmon” e 60 mil Bíblias vendidas por ano, além do serviço social (doação de três mil cadeiras de rodas por ano e um forte programa de voluntarismo).
Eles também investem em ações que melhoram a vida dos fiéis, como um fundo de educação que ajuda a pagar os estudos em famílias convertidas que não tenham condições. No ano passado foram 13 mil alunos beneficiados. A igreja SUD possui o Centro de Recolocação de Empregos, que atende a 3.400 pessoas desempregadas, oferecendo cursos de autossuficiência profissional e recolocação.·.
“As religiões que estão mais próximas de pessoas cujas vidas passam por dificuldades tendem a ser bem-sucedidas. Elas representam um grupo que acolhe numa hora difícil”, diz o teólogo Clemir Fernandes, do Instituto de Estudos da Religião (Iser).
Uma das filosofias de vida dos mórmons é: “O Senhor gostaria que vocês fossem bem-sucedidos.” A exemplo de outras igrejas, sua estrutura é bancada por dízimos, cuidadosamente acompanhados em balancetes anuais individualizados.  Mesmo que a SUD negue que o pagamento do dízimo seja pré-requisito, muitos ex-mórmons alegam que ninguém participa das atividades religiosas ou sociais das congregações se não estiver com o pagamento em dia.
O discurso da SUD pode ser considerado hiperconservador. A valorização da família é o centro da doutrina. Defendem que o bom mórmon não pratica sexo antes do casamento, não bebe café ou chá e não faz uso de álcool ou drogas. Não têm bispos ou autoridades solteiros ou divorciados, sequer viúvos. Famílias gays, nem pensar. O sacerdócio é privilégio dos homens e as mulheres só lideram em cargos que cuidam de assuntos familiares e infantis.
Embora muitos a consideram uma denominação cristã, a maioria de seus fundamentos não tem comprovação histórica. Eles defendem, por exemplo, que o continente americano foi visitado por povos hebreus muitos anos antes do nascimento de Cristo. E que Jesus foi para as Américas após a ressurreição. Por isso, sua sede mundial é em Salt Lake City, em Utah.
Uma das maiores diferenças para as igrejas cristãs convencionais está em suas cerimônias, como os rituais de casamento eterno (após a morte), de batismo de antepassados mortos (a SUD tem o maior banco de pesquisa genealógica do planeta), de aperfeiçoamento dos santos (um trajeto que resulta na transformação de humanos em deuses e deusas que habitarão um planeta chamado Kolob, perto da morada de Deus), além da entrega de códigos e chaves que são dados aos fiéis para a entrada no céu propriamente dita.
Com informações O Globo
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17 de jan. de 2012

Lista dos países com maior perseguição religiosa no mundo


igreja-perseguida-oreA entidade cristã Portas Abertas, que auxilia o trabalho de igrejas perseguidas, divulgou o último relatório sobre países onde a perseguição a cristãos é mais presente.
A Coréia do Norte continua liderando a lista. O país comunista figura o topo da lista pelo 11º ano seguido. A Coréia tem uma quase religião que está baseada em seu antigo líder, Kim Il-Sung. Qualquer pessoa que adore a qualquer “outro deus” é automaticamente perseguido. O número estimado de cristão no país é de 200.000 a 400.00. Estima-se também que 50.000 a 70.000 cristãos estão presos em campos de prisioneiros no país.
A lista segue com Afeganistão (2º), Arábia Saudita (3º), Somália (4º), Irã (5º) e as Maldivas (6º) países onde oscristãos não tem quase nenhuma liberdade de culto. E fechando os 10 primeiros da lista estão Uzbequistão (7º), Iêmen (8º), Iraque (9º) e Paquistão (10º) que entrou no top 10 pelo fato de que o ministro cristão Shahbaz Bhatti foi assassinato porque tentou alterar a Lei da Blasfêmia no país.
O presidente da Portas Abertas nos EUA, Carl Modele, falou da situação dos cristão na Coréia: “Com a morte de Kim Jong-Il no mês passado e com seu filho, Kim Jong-Um, assumindo o poder, é muito difícil determinar como será a vida dos cristãos nessa nova fase”. Modele completou dizendo que “certamente, a situação permanece perigosa para os cristãos, por isso devemos orar pela Coreia do Norte, para que todos os cristãos posam ter a liberdade de adorar ao Único Deus, e não a Kim Jong-Il e Kim Il-Sung”.
Entre outras grandes mudanças que aconteceram na lista o Sudão, país que mais subiu posições na atual Classificação, subiu 19 posições assumindo o 16º lugar da lista; a Nigéria pulou 10 posições e agora está em 13º. O Egito, afetado pelas manifestações e revoluções que se iniciaram na Primavera Árabe, subiu quatro posições e agora figura o 15º lugar da lista.
O site da Portas Abertas informa também que mais de 300 cristãos foram mortos no último ano na Nigéria e que a China, apesar de ter caído da 16ª para a 21ª posição, é a maior Igreja no mundo que sofre com a perseguição, pois se estima que existam 80 milhões de cristãos no país.
Gospel+

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