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14 de fev. de 2012

AVOÁFRICA 2: Projeto Missionário distribui uma tonelada de alimentos no Zimbábue



No último domingo, 12, o pastor  Isaias Pereira dos Santos esteve na Mabvuku Mission Centre Church, em Zimbábue para entregar 1 tonelada de fubá de milho para a população. Esse ato faz parte do projeto AVOÁFRICA (Alimento para as viúvas e órfãos na África) que já havia entregue 350 quilos de alimento em outra comunidade.
O pastor Santos e sua família estão na África há anos fazendo missões até que Deus tocou no coração dele de se dirigir até Zimbábue, um país onde 30% da população é HIV positivo, tendo assim muitos órfãos e viúvas.
Os trabalhos do pastor e de sua família começaram às 5h30 quando eles receberam o pastor Misi, responsável pela igreja, que foi até a casa da família de missionários ajudar no transporte dos alimentos. Às 11h eles já estavam na igreja e o culto se iniciou. “O culto começou com muito louvor, orações. Não há povo mais envolvido em louvores a Deus tal como é o povo africano. Eles louvam com a alma, corpo e espírito”, disse o pastor Isaias.
Sobre essa congregação o missionário conta que é uma das igrejas que mais crescem no país e que é sustentada pela  Igreja Assembleia de Deus em São João Batista em Santa Catarina. Os trabalhos ali são baseados na Palavra de Deus e no amor, elementos que fazem com que o pastor Misi seja tão querido pela comunidade.
Em sua ministração o pastor Isaias dos Santos disse que  aquela doação de comida natural poderia ser feita por qualquer pessoa descomprometida com Deus, bastasse que essa tivesse o dinheiro para efetuar a compra do alimento, mas que o alimento que ele estava começando a dar a igreja (Palavra de Deus), só pode ser verdadeiramente dado por homens espirituais, comprometidos com o Senhor Jesus Cristo.
Logo após o culto àquelas pessoas puderam receber o alimento e ficaram sabendo que tal obra só era viável graças ao apoio de cristãos e de igrejas brasileiras. “Todos receberam e vibraram de alegria”, comenta o pastor que conta com a ajuda de sua esposa, Tatiane e seus dois filhos, Marlon e Adonai.
O projeto AVOÁFRICA tem apoio do Gospel Prime e você, leitor, que deseja ser um abençoador desse ministério pode entrar em contato conosco através do e-mail contato@gospelprime.com.br. Pois o AVOÁFRICA 3 será realizado em um dos vários orfanatos que existem naquele país.
Confira fotos:

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10 de fev. de 2012

Vereador evangélico explica seu projeto sobre banheiro para gays




O vereador Carlos Apolinário (DEM) enviou uma nota esclarecendo os motivos que o levaram a apresentar um projeto de lei para a criação de um banheiro unissex em lugares públicos. Sua proposta foi anunciada na Câmara dos Vereadores de São Paulo e recebeu bastantes críticas assim como diversos elogios.
Apolinário, que é evangélico, explica que o caso do cartunista Laerte Coutinho, 60 anos, não foi o único. “Em outros locais, travestis já entraram em banheiros de uso exclusivo das mulheres, causando constrangimento”, diz o vereador ao explicar seu projeto.
Pensando nesses casos e nas pessoas que ficam constrangidas diante da cena de ver um homem entrando no banheiro feminino foi que o vereador elaborou o projeto de lei. Mas Apolinário também pensa em casos onde uma pessoa minta sua orientação sexual apenas para poder ter acesso ao banheiro feminino.
Ao contrário do que muitos imaginam a proposta não tem como objetivo criar um banheiro gay para que esse grupo não tenha contato com as pessoas declaradamente heterossexuais, mas ser um banheiro unissex onde tanto homens como mulheres possam usá-lo, conscientes de que é um banheiro coletivo.
Veja as explicações do vereador Carlos Apolinário:
POR QUE APRESENTEI O PROJETO QUE CRIA O BANHEIRO UNISSEX:
1º) O cartunista Laerte Coutinho, da Folha de S. Paulo, entrou, vestido de mulher, no banheiro feminino de uma padaria em São Paulo.
2º) Uma senhora, acompanhada da filha de 10 anos, que estava nesse banheiro, reclamou da presença dele.
3º) Laerte, que diz ter dupla identidade sexual, se acha no direito de entrar no banheiro feminino, por estar vestido de mulher e por se sentir mulher.
4º) Em outros locais, travestis já entraram em banheiros de uso exclusivo das mulheres, causando constrangimento.
5º) A coordenadora estadual de políticas para a diversidade sexual, Heloísa Alves, da Secretaria Estadual de Justiça, ligou para o dono da padaria para dizer que ele feriu a lei estadual 10.948/2001, que trata da discriminação sexual, por pedir que o cartunista não usasse mais o banheiro das mulheres.
6º) Mesmo que um homem se sinta mulher, tenha desejo de mulher, se vista como mulher e use nome de mulher, geneticamente ele é homem.
OBJETIVOS DO MEU PROJETO:
1º) Evitar que homens, alegando sua orientação sexual, possam constranger nossas mães, esposas e filhas, frequentando o banheiro feminino.
2º) Afastar o risco de um homem mal intencionado, se dizendo homossexual, vestido de mulher, entre no banheiro das mulheres.
3º) O ideal é que homem use o banheiro masculino e mulher, o banheiro feminino, mas, como nem todos querem agir assim, que haja então o banheiro UNISSEX, para pessoas de qualquer orientação sexual.
O QUE DIZ O MEU PROJETO:
1º) Nos locais onde houver banheiros masculino e feminino, será criado o banheiro UNISSEX, de uso facultativo.
2º) O banheiro UNISSEX poderá ser frequentado por pessoas do sexo masculino e feminino ou de qualquer orientação sexual, entre eles homossexuais, bissexuais e travestis.
3º) Os homossexuais do sexo masculino, além do banheiro UNISSEX, poderão usar o banheiro dos homens.
4º) As homossexuais do sexo feminino, além do banheiro UNISSEX, poderão usar o banheiro das mulheres.
5º) No banheiro UNISSEX, as crianças só terão acesso acompanhadas de seus responsáveis.
Tenho respeito muito grande pela figura humana dos homossexuais, porém muitos deles não respeitam a sociedade nem os bons costumes, e se colocam acima do bem e do mal. É por isso que apresentei este projeto.
CARLOS APOLINÁRIO
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4 de jan. de 2012

Inscrição em pedra é projeto da Torre de Babel, diz pesquisador



Inscrição em pedra é projeto da Torre de Babel, diz pesquisador
A conclusão de uma inscrição de 2.600 anos foi feita por especialistas e publicadas no livro ”Cuneiform Royal Inscriptions and Related Texts in the Schoyen Collection” (“Inscrições Reais em Cuneiforme e Textos Relacionados da Coleção Schoyen”) onde eles afirmam que a pedra estudada trata-se da placa comemorativa da inauguração da Torre de Babel.
A pedra faz parte da coleção de antiguidades de Martin Schoyen, um empresário norueguês que tem, entre outras coisas, peças com inscrições em cuneiforme (difícil sistema de escrita do antigo Oriente Médio) feitas a mando dos reis da Mesopotâmia, no atual Iraque.
Entre as pelas analisadas está a estela (um poste de pedra) erigida entre os anos de 605 a.C. e 562 a.C., quando Nabucodonosor II governava a Babilônia. A pedra está coberta com textos e desenhos relatando a construção de uma obra.
Os estudiosos disseram que o nome dessa obra era Etemenanki. Em sumério, idioma que já era arcaico nos tempos de Nabucodonosor II, a palavra significa “templo das fundações da terra e do céu”. E o rei da Babilônia carrega nas tintas propagandísticas ao descrever como construiu a estrutura, cuja altura, segundo relatos posteriores, chegava a mais de 90 m.
Acredita-se que o nome Babel (“A Porta do Deus”) é apenas o nome dado pelos antigos hebreus à Babilônia e por isso a estela tem grande probabilidade de ser a inspiração para esse relato bíblico que narra a divisão das línguas entre os povos.
A inscrição da pedra é credita ao próprio Nabucodonosor e diz: “[Para construí-la] mobilizei todos em todo lugar, cada um dos governantes que alcançaram a grandeza entre todos os povos do mundo. Preenchi a base para fazer um terraço elevado. As estruturas construí com betume e tijolo. Completei-a erguendo seu topo até o céu, fazendo-a brilhar como o Sol”.
A equipe liderada por Andrew George, especialista em babilônio do University College de Londres, publicou pela primeira vez a descrição detalhada da estela no livro.
Se essa hipótese estiver correta será a estela mais antiga com a representação da Torre de Babel, mas não há como provar em evidências mais diretas que a inscrição trata-se mesmo do episódio descrito na Bíblia.
Com informações BOL
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