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22 de fev. de 2012

Programas religiosos dão mais audiência que Carnaval




A Folha de São Paulo anunciou que a Rede Record marcou 14 pontos, contra 13 da Globo até as 0h40 da segunda-feira (20). A vitória da emissora de Edir Macedo ocorreu com a transmissão de um “resumo especial” dos primeiros episódios da minissérie “Rei Davi”.
A vitória na audiência mostrou o acerto dos diretores da emissora que tem ligação direta com a Igreja Universal do Reino de Deus. Trata-se de um fato inédito na TV brasileira.
Hoje, foram divulgados que os investimentos de SBT e Band para transmitir o Carnaval não mudaram muito a audiência tradicional das duas emissoras.
Na noite de sexta-feira (17), entre 1h45 e 3h28 da manhã, o Carnaval da Bahia, programa da Band, marcou apenas 0,5 ponto de audiência. A Record, no mesmo horário, registrou 1,3 ponto de ibope Segundo o Ibope, cada ponto equivale a 58 mil domicílios na Grande São Paulo.
O SBT, durante sua cobertura do Carnaval entre as 20h30 do sábado (18) e as 6h30 do domingo (19), alcançou apenas 1,3 ponto. No mesmo horário, a Record, marcou 5,4 pontos.
Ou seja, os programas religiosos exibidos na Record, especialmente o programa da Igreja Universal, “Fala que Eu te Escuto”, tiveram pela primeira vez mais audiência que as folias de Carnaval exibidas na Band e no SBT.
Na madrugada de domingo para segunda (20), SBT e Band perderam novamente da Record, que venceu ficou em primeiro lugar com a minissérie bíblica, passando o Carnaval da Globo. A história do rei Davi conseguiu liderar o horário enquanto a Rede Globo estava transmitindo o Carnaval. Possivelmente este seja um reflexo do crescimento do público evangélicos, que geralmente não participa da “Festa da Carne”.
Com informações Folha de SP
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21 de jan. de 2012

Religiosos que distribuíram folhetos contra gays são presos na Inglaterra



Três muçulmanos foram condenados na Inglaterra por incitar o ódio aos homossexuais. Essa condenação é a primeira depois de aprovada uma lei anti-homofobia que entrou em vigor em 2010.
Eles foram acusados de distribuir um folheto que pregava a pena de morte aos gays. Ihjaz Ali, Kabir Ahmed e Razwan Javed distribuíram o material em caixas de correio da cidade de Derby. Os folhetos tinham a imagem de um boneco enforcado e também orações islâmicas. Traziam ainda uma explicação de que a palavra gay era uma sigla para God Abhor You [Deus abomina você].
Ihjaz Ali, 42 anos, é taxista em Fairfax Road, e foi indiciado como organizador da ação, além de produzir e fornecer os folhetos. Foi considerado culpado de quatro acusações.
Kabir Ahmed e Javed Razwan, ambos de 28 anos, foram condenados pela distribuição do material na área vizinha a sua mesquita.
Mehboob Hussain, 45, e Umar Javed, 38, que foram acusados do mesmo crime, foram inocentados pelo juiz.
Os três religiosos extremistas condenados defendiam que a pena de morte era a única forma de livrar a sociedade da homossexualidade.  Diante do juiz, nesta sexta-feira, os réus justificaram que apenas fizeram um ato público contra a parada gay que aconteceria em julho de 2010 naquela cidade. Afirmaram que sua intenção não era ameaçar ninguém, queriam apenas mostrar qual a visão do Islã sobre a prática homossexual.
Uma das testemunhas que participou do julgamento é homossexual e disse ao tribunal de Derby Crown,  que recebeu os folhetos por duas vezes em sua caixa de correio. Afirmou ter ficado ‘horrorizado’ na primeira vez.
Na segunda vez disse que chamou a polícia após ver que era pedida a pena de morte para os gays. “Eles me fizeram sentir horrorizado dentro de minha própria casa. Depois disso, às vezes penso que posso encontrar uma carta bomba em minha caixa de correio ou ser atacado na rua”, disse.
Ben Summerskill, líder do grupo Stonewall , que luta pelos direitos dos LGBT, celebrou a condenação: “Ficamos satisfeitos em ver os extremistas condenados por distribuir folhetos ofensivos sugerindo que gays devem ser queimados ou apedrejados até a morte”.
Traduzido e adaptado de Yahoo News
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12 de jan. de 2012

Brasileiros estão comprando mais livros religiosos


Brasileiros estão comprando mais livros religiosos
O jornal Valor Econômico publicou nesta semana uma reportagem analisando o mercado editorial evangélico brasileiro.
Estimasse que população evangélica totalize hoje no Brasil mais de 40 milhões de pessoas. É um número considerável e, aliado ao aumento do poder de compra da classe C tem animado o mercado gospel.
Os livros de conteúdo religiosos são o segmento que mais cresce no país. A Câmara Brasileira do Livro/Fipe calcula que em 2010, os livros religiosos foram  responsáveis por 14,7% do faturamento total do mercado. Segundo dados da Associação de Editores Cristãos (ASEC), somente em livros foram vendidos R$ 479 milhões no ano passado. A expectativa é que em 2012, chegue-se a R$ 548 milhões. Isso representa um crescimento de 14,4%. Os dados mais recentes apontam que existe um crescimento nesse mercado em torno de 7% ao ano.
De olho nesses números, novas editoras tem surgido, além de parcerias com grupos internacionais e empresas não religiosas que decidiram investir na área. A editora Novo Século, por exemplo, criou a editora Ágape em outubro de 2011 e adquiriu alguns títulos e a utilização da marca da editora Naós (com 16 anos de atuação). Com isso, a nova empreitada entra no mercado com um catálogo de 200 títulos.
“Ágape”, que significa amor de Deus em grego, foi o maior sucesso da literatura religiosa no  ano passado. Escrito pelo padre Marcelo Rossi e lançado pela Globo Livros, o best-seller vendeu mais de 7,2 milhões de cópias desde o seu lançamento.
A Thomas Nelson, uma das maiores editoras cristãs do mundo, fez uma joint venture com a Ediouro, formando a Thomas Nelson Brasil.
Para Sinval Filho, coordenador executivo da ASEC, existem outras parcerias com empresas internacionais que devem ser anunciadas em breve. Essa tendência deve seguir firme nos próximos anos. O público de potenciais consumidores no Brasil tem atraído várias editoras estrangeiras. “Para algumas editoras, o Brasil representa metade de seus contratos internacionais”, diz Sinval. Afinal, calcula-se que o país seja o segundo no mundo em população cristã.
“A entrada de grandes editoras é importante para ampliar o nosso mercado”, diz Renato Fleischner, diretor de operações da editora Mundo Cristão.
Mas a distribuição ainda é deficiente, diz Sinval Filho. São apenas 1,5 mil pontos de venda evangélicos. Entre as cerca de 400 mil igrejas evangélicas do país, apenas cem podem ser considerados pontos de venda de livros. Sinval diz que mesmo se a população de evangélicos ficasse estagnada no patamar atual, seria um desafio atendê-la.
A Bíblia continua sendo o livro mais vendido do mundo. No Brasil, somente as editoras associadas à Asec vendem em média 11 milhões de exemplares de Bíblia ao ano. Isso representa 65% de todos os livros comprados por esse público.
Com o lançamento de três novos tipos de Bíblia em 2012, a editora Mundo Cristão espera crescer 15%. “Nos últimos cinco anos, crescemos quatro vezes e meia”, diz Fleischner. Mas a editora não atende apenas os evangélicos. A Mundo Cristão, além de Bíblias, vende os livros sobre oração da americana Stormie Omartian, livros infantis e obras que tratam de relacionamentos e também de negócios.
Dentro dessa visão, a Mundo Cristão adquiriu, em Portugal, a editora SmartBook, com foco em literatura de negócios. A partir de agora, a empresa terá edições em português lusitano. O catálogo da editora atualmente é de 250 títulos. Até 2013, pretende chegar aos 400.
Muitos sucessos de vendas da editora Sextante, por exemplo, tem elementos de religião e de autoajuda, como os livros de Augusto Cury, “O Monge e o Executivo” e “A Cabana”. A editora diz que cerca de um quarto do que já publicou são livros que abordam “alguma questão espiritual”
Com informações UNISINOS
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5 de jan. de 2012

Empresários cristãos investem em sex shop para casais religiosos



Empresários cristãos investem em sex shop para casais religiosos
A coluna Mulher 7×7 da revista Época comentou o crescente mercado de sex shop voltado para religiosos. Lojas virtuais passaram a vender produtos eróticos para casais que desejam aumentar a intimidade.
Para poder se adequar ao público alvo essas lojas fizeram diversas modificações em seus produtos como tirar embalagens que tivesse conteúdo de nudez e no lugar de exibir lingeries em modelos, optaram em escolher manequins.
Entre os sites de venda on-line destinados ao público cristão a jornalista Letícia Sorg cita o Intimacy of Eden que resume sua missão dizendo:  “Somos pró-casamento, somos pró-sexo, e estamos aqui para ajudar os casais a desenvolver o componente sexual da saúde conjugal. Esta loja cristã do sexo existe para ajudar os casais casados a reacender o romance e a paixão de seus casamentos – uma intimidade conjugal como a que Adão e Eva gozaram no Jardim do Éden.”
Além das medidas tomadas também por sex shops não religiosos, como enviar os pedidos de forma discreta, os empresários cristãos optam por não venderem itens que podem ferir regras religiosas como por exemplo camisinhas e brinquedo para sexo anal. Outra solução encontrada para atender ao público mais recatado foi trocar termos explícitos por uma linguagem que não ofenda. Exemplo: em vez de “borboleta estimuladora de clitóris”, vendem “estimulador vibratório”.
De acordo com a jornalista uma reportagem do Daily Beast publicou que líderes religiosos passaram a indicar os serviços desses sex shops para casais que estavam em crise, tanto que a reportagem do jornal americano ouviu uma mulher cristã que testemunha que o vibrar reacendeu seu casamento.
Mas não são só cristãos que tiveram a ideia de apimentar a relação dos casais, hoje é possível encontrar sex shops para judeus e até mesmo para muçulmanos. Todos eles defendem que o sexo é fundamental para um casamento bem-sucedido.
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2leep.com