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21 de fev. de 2012

Peugeot cria cor “Vermelho Lúcifer” mas volta atrás depois de polêmica




A fabricante de carros francesa Peugeot tem investido pesado na América Latina. Seu mais novo lançamento por aqui é o 308, fabricado na Argentina e que estreia este mês no mercado brasileiro.
Depois de precisar fazer várias adaptações em seus modelos para se adaptar ao combustível e o tipo de asfalto do Brasil, nem sempre agradou. Agora, seus novos hatches médios pretendem mudar essa história e ajudá-la a se firmar no mercado nacional.
Porém, na hora de mostrar as nove opções de cores disponíveis para o modelo 308, a empresa teve dificuldade com o vermelho metálico, uma das mais vibrantes do seu catálogo.
Na França, ela foi batizada de “Rouge Lucifer” [Vermelho Lúcifer]. Na América Latina, o tom passará a se chamar apenas “Luc”. O objetivo é evitar a rejeição de consumidores latinos mais religiosos.
“Não queremos causar polêmica no Brasil no lançamento de um produto tão importante para a Peugeot”, explica Carlos Gomes, presidente do grupo Peugeot-Citroën.
O que para alguns pode parecer bobagem, para a marca automotiva é uma preocupação genuína, afinal a religiosidade europeia a muito que não parece interferir nas escolhas dos clientes. Algo bem diferente que acontece por aqui, onde cada vez mais os religiosos, em especial os evangélicos, gostam de comentar e divulgam esse tipo de descontentamento nas redes sociais e nas igrejas.
Para evitar alguma campanha negativa ou tentativa de boicote, a Peugeot eliminou a referência a Lúcifer do seu novo tom de vermelho.
Com informações Folha.com
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14 de fev. de 2012

Cantora causa polêmica ao ser “exorcizada” no palco do Grammy




A rapper Nicki Minaj,  29,  chegou à cerimônia de premiação do Grammy  no Staples Center em Los Angeles acompanhada de um homem vestido de “Papa”. Embora muitos não entendessem sua intenção, horas depois ficaria claro para milhões de pessoas qual o seu intento.
Ela foi chamada ao palco para cantar uma faixa inédita do álbum “Pink Friday: Roman Reloaded” que será lançado em 3 de abril. A música “Roman Holiday” foi disponibilizada para compra online logo após a transmissão do Grammy. Para promover seu material, a cantora gerou controvérsia ao passar cerca de cinco minutos se contorcendo no palco, como se estivesse possuída por um  demônio.
Ela também balbuciou palavras incompreensíveis, imitando o fenômeno conhecido como “orar em línguas”.
Ao fundo, uma tela projetava imagens do filme de terror ’O Exorcista’. Logo depois, seus bailarinos fizeram uma coreografia estranha ao seu redor, todos com vestidos como religiosos católicos encapuzados.
Invadiu o palco uma grande nuvem de fumaça, além de fogos e a rapper começou a “levitar”, pendurada por cordas, ficando a alguns metros do palco.  Enquanto isso, um coral entoava trechos do hino “O Come All Ye Faithful”.
O site Christian Post classificou a performance como “uma tentativa aparentemente desesperada para tentar chamar a atenção ofendendo a fé das pessoas”.
“Essa foi a coisa mais terrível que eu já vi. Foi muito, muito desrespeitoso… Sua voz e sua música são simplesmente horríveis,  sinceramente não entendo como os produtores permitiram tal coisa”, escreveu o blog Just Jared .
“Sou só eu, ou alguém mais vê que o mal parece estar tomando conta deste país”, disse o  blog cause4liberty.
Mesmo aqueles que não são religiosos admitem que durante a apresentação, algo pareceu estar “fora do tom” comparado ao restante do Grammy.
Seus colegas músicos também pareceram ficar atordoados com o desempenho. Pouco entusiasmo foi visto na audiência se julgar-se a quantidade de aplausos. Nas redes sociais  a controvérsia continua, especialmente entre os católicos pelas menções ao papa e entre os evangélicos a reclamação era o “espaço dado ao diabo no palco”.
Em sua entrevista recente, para a reportagem de capa da New York Magazine, ele afirmou ser várias pessoas e ter diferentes personalidades, que vez por outra tomam conta dela.
O Presidente da Liga Católica Norte-amerciana, Bill Donohue rotulou a apresentação de “irresponsável”. “Se Minaj estava ou não possuída é certamente uma questão em aberto, mas sem dúvida foi uma irresponsabilidade da Academia que permitiu isso… Certamente eles nunca iriam permitir que um artista insultassem o judaísmo ou o islamismo”.
Assista:
Traduzido e adaptado de Christian Post e All Hip Hop
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11 de jan. de 2012

Declarações de Mariana e Felippe Valadão sobre a vida financeira de Jesus geram polêmica



Declarações de Mariana e Felippe Valadão sobre a vida financeira de Jesus geram polêmica
Em um programa apresentando por Alex Passos, da Rede Super, a cantora Mariana Valadão deu uma entrevista que gerou muita polêmica, ao lado de seu esposo, Felippe Valadão, eles afirmaram que Jesus não era pobre e que o burrinho usado por Ele era a “BMW da época”.
A declaração do casal incomodou diversos pastores que condenam a chamada Teologia da Prosperidade, entre eles o pastor e blogueiro Renato Vargens que escreveu um texto condenando as afirmações do casal.
“Segundo o pessoal da Lagoinha,  além de possuir um carrão, Jesus nos dias de hoje teria uma banda de música, usaria a tecnologia bem como as mídias sociais e seria um carpinteiro cheio da grana”, escreveu.
Realmente no vídeo que foi postado com trechos desse programa o casal afirmou que Jesus teria um microblog e uma banda, pois ele não se incomodava em estar rodeado de pessoas.
Mariana respondia uma pergunta referente a sua participação nas redes sociais. Foi aí que ela mencionou que Jesus não era pobre e que essa pobreza atribuída ao menino que nasceu na manjedoura precisa ser desmistificada.
Para o pastor Vargens todas as pregações das igrejas estão tratando apenas de dinheiro, fato que ele lamenta. “Lamentavelmente todas as discussões teológicas, todas as campanhas evangelísticas, além de todas as manifestações musicais só tratam de uma coisa: Dinheiro!”
Ele citou os textos de Mateus 8: 18-22 e Filipenses 4:10-13 para condenar tais teologias afirmando que Jesus não pensava em dinheiro e nem possuía riquezas, ao contrário do que muitos pastores pregam em seus púlpitos.
Veja o vídeo editado pelo blog Mero Cristianismo que também critica as afirmações do casal Valadão.
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8 de jan. de 2012

Arquidiocese de Goiânia afasta padre que usava a Bíblia nas missas


Arquidiocese de Goiânia afasta padre que usava a Bíblia nas missas
Em um país que já se acostumou a ver padres como Marcelo Rossi e Fábio de Melo atraírem multidões é de se estranhar que o sacerdote Luiz Augusto Ferreira da Silva, 51, da paróquia Sagrada Família em Goiânia seja punido por ser popular.
Chamado de “evangelizador das multidões”, em sua igreja recolhia mensalmente cerca de R$ 450 mil em dízimo (a maior arrecadação de Goiás). Além das missas concorridas, o padre liderava projetos sociais que faziam distribuição de cestas básicas, acolhi moradores de rua e ajudava dependentes químicos com parte da arrecadação. Padre Luiz levava alimentos, brinquedos e celebrava missas para as pessoas que moram em meio ao lixo depositado diariamente no aterro sanitário de Aparecida de Goiânia.
Depois de 15 anos na Sagrada Família, Luiz Augusto, teve de restringido o seu contato com os fiéis por imposição da Arquidiocese de Goiânia. Transferido de paróquia duas vezes por ordem de dom Washington Cruz, arcebispo de Goiânia, está agora proibido de celebrar missas para o público e de participar de programas de rádio e de TV.
Segundo a reportagem da revista ISATOÉ desta semana, não há um motivo claro para essa decisão.  “Trata-se de um caso de nítida perseguição a esse sacerdote, um líder nato que arrebanha multidões, mas causa inveja e ciúme”, disse à revista a odontopediatra Soraya Sebba Chater.
Ela conta que foi criada uma comunidade virtual de apoio ao padre e uma passeata em favor do padre com seis mil fiéis, além de um abaixo-assinado apoiado por cinco mil pessoas pedindo a permanência do pároco na Sagrada Família.
Entre os insatisfeitos está  Maria Dulce Loyola Teixeira, 60, que relata a indignação dos fiéis em um blog. Ela disse: “O público se manifesta, canta, há uma grande euforia nas pregações do padre Luiz Augusto. E os superiores dele veem nisso um excesso”.
Ainda segundo a  revista, um dos motivos para a censura é a liturgia empregada pelo sacerdote, pois ele usa a Bíblia e não os tradicionais folhetos em suas cerimônias. No site A Redação,a leitora Jessika Vitória, que afirma conhecer o padre e seu trabalho, deixou o seguinte comentário “Só porque ele não usava folheto na missa e fazia uso da Bíblia era perseguido”.
Um sacerdote funcionário do Tribunal Eclesiástico de São Paulo, declarou: “Eu acredito que o afastamento dele deve ter partido de uma regra disciplinar do próprio bispo local.”
Segundo a arquidiocese, Luiz Augusto  está passando por um processo de “correção da postura pastoral”, que incluem aconselhamentos com o bispo auxiliar de Goiânia, dom Waldemar Passini Dalbello.
Em sua defesa, o padre afirma apenas que “Sinceramente, não vejo motivo para eu seguir afastado… Passei pela Canção Nova (comunidade), onde padres celebram normalmente. Vejo o mesmo na Shalom. Eu não escolheria vir para cá, quando fui transferido da Sagrada Família, se soubesse que aqui eu não poderia celebrar… Se a arquidiocese tem a intenção de me corrigir, me ajudar, tudo bem. Mas seria falso se dissesse que estou contente”.
Com informações A Redação e Isto É
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1 de jan. de 2012

Evangélicas nuas: Blogs reúnem fotos de supostas evangélicas peladas ou em poses sensuais e causam polêmica

Evangélicas nuas: Blogs reúnem fotos de supostas evangélicas peladas ou em poses sensuais e causam polêmica
Um novo movimento iniciado por blogueiros que propagam fotos e temas ligados a mulheres evangélicas em poses sensuais tem atraído atenção de internautas, e virou assunto entre formadores de opinião no meio cristão.
Ainda sem um nome que defina essa nova “mania”, esses sites publicam imagens que mostram mulheres referidas como evangélicas em templos e trajes característicos, fotografadas em poses para despertar sensualidade.
Dentre esses blogs, existem os que apresentam meninas e mulheres vestidas e os que se valem do “título” evangélica para publicar imagens de mulheres cristãs famosas nuas, em fases anteriores à suas conversões, como a ex-atriz pornográfica Júlia Paes, a ex-prostituta e missionária Annie Lobert, a ex-Feiticeira Joana Prado, entre outras.
Entre as que fizeram caminho inverso, saindo da igreja para o estrelato secular, Britney Spears, que cresceu em uma Igreja Batista nos Estados Unidos, é a que mais se destaca, pois suas imagens são de nudez explícita e refletem uma conturbada fase da cantora.
Há também imagens falsas, montagens, de famosas e anônimas, como as cantoras Beyonce e Mariah Carey, e uma estudante identificada como sendo da cidade de Guarulhos, São Paulo. Todas elas recebem atenção por seus vínculos com igrejas.
No meio dos adeptos dessa versão mais explícita, existem blogueiros que criaram canais no Youtube dedicando o conteúdo exclusivamente a esse material e que usam termos mais vulgares para se referir às personagens.
O movimento tem se tornado consistente, e existem até comunidades no Orkut falando sobre o assunto. Há as comunidades em que os usuários apenas comentam o tema, e grupos que reúnem pessoas dispostas a pesquisar e publicar imagens com mulheres evangélicas em poses tidas como sensuais ou até nuas.
Esse fenômeno virtual tem atraído as próprias mulheres, que fundaram um blog intitulado “As evangélicas mais gostosas”, que se descreve como um espaço “para aqueles que amam mulher de verdade, com toda a feminilidade e uma sutil sensualidade, sem nudez ou conteúdo desrespeitoso”.
O blog reúne jovens fotografadas em igrejas, vestidas com roupas costumeiramente usadas por mulheres evangélicas e em locais como entradas de templos ou até mesmo dentro das igrejas. Novamente, as poses são pensadas para ressaltar seus atributos físicos, e há referência às denominações a que elas pertencem, como por exemplo, Congregação Cristã no Brasil e Assembleia de Deus.
O site MaisPB dedicou uma matéria ao assunto e afirma que as postagens são abastecidas por imagens enviadas pelas próprias fotografadas e que “as usuárias se definem como gostosas e aparentemente não se preocupam em provocar a lascívia”.
Em meio a toda essa polêmica, há quem diga que “o mundanismo na igreja é o óbvio ululante acerca do fenômeno. Tanto mais quando se descobre que os autores e frequentadores destes sites se dizem evangélicos e em nada, ou de forma alguma, se eximem disto ou se envergonham de suas atitudes, ao contrário, se vangloriam em sua idiotizada hipocrisia”, afirma o blogueiro Danilo Fernandes, do Genizah.
Fonte: Gospel+
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29 de dez. de 2011

Livro cria polêmica na Espanha ao prometer “curar” a homossexualidade


Livro cria polêmica na Espanha ao prometer “curar” a homossexualidade
Depois de inúmeros protestos uma rede de livraria virtual da Espanha retirou o livro “Comprender y sanar la homosexualidad” (“Compreender e curar a homossexualidade”, em tradução literal) da lista de vendas. Escrito por Richard Cohen a obra dizia que era possível curar a homossexualidade e que o próprio autor teria sido curado.
“Se estamos decididos, contamos com o amor de Deus e o apoio de outras pessoas, a cura é possível”, ressalta Cohen em entrevista publicada no site da editora que traduziu o livro para o espanhol.
O livro gerou revolta  e a Federação Andaluza de Associações LGTB (lésbicas, gays, transexuais e bissexuais) protestou dizendo que a obra ofendia os homossexuais. As redes sociais foram usadas para fazer com que a El Corte Inglés retirasse os livros de suas prateleiras até que a empresa resolveu ceder e não venderá mais o livro de Cohen.
Cohen conta que era homossexual e que voltou a ser heterossexual. Além de sua mudança ele conta que ajudou curar milhares de homens e mulheres que sentiam atração por pessoas do mesmo sexo. Os dizeres deste livro fizeram com que a Actuable, uma comunidade on-line unisse esforços para lutar contra o que eles chamam de injustiça contra as minorias.
“Foram de grande ajuda as ferramentas das novas tecnologias da informação e comunicação, que permitiram uma pronta e decisiva atividade por parte dos cidadãos”, disse o comunicado da Federação Andaluza. Para eles esse livro pode provocar uma desinformação a respeito da homossexualidade e ainda ameaçar os jovens homossexuais e suas famílias ao dizer que é uma doença que precisa ser curada.
Com informações Folha
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