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6 de fev. de 2012

Evangélica tem garganta cortada durante assalto e sobrevive




Lindsay Wood, 32, moradora da cidade de Shelby, na Carolina do Norte, tinha acabado de voltar de seu grupo semanal de estudo bíblico quanto sofreu um ataque inesperado.
Enquanto seu filho de 15 anos abriu a porta e caminhou até a calçada para colocar o lixo pra fora, um homem entrou na casa e cortou a garganta dela.
Mesmo sangrando, a senhora Wood pediu que ele, por favor, não machucasse nem ela nem seu filho. Depois, abriu sua Bíblia e começou a ler para o invasor.
Segundo a polícia, filho de Wood viu o que estava acontecendo, ficou com medo e se escondeu no quintal durante algum tempo.
A senhora Wood continuou a argumentar com o homem e ler porções da Bíblia durante uma hora e meia.
“Ela ofereceu seu carro e também dinheiro”, disse Rick Stafford, capitão da Polícia que está investigando o caso. “Mas o invasor não pegou nada, apenas ficou ouvindo o que ela dizia”.
Apesar de suas lesões, Wood conseguiu acalmar o seu agressor e até o convidou para conhecer a sua igreja. Depois de mais de uma hora de conversa, ele pediu desculpas e saiu da casa correndo.
O filho chamou os vizinhos e a senhora Wood foi levada para um hospital e recebeu 25 pontos no pescoço. Ela ainda está internada, se recuperando dos ferimentos. Os médicos não conseguem explicar como ela não morreu imediatamente, considerando a gravidade do ataque.
A polícia disse não ter conseguido identificar o homem e não está claro que ele planejava um assalto e mudou de ideia ou se pretendia outra coisa ao invadir a casa e atacar uma pessoa inocente. “Seja como for, queremos tirar ele das ruas”, disse o capitão Stafford.
Traduzido e adaptado de ABC News
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3 de fev. de 2012

Traduções da Bíblia para o árabe trocam Deus por Alá para agradar muçulmanos



Para “não ofender” os muçulmanos três editoras da Bíblia Sagrada elaboraram uma nova tradução em árabe tirando os termos Pai, Filho e Filho de Deus para não causar controvérsias nos países onde a maioria da população pertence ao Islã.
Entre as editoras que fizeram essas alterações estão a Wycliffe que trocou a palavra “Pai” por “Senhor” e “Filho” por “Messias”. Já a Frontiers trocou “Pai”, que se refere a Deus, por “Alá” e tirou ou redefiniu a palavra “Filho”. Já a editora SIL (Summer Institute of Linguistics) fez as duas alterações em sua nova versão árabe da Bíblia.
Nessas versões, que já estão sendo distribuídas em várias nações como Bangladesh, Indonésia e Malásia, versículos como os de Mateus 28:19 ficou assim: “…limparão em nome de Alá, do Messias e seu Espírito Santo”, no lugar de “batizando- os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.
Com tantas mudanças muitos missionários evangélicos, tradutores e muçulmanos ficaram indignados e muitas petições estão sendo feitas para pedir o final dessas traduções, até o momento mais de 3 mil pessoas já haviam assinado o termo.
A petição pública é o último recurso dos contestadores, porque muitas reuniões com os líderes dessas editoras já foram realizadas sobre o tema, assim como críticas e apelações dos cristãos dessas nacionalidades que estão preocupados com essas traduções e pedem para que as palavras “Pai” e “Filho” voltem a serem inseridas no texto.
Não é apenas a exclusão das palavras que está incomodando a comunidade cristã, a intenção dessas alterações também gerou críticas. Um líder de uma igreja em Bangladesh disse que um dos pontos mais problemáticos dessas novas traduções é que servem para que os muçulmanos afirmem que os cristãos são mentirosos e que mudam a Bíblia para enganar os seguidores do Islã.
O pastor turco Fikret Bocek também é contra o projeto e diz que essas novas versões são “uma ideia americana sem nenhum respeito pela santidade das Escrituras”. Sobre esse novo jeito de pregar no Oriente Médio Joshua Lingel, líder do i2Ministries escreveu um livro intitulado de “Chrislam: Como os missionários estão promovendo um Evangelho islamizado” onde faz críticas severas à pregação do evangelho aos muçulmanos.
Traduzido e adaptado de Cristianos.com
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31 de jan. de 2012

Adão ou a macacada?



Recentemente fui interpelado por um irmão com a seguinte pergunta:
“ – Um crente pode  desacreditar da existência de Adão e Eva?”
Ao que, ironicamente, de pronto, respondi:
“- Se não crê no que a Bíblia diz não é “Crente”.
Muito longe de criar uma celeuma a respeito do assunto neste pequeno espaço que me cabe comentar, preciso dizer que, segundo relatos de uma senhora que cuidou de Charles Darwin em seus últimos dias de vida, (*Lady Hope, de Northfield, Inglaterra) ele próprio, o pai do evolucionismo, lamentou os rumos que suas “Impensadas conclusões, de tempos de imaturidade” tomaram, tornando-se uma “Religião”. Sim, a ciência é a Religião dos Céticos.
A ciência é uma religião quando postula como verdade somente aquilo que se pode comprovar. Quando condena ao inferno do ostracismo os que não se alinham com seus enunciados, e eleva ao paraíso os que a ela se dobram e servem. A ciência é positivista, ou seja, é preciso ver para crer. Neste quesito conflita com as Santas Escrituras que só se pode conceber sua essência por  aquilo e Aquele que não vimos, embora  sintamos.
Houve, no século XVII um grande embate filosófico entre dois expoentes da física, filosofia e matemática: Blaise Pascal e Rennè Descartes. Descartes dizia:
“ – É impossível comprovar a existência de Deus por meio dos sentidos, pois estes nos enganam, são passíveis de influência emocional.”
Pascal refutou dizendo:
“ – É impossível comprovar a existência de Deus fora de nossos sentidos, pois estes são as portas de acesso a toda experiência humana.”
Voltando ao ponto, crer em Adão e Eva é  mais “racional” do que posicionar-se, em nome de uma falsa ciência, ao lado daqueles que postulam nossa ascendência símia, nada contra a espécie!
Conjecturar que, de sistemas simples (amebas), evoluímos para outros mais complexos, contradizem leis da própria física, notadamente da termodinâmica que declara:
“ Todos os sistemas complexos tendem a tornar-se mais simples ao longo do tempo” (Taylor, Paul. Evolucion versus a basic Law of nature).
Infelizmente muitos cristãos já foram enfeitiçados pela ciência e pelo materialismo. Não tem mais sensibilidade espiritual, não lêem a Palavra, ou quando o fazem é para contestá-la. A esses resta o pesar.
Descrer em Adão e Eva é descrer do próprio Cristo Jesus, como disserta o apóstolo Paulo em Romanos 15.14;19-21 :
“ (…) No entanto a morte reinou desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão o qual é figura daquele que havia de vir.(…)  Porque, assim como pela desobediência de um só homem muitos foram constituídos pecadores, assim também pela obediência de um muitos serão constituídos justos. Sobreveio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; para que, assim como o pecado veio a reinar na morte, assim também viesse a reinar a graça pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor.(…)”
Descrer em Adão e Eva porque não se tem indícios ou provas visíveis de suas existências é um requisito àqueles que não querem morar com Deus, pois aquilo que os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram e nem se concebeu no coração dos homens são exatamente as coisas que o Pai preparou para aqueles que n’Ele crêem e  amam.
Macacadas à parte, fico com Adão, Eva e tudo o que as Santas Escrituras nos revelam como verdade,  ainda que para a ciência  não passe de um absurdo.
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29 de jan. de 2012

Bíblia traduzida para dialeto africano gera controvérsias



A  Sociedades Bíblicas Unidas (SBU) estará lançando em 6 de agosto uma versão da Bíblia traduzida para o idioma patois, também chamado de creole, usado na Jamaica. Mas o que é comemorado por muitos como um avanço, é criticado por outros que acreditam que essa linguagem é vulgar.
O patois foi criado pelos escravos africanos para que os colonos ingleses não soubessem do que eles estão falando e ainda hoje muitas crianças precisam ser alfabetizadas em inglês, idioma oficial do país, por só conhecerem o patois.
Ao traduzir a Bíblia para esse idioma a SBU acredita que estará aproximando a Palavra de Deus da população, mas o projeto que será lançado na data de comemoração da independência da Jamaica está gerando controvérsia.
Os que contestam a tradução da Bíblia para o patois dizem que essa língua dilui a palavra de Deus e argumentam que o inglês é insubstituível. Além disso, eles alegam que o patois é uma linguagem vulgar que não traduz o sentido sacro do Livro Sagrado.
Já os líderes religiosos da Jamaica acreditam que esse lançamento vai aproximar as pessoas da Bíblia porque traz um livro em seu idioma materno, sendo assim vai ajudar a resgatar a identidade nacional. Até mesmo o site Protestante Digital da Espanha se pronunciou sobre o caso apoiando o projeto.
Os tradutores do texto sagrado também concordam que estão resgatando a identidade daquela região ao lançar uma Bíblia na língua patois. Esses tradutores explicaram que essa língua tem um ritmo próprio, formas verbais e regras gramaticais sólidas, que outorga aos jamaicanos um sentido de pertença muito particular.
Com informações ALC
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26 de jan. de 2012

Família norte-coreana esconde a Bíblia no jardim para não ser condenada



O site do Portas Abertas publicou uma história emocionando de norte-coreanos que precisam esconder suas Bíblias para não serem descobertos pelo governo daquele país que é o nº 1 na Classificação de Países por Perseguição.
Na Coreia do Norte ter um exemplar da Bíblia é absolutamente proibido e, por isso, muitos cristãos precisam manter seus exemplares escondidos para não serem condenados. Na história contada pelo refugiado cristão Lee Joo-Chan ele narra como seus pais conseguiram esconder uma Bíblia.
“Todas as noites eles iam até o jardim e desenterravam um pote. Eles tiravam um livro de capa preta e o liam. Eles sempre nos disseram para nunca falar desse livro para outras pessoas. Eu sabia que eles não estavam brincando conosco e que seríamos mortos se outras pessoas soubessem do livro proibido. Às vezes minha mãe dizia que Deus estava vivo e que nós tínhamos que obedecê-Lo.”
Depois de um tempo sua família foi captura por motivos desconhecidos e eles foram levados para trabalhar no campo. Durante esse período Chan conta que eles passaram por anos difíceis, sendo submetidos à circunstâncias horríveis enquanto a Bíblia continuava escondida no jardim.
Assim que a família foi libertada, ela passou a ser acompanhada pelo ministério Portas Abertas através do irmão Simon, um ponto de contato entre o ministério e os cristãos perseguidos daquele país. “Eles eram tão gratos, eles nos deram essa Bíblia”, disse Simon que também afirmou que conseguiu entregar à família um exemplar novo da Bíblia Sagrada.
Simon acredita que um dia as Bíblias, hinários e outros materiais cristãos, que a Portas Abertas tem recebido nos últimos anos, serão trazidos novamente para a Coréia do Norte. “Então poderemos mostrar que ao povo norte-coreano o infinito e indestrutível poder da Palavra de Deus”, disse ele.
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24 de jan. de 2012

Cantora famosa diz que autores da Bíblia estavam “bêbados e chapados”



Um tribunal decidiu que Dorota Rabczewska, uma das mais famosas estrelas da música pop da Polônia é culpada de ofender os sentimentos religiosos e condenada a pagar uma indenização  de 1.450 dólares. A cantora, que usa o nome artístico de Doda, foi considerada culpada por afirmar publicamente que os escritores da Bíblia estavam bêbados e chapados ao escreverem as Sagradas Escrituras.
Doda, 27, fez essa declaração em uma entrevista para o jornal Gazeta Dziennik Prawna. Na mesma ocasião afirmou: “mais pessoas acreditam em dinossauros do que na Bíblia,” e acrescentou: “É difícil acreditar em algo escrito por alguém que estava embriagado com vinho e fumado maconha. ”
De acordo com o site Nerve.com estas palavras enfureceram os grupos católicos na Polônia, que abriram um processo contra ela. Ryszard Nowak, presidente da Comissão de Defesa, entidade que afirma lutar contra as seitas no país, levou o caso a julgamento.
Não é a primeira vez que Nowak processa um artista.  Adam Darski, ex-noivo de Doda e líder da banda de death metal  Behemoth já sofreu processo similar. Ele rasgou um exemplar da Bíblia durante um show em setembro de 2007 e disse que a Igreja Católica era “o culto aos maiores assassinos do planeta”.
O argumento de Nowak é que a declaração da cantora violou o Código Penal da Polônia, que diz: ”Aquele que ofende os sentimentos religiosos de outras pessoas, por ultrajar em público um objeto de adoração ou no espaço de execução pública dos ritos religiosos, estará sujeita a multa, restrição de liberdade ou prisão por dois anos”.
O julgamento começou em maio de 2011, e os advogados da cantora alegram que o processo não era válido, pois sua cliente tem o direito de liberdade de expressão .
O promotor discordou, dizendo ao tribunal que ela ofendeu os sentimentos religiosos de ”milhões de pessoas”, incluindo judeus, evangélicos, católicos e todos os que creem na Bíblia.
Doda argumentou que falou sobre maconha por ser algo “usado para curar”, porque durante os tempos bíblicos não existia aspirina e que o álcool a que se referiu era o “vinho sacramental”. Também pediu desculpas, dizendo que não tinha intenção de ofender ninguém.
No entanto, as explicações da cantora não convenceram  o Tribunal de Varsóvia que considerou Doda culpada por ofender os sentimentos religiosos. Ela pagou e multa e foi liberada.
No final do ano passado, o programa de Jô Soares veiculado na rede Globo mostrou uma entrevista com os músicos Moraes Moreira, Tom Zé e Henrique Dantas. Durante o programa, eles relataram que fumavam maconha em baseados feitos com as folhas de uma Bíblia.
O apóstolo René Terra Nova criticou o episódio em sua conta no Twitter, afirmando que Jô e seus convidados “zombaram da situação e menosprezaram o valor inenarrável da Bíblia Sagrada”.
Logo em seguida iniciou um movimento pela internet, exigindo que eles se desculpassem publicamente. Até agora nem Jô Soares nem os músicos se pronunciaram sobre o caso.
Traduzido e adaptado de Notícias Cristianas
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19 de jan. de 2012

Bíblia livra porteiro de ser assassinado durante assalto


Na noite da última segunda-feira, 16, um porteiro de 47 anos escapou da morte por ser evangélico. Ao ser abordado por quatro homens armados ele mostrou a Bíblia e um dos assaltantes teve piedade e não atirou dizendo que ele é um homem de fé.
O caso aconteceu em Vitória, Espírito Santo, e de acordo com o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) da cidade o assaltante viu o Livro Sagrado e perguntou para a vítima se ele era evangélico. Como o porteiro disse que sim, o suspeito então completou: “Só não vou te matar, porque você é um homem de fé”.
Os bandidos levaram  computadores, cadeiras, um televisor, um DVD, baterias de carro e bebedouros de um galpão onde o porteiro trabalha na Avenida Vitória. O trabalhador foi preso dentro do banheiro, com as mãos amarradas para trás, até que o bando fugisse.
Para os policias a vítima contou que os bandidos quebraram a vidraça e entraram no galpão, obrigando-o a deitar no chão e manter a cabeça baixa. Ao saírem, eles prometeram voltar para buscar o restante das coisas.
O evangélico aguardou um tempo e conseguiu se soltar, correu para a rua e foi até ao DPJ pedir ajuda e contar o ocorrido. A polícia fez buscas pela região, mas não encontrou os suspeitos.
Com informações Gazeta On-line
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11 de jan. de 2012

Um soldado cristão pode matar durante uma guerra? O que a Bíblia fala sobre isso?



'Matei 255 pessoas e não me arrependo', diz ex-atirador americano Chris Kyle, em livro lançado nos Estados Unidos
O atirador reformado Chris Kyle ficou conhecido no Exército americano por ter matado 255 pessoas no Iraque se tornando o atirador mais letal da história da corporação. Mas apesar de parecer uma coisa ruim o soldado não se arrepende e diz está com a consciência tranquila diante de Deus.
“Era meu dever. Não me arrependo”, escreve Kyle que comentou que adorava o que fazia. O atirador esteve quatro vezes em missão no Iraque e escreveu um livro contando sobre isso, o “American Sniper” (“Atirador de elite americano”, em uma tradução livre e literal)  que está sendo lançado pela editora HarperCollins.
“Meus tiros salvaram vários americanos cujas vidas claramente valiam mais que o daquela mulher de alma distorcida,” disse ele.
Gospel Prime conversou com pastores para saber o que a Bíblia fala a respeito do serviço militar, já que em uma de suas falas Kyle diz que “Deus soprou” uma bala que matou um homem que estava a 2.100 metros de distância dele.
Para o pastor Jarbas Aragão da Igreja Batista a Bíblia é clara ao condenar o homicídio. “Um dos 10 mandamentos é ‘não matarás’, que seguidamente é interpretado pelos estudiosos como ‘não assassinarás’, ou seja, matar sem motivo ou por maldade”, diz ele.
Mas a respeito do serviço militar Jarbas diz que as Escrituras se referem a Deus como “Senhor dos Exércitos” e narra muitas batalhas. E não é só isso: “No Novo Testamento, Jesus encontrou com soldados romanos que estavam cumprindo ordens e não os censurou por matar, disse apenas que deveriam se contentar com seu salário e não se corromper (Lc 3:14). Em Mateus 8:5-10 e Atos 10 lemos sobre a fé de soldados que não foram recriminados por Jesus por terem matado ninguém”.
O pastor Zwinglio Rodrigues também apoia o trabalho militar, desde que usado de acordo com a Lei. “Visto que Deus deu ao Estado o direito de vida ou morte sobre o cidadão com vistas à manutenção da ordem social [Rm 13:1-5], eu entendo ser legítima a ação policial que venha redundar na morte de malfeitores”, opina.
Jesus o Príncipe da Paz
Apesar de não ter como afirmar biblicamente que soldados podem “cumprir” seu dever de tirar a vida de alguém, o pastor batista explica que a questão passa a ser mais moral que teológica. “Se um policial ou soldado pode matar em serviço? Pode. Um policial ou soldado deve matar em serviço? Depende. Se for para proteger a sua vida é compreensível. Mas se é por abuso de autoridade ou simples prazer, a motivação é equivocada e pecaminosa”, explica.
Jarbas tem uma opinião pessoal a respeito do assunto que é a seguinte: um cristão não deve sequer ter portes de arma ou servir ao exército. Mas ele como pastor já acompanhou policiais civis e militares que davam bom testemunho cristão, mesmo já tendo matado outras pessoas para proteger a sociedade do mal.
O pastor da Igreja Batista Viva vai além e comenta sobre a questão de matar apenas em legítima defesa. “A morte de um infrator em confronto com os representantes do Estado só pode ser admitida no caso de legítima defesa. A parte disso, o fato consumado ganha contornos de infração da Lei visto que até os bandidos tem direitos previstos na legislação brasileira”, diz Rodrigues.
Para quem trabalha como soldado ou policial o pastor Jarbas Aragão tem um conselho: “acredito que aqueles cristãos que se alistam no exército ou desejam entrar para a polícia reflitam e orem sobre sua decisão, sabendo que matar pode fazer parte de suas atividades”.
Zwinglio também fala sobre os cristãos que trabalham como policiais dizendo que essas pessoas precisam ser controladas pelo Espírito Santo. “Entendo que é imprescindível que esta pessoa investida de autoridade tenha o seu temperamento controlado pelo Espírito Santo, pois sua missão final é sempre fazer o bem e nunca extrapolar limites que caracterizem seu ato como um mal”.
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8 de jan. de 2012

Arquidiocese de Goiânia afasta padre que usava a Bíblia nas missas


Arquidiocese de Goiânia afasta padre que usava a Bíblia nas missas
Em um país que já se acostumou a ver padres como Marcelo Rossi e Fábio de Melo atraírem multidões é de se estranhar que o sacerdote Luiz Augusto Ferreira da Silva, 51, da paróquia Sagrada Família em Goiânia seja punido por ser popular.
Chamado de “evangelizador das multidões”, em sua igreja recolhia mensalmente cerca de R$ 450 mil em dízimo (a maior arrecadação de Goiás). Além das missas concorridas, o padre liderava projetos sociais que faziam distribuição de cestas básicas, acolhi moradores de rua e ajudava dependentes químicos com parte da arrecadação. Padre Luiz levava alimentos, brinquedos e celebrava missas para as pessoas que moram em meio ao lixo depositado diariamente no aterro sanitário de Aparecida de Goiânia.
Depois de 15 anos na Sagrada Família, Luiz Augusto, teve de restringido o seu contato com os fiéis por imposição da Arquidiocese de Goiânia. Transferido de paróquia duas vezes por ordem de dom Washington Cruz, arcebispo de Goiânia, está agora proibido de celebrar missas para o público e de participar de programas de rádio e de TV.
Segundo a reportagem da revista ISATOÉ desta semana, não há um motivo claro para essa decisão.  “Trata-se de um caso de nítida perseguição a esse sacerdote, um líder nato que arrebanha multidões, mas causa inveja e ciúme”, disse à revista a odontopediatra Soraya Sebba Chater.
Ela conta que foi criada uma comunidade virtual de apoio ao padre e uma passeata em favor do padre com seis mil fiéis, além de um abaixo-assinado apoiado por cinco mil pessoas pedindo a permanência do pároco na Sagrada Família.
Entre os insatisfeitos está  Maria Dulce Loyola Teixeira, 60, que relata a indignação dos fiéis em um blog. Ela disse: “O público se manifesta, canta, há uma grande euforia nas pregações do padre Luiz Augusto. E os superiores dele veem nisso um excesso”.
Ainda segundo a  revista, um dos motivos para a censura é a liturgia empregada pelo sacerdote, pois ele usa a Bíblia e não os tradicionais folhetos em suas cerimônias. No site A Redação,a leitora Jessika Vitória, que afirma conhecer o padre e seu trabalho, deixou o seguinte comentário “Só porque ele não usava folheto na missa e fazia uso da Bíblia era perseguido”.
Um sacerdote funcionário do Tribunal Eclesiástico de São Paulo, declarou: “Eu acredito que o afastamento dele deve ter partido de uma regra disciplinar do próprio bispo local.”
Segundo a arquidiocese, Luiz Augusto  está passando por um processo de “correção da postura pastoral”, que incluem aconselhamentos com o bispo auxiliar de Goiânia, dom Waldemar Passini Dalbello.
Em sua defesa, o padre afirma apenas que “Sinceramente, não vejo motivo para eu seguir afastado… Passei pela Canção Nova (comunidade), onde padres celebram normalmente. Vejo o mesmo na Shalom. Eu não escolheria vir para cá, quando fui transferido da Sagrada Família, se soubesse que aqui eu não poderia celebrar… Se a arquidiocese tem a intenção de me corrigir, me ajudar, tudo bem. Mas seria falso se dissesse que estou contente”.
Com informações A Redação e Isto É
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