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31 de jan. de 2012

Missionária evangeliza através de série de TV em país africano




Em São Tomé e Príncipe, na África, a Junta de Missões Mundiais da Convenção Batista Brasileira conseguiu produzir um seriado que tem como objetivo falar dos problemas daquele país a luz da Bíblia, podendo não só divulgar a Igreja Batista como também o Evangelho.
A ideia de produzir um seriado partiu da missionária Renata Santos de Oliveira que dirigiu a série “Reviravolta” em 2010. Desde então ela tenta colocar a trama no ar da única televisão que tem naquele país até que conseguiu.
Hoje a série Reviravolta é exibida todas as terças-feiras às 16h com reprise aos domingos. “Quando divulgamos a ideia, muitos fingiram que não ouviram, outros diziam que era quase impossível realizar um projeto tão ousado”, conta a missionária que precisou de muitas orações para poder levar o projeto a diante.
Os batistas estão em São Tomé e Príncipe há 12 anos realizando trabalhos de evangelização e trabalhos sociais, mas a maior parte da população não conhecia o ministério. Os principais problemas do país são AIDS, violência doméstica, falta de água potável e outros, assuntos tratados na série.
“Deus tem nos abençoado muito. A igreja batista, antes desconhecida, está ajudando a construir uma parte importante desse país, e nome do nosso Deus está sendo glorificado, pois estamos levando Jesus Cristo diretamente para dentro da casa das pessoas, e tudo isso de uma forma que agrada e atrai a atenção da população”, afirma Renata.
A missionária tem certeza de que esse projeto nasceu primeiramente no coração de Deus e que ele está servindo para levar o evangelho a toda a população. Os resultados estão sendo tão positivos que o canal de televisão já sugeriu a exibição de “Reviravolta” também aos sábados, ou seja, transmitindo a série três vezes por semana.
Com informações JMM
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29 de jan. de 2012

Bíblia traduzida para dialeto africano gera controvérsias



A  Sociedades Bíblicas Unidas (SBU) estará lançando em 6 de agosto uma versão da Bíblia traduzida para o idioma patois, também chamado de creole, usado na Jamaica. Mas o que é comemorado por muitos como um avanço, é criticado por outros que acreditam que essa linguagem é vulgar.
O patois foi criado pelos escravos africanos para que os colonos ingleses não soubessem do que eles estão falando e ainda hoje muitas crianças precisam ser alfabetizadas em inglês, idioma oficial do país, por só conhecerem o patois.
Ao traduzir a Bíblia para esse idioma a SBU acredita que estará aproximando a Palavra de Deus da população, mas o projeto que será lançado na data de comemoração da independência da Jamaica está gerando controvérsia.
Os que contestam a tradução da Bíblia para o patois dizem que essa língua dilui a palavra de Deus e argumentam que o inglês é insubstituível. Além disso, eles alegam que o patois é uma linguagem vulgar que não traduz o sentido sacro do Livro Sagrado.
Já os líderes religiosos da Jamaica acreditam que esse lançamento vai aproximar as pessoas da Bíblia porque traz um livro em seu idioma materno, sendo assim vai ajudar a resgatar a identidade nacional. Até mesmo o site Protestante Digital da Espanha se pronunciou sobre o caso apoiando o projeto.
Os tradutores do texto sagrado também concordam que estão resgatando a identidade daquela região ao lançar uma Bíblia na língua patois. Esses tradutores explicaram que essa língua tem um ritmo próprio, formas verbais e regras gramaticais sólidas, que outorga aos jamaicanos um sentido de pertença muito particular.
Com informações ALC
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