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8 de fev. de 2012

Advogado diz que Igreja Maranata inventou suposto desvio para enganar fiéis




De acordo com Leonardo Schuler, advogado de defesa do ex-vice-presidente da Igreja Maranata e de um contador, os líderes da instituição estariam mentindo ao abrirem um processo na Justiça do Espírito Santo alegando que os ex-membros teriam desviados mais de R$20 milhões dos dízimos.
Para o profissional tal acusação “é uma forma de ludibriar os fiéis” já que a própria instituição abriu uma investigação que gerou uma auditoria externa ainda não concluída para verificar o desvio de R$ 42 milhões.  ”Causa muita estranheza pedir R$ 2 milhões e processar apenas duas pessoas, quando há todo um sistema”, conta.
Apesar das fortes acusações contra os membros, o advogado informa que eles não pretendem entrar na justiça contra a Igreja Maranata. “Não vamos tomar nenhuma medida, fazemos isso apenas para dar satisfação ao público. Além de dízimos doados, são vidas dedicadas à igreja.
Vamos fiscalizar a Justiça e esperamos que eles apurem mais profundamente essa situação”, informa.
No domingo as notícias sobre o processo aberto pela denominação contra três pastores e um contador ganharam destaque na mídia e dividiram opiniões entre os frequentadores da denominação fundada há 43 anos, hoje com 5,5 mil templos espalhados pelo Brasil.
Na acusação consta um esquema de desvio de dízimos que eram destinados à criação de empresa irregular, contrabando, além de fraudes ao Fisco e ao sistema financeiro. O Ministério Público foi acionado para investigar o caso e as auditorias externas também continuarão até que novas provas e documentos sejam encontrados.
Um ex-membro que não se identificou falou sobre o tema para a reportagem do G1. “Lá não se pode questionar nada. O pastor que saiu, saiu porque questionou o presidente acerca do desvio e foi afastado de todos os cargos. Está havendo cobertura da atual presidência, apesar do processo que corre em juízo e do procedimento administrativo aberto por eles mesmos”, relata.
Com informações G1
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3 de fev. de 2012

Padre abençoa fiéis que não podem comparecer à missa pela internet


A revolução tecnológica está sendo bem aproveitada pelas igrejas, prova disso é o novo projeto do padre Carlos de Figueiredo de Cianorte, Paraná, ele agora dá a “benção online” aos fiéis que não puderem comparecer à missa através de seu perfil no Facebook.
“Meu objetivo principal é levar a palavra de Deus, eu dou essa benção exatamente para isso”, diz o religioso. No site da igreja é possível pedir conselhos e até mesmo acender uma vela virtual que ficará acesa por sete dias.
A ideia de Figueiredo tem agradado os membros da igreja, entre eles Maurício Velasco que deu entrevista ao site G1 falando sobre o que achou dessa proposta. “Tem dias que a gente não pode ir à missa. A gente procura sempre que pode estar presente, mas essa benção dele diária para a gente que sai para trabalhar, para a gente que sai para viajar, é uma coisa assim que deixa a gente mais tranquilo, mais confortado durante o dia”.
Mas é claro que a internet não substitui o templo físico e os fiéis sabem disso, mas de alguma maneira esse contato virtual faz com que as pessoas se sintam mais próximas do sacerdote e ainda recebem uma mensagem de Deus. “Você receber uma benção vinda do seu padre, do padre da sua paróquia, do seu santuário aqui, parece que é mais próximo de você”, diz a fiel Patrícia Nabhan, membro da igreja.
Em seu perfil na rede social o padre Carlos recebe pedidos de amizade de fiéis de diversas partes do Brasil, todos os dias ele precisa aprovar novos amigos onde pode dar conselhos, fazer orações e etc. “Todos os dias tem alguém pedindo alguma coisa, uma intercessão, um conselho, alguma coisa específica, alguma coisa relacionada à saúde”, explica.
Com informações G1
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2 de fev. de 2012

PT estaria planejando calar lideranças evangélicas para ocupar influência política junto aos fiéis

PT estaria planejando calar lideranças evangélicas para ocupar influência política junto aos fiéis
O jornalista Reinaldo Azevedo, da revista Veja, publicou matéria em que afirma que o petista Gilberto Carvalho pretende disputar a influência por liderança do meio evangélico. Segundo o relato do jornalista, durante uma palestra, Carvalho afirmou que “é preciso fazer uma disputa ideológica com os líderes evangélicos pelos setores emergentes”.
Para o articulador político do Partido dos Trabalhadores, o setor evangélico é uma força “emergente”, e quem obtiver influência ou simpatia dos líderes dessa parcela da população, terá mais força política nas eleições, segundo informações do jornalista Azevedo.
A matéria cita ainda que o planejamento do partido pretende anular o poder de mobilização das igrejas evangélicas, “especialmente nas questões relativas a costumes” e quer ter todos os setores da sociedade sob influência direta: “Mesmo os movimentos de crítica e reação hão de estar subordinados a este ente. Haver organismos, entidades, grupos ou religiões que cultivem valores fora do abrigo do partido é inaceitável”, escreve.
O ideal petista, segundo o artigo do jornalista, é a “completa laicização da sociedade, sem espaço para a moral privada ou de grupo. Teses como descriminação do aborto, legalização das drogas, união civil de homossexuais, proselitismo sexual nas escolas (nego-me a chamar de “educação” o tal kit gay, por exemplo) tendem a encontrar resistência. E as vozes que lideram essa resistência costumam ser justamente as dos evangélicos”.
O Pastor Silas Malafaia anunciou que neste dia 31 de Janeiro iria comentar as afirmações do político petista, mas até o fechamento desta matéria o líder da Igreja Vitória em Cristo não havia se pronunciado.
Fonte: Gospel+
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25 de jan. de 2012

Católicos acrescentam elementos “exóticos” nas missas para conquistar mais fiéis


As decisões do Concílio Vaticano II (1962-1965) geraram uma divisão dentro da Igreja Católica Romana. Embora alguns alegassem o abandono da tradição, com missas em latim e o sacerdote de costas para o povo, outras acreditavam que era hora de uma “abertura”. Mais tarde, com o avanço dos evangélicos e a considerável diminuição na frequência das missas por parte dos católicos, muitas foram às inovações.
Nem só das músicas e coreografias de padres como Marcelo Rossi e Fábio de Melo vive a Igreja Católica brasileira. Já existem celebrações com elementos culturais típicos de uma região ou grupo de pessoas. Surgiram assim missas tão diferentes como latina, gauchesca, afro, árabe e até sertaneja.  “Na verdade, a eucaristia e os sacramentos são os mesmos. Todas essas celebrações fazem parte do que se convencionou chamar ritos litúrgicos ocidentais da Igreja Católica. Apenas foram feitas adaptações, de acordo com as peculiaridades de cada região ou grupo” explica Antônio Aparecido Pereira, da Arquidiocese de São Paulo.
Há missas bem tradicionais, que fazem o fiel se sentir em alguma catedral da Idade Média.  Na Paróquia São Paulo Apóstolo, na capital paulista, é possível ver no altar o padre Aldo de costas para os fiéis, em direção ao Oriente, anunciando o evangelho em latim. Essa missa segue o chamado “antigo Rito Romano”.  O padre usa inclusive as vestimentas medievais típicas. Além da batina preta, o padre usa uma túnica branca por cima e uma estola sobre o pescoço.
Com o consentimento do Vaticano e a orientação do bispo ela é celebrada uma vez por semana.  Essas missas foram autorizadas em 2007 pelo Papa Bento XVI numa tentativa de reaproximar os católicos insatisfeitos com as reformulações propostas pelo Concílio Vaticano II.
No sul do Brasil, há muito que já é comum a chamada “missas crioulas”, que foram idealizadas pelo padre Paulo Murab Aripe e tiveram início nos Centros de Tradição Gaúcha (os CTGs). As celebrações utilizam símbolos da cultura gauchesca e inclusive expressões típicas foram incorporadas às homilias.  Cuia de chimarrão, espeto de churrasco e lampiões ornamentam o altar.
Os cânticos são entoados no ritmo dos violeiros, e quase todos os fiéis trajam  bombachas e botinas, enquanto as mulheres usam os vestidos característicos.
Adriano Rizzi, responsável pelo CGT Capitão Ribeiro, na cidade de Capitão, Rio Grande do Sul, explica como acontece a missa no galpão: “Há sete anos introduzimos a ‘missa crioula’ às celebrações do CTG e, a cada vez, um novo elemento é apresentado. Certo dia, por exemplo, o padre dispensou o sermão e pediu para algum voluntário declamar o texto de um poeta da região”,
Em São João de Meriti, perto da capital do Rio de Janeiro, as missas conduzidas pelo Frei Athaylton Jorge Monteiro Belo, o frei Tatá,  usam o atabaque para ditar o ritmo da celebração. Na Paróquia de São João Batista, o instrumento de percussão que muitas vezes foi associado à umbanda e ao candomblé é ponto central da missa. Além da música animada, as cores vibrantes das roupas e colares dos fiéis são características marcantes da missa afro. Durante o ofertório, as mulheres dançam ao som dos tamborins com cestas de frutas, legumes e pães, que são divididas por todos no final do ritual.
Frei Tatá explica “A missa afro ganhou força no Brasil na preparação da campanha da fraternidade sobre o sobre o negro, em 1988 [Centenário da Abolição da Escravatura]. Quando vim pra cá em 1997, ela já havia sido consolidada por frei David Raimundo dos Santos, da Educafro, que envolveu padres, religiosos e leigos da América Latina e Caribe, com alguns teólogos ligados à teologia da libertação”, explica.
Já os imigrantes descendentes de sírios e libaneses, que ainda  preservam a língua árabe inclusive nas missas, procuram a paróquia Nossa Senhora do Paraíso, em São Paulo. Essa é apenas uma das igrejas greco-católicas melquitas do país. O rito melquita, assim como o maronita, possui uma estrutura muito parecida com o rito da Igreja Católica Latina Romana (primeiro a liturgia e depois a oferenda), que tem suas raízes nos rituais da época de Constantinopla e que foram elaborados por São João Crisóstomo.
“Na Nossa Senhora do Paraíso, como temos uma comunidade árabe, fazemos a missa em grego, árabe e português duas vezes por semana.”, explica o padre sírio. “A missa é mantida assim por tradição, porque os imigrantes, especialmente os mais velhos, gostam de assistir a missa na língua que aprenderam quando crianças, sentem-se mais próximos. Também aparecem curiosos e fiéis de outras paróquias, que acham esse tipo de ritual interessante”.
Em um telão na igreja é projetada a transcrição das partes da cerimônia feitas em árabe e grego. A leitura do Evangelho é feita em árabe e português e as partes responsoriais, em que  os fiéis respondem ao sacerdote, são feitas por um coral, em grego.
Em Guarinos, interior de Goiás, as missas e cerimônias como casamentos, são feitas ao som de música caipira, numa verdadeira “missa sertaneja”.  Valdivino Borges Junior, conhecido como  padre Junior Periquito é o responsável pela adaptação das cerimônias da Santa Sé.
“É uma celebração da missa como as outras. A diferença é que ela está carregada de elementos sertanejos e agropecuários”, explica o sacerdote que  alia à batina, o chapéu de vaqueiro e um berrante. Devido ao sucesso das celebrações, reuniu uma banda de quatro músicos e gravou, no ano passado, o primeiro CD e DVD “Missa Sertaneja – Pe. Junior Periquito”. Ele diz que hoje recebe dois ou mais convites por mês e como muitos de seus encontros são itinerantes, o Padre Periquito mantém um blog e um perfil no Twitter para avisar os fiéis dos locais de reunião.
Com informações do Canal Delas – IG
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Bispo da Igreja Universal incentiva fiéis a assistirem minissérie sobre Rei Davi na Record


O bispo Renato Cardoso, genro de Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, escreveu em seu blog que é importante que os cristãos assistam à minissérie que estreia nesta terça-feira, 24, na Rede Record, sobre a vida do Rei Davi.
A trama custou R$ 25 milhões aos cofres da emissora e vai contar os principais fatos que aconteceram na vida do pastor de ovelhas que se tornou o Rei de Israel. Serão 29 capítulos transmitidos sempre às terças e quintas-feiras a partir das 23h.
Para Cardoso é importante que os cristãos assistam essa minissérie, pois serão relatadas múltiplas experiências da vida e fé de Davi com riqueza de detalhes mostrados nas Escrituras. A trama foi escrita por Vivian de Oliveira e tem a Bíblia como base.
“Ao seguir a trajetória de Davi, você se encontrará no caminho de um homem que conheceu a Deus intimamente. Acompanhar a sua história é aproximar-se de Deus”, disse o bispo da IURD.
Citando o Salmos 27:4 que diz “Uma coisa peço ao SENHOR, e a buscarei: que eu possa morar na Casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do SENHOR e meditar no seu templo”, Renato Cardoso explica que Davi sempre desejou ter contato com o Senhor.
“Ele não pediu um exército invencível, nem mais fama ou riqueza, nem a conquista de nações inimigas, e nem saúde própria ou o bem para sua família; mas viver na Casa do Senhor, todos os dias, para admirá-Lo e buscar Sua orientação”, escreveu.
Os 29 capítulos vão mostrar as histórias que começam desde o capítulo 16 de 1 Samuel, passando por todo o livro de 2 Samuel e encerrando em 1 Reis capítulo 2. “Ele não pediu um exército invencível, nem mais fama ou riqueza, nem a conquista de nações inimigas, e nem saúde própria ou o bem para sua família; mas viver na Casa do Senhor, todos os dias, para admirá-Lo e buscar Sua orientação”.
Com informações Arca Universal
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21 de dez. de 2011

Bispos da Igreja Universal fazem clamor pelas fotos de fiéis no Templo de Salomão



Bispos da Igreja Universal fazem clamor pelas fotos de fiéis no Templo de Salomão
Na última segunda-feira, 19, bispos e pastores da Igreja Universal do Reino de Deus se reuniram para orar pelas fotos dos membros que estão participando do propósito doTemplo de Salomão. As fotografias serão colocadas nas colunas do templo indicando profeticamente que assim como esse grandioso prédio a vida de cada uma delas também passará por uma evolução.
A reunião foi transmitida pela IURD TV ao meio-dia e foi liderada pelo bispo Romualdo Panceiro juntamente com o bispo Jadson Santos. O Templo de Salomão está sendo construído na avenida Celso Garcia, no bairro do Brás em São Paulo.
Durante o programa foi lido o trecho de Apocalipse 3:12 que diz: Ao vencedor, fá-lo-ei coluna no santuário do meu Deus, e daí jamais sairá; gravarei também sobre ele o nome do meu Deus, o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém que desce do céu, vinda da parte do meu Deus, e o meu novo nome.
Em seguida o bispo Jadson profetizou sobre as fotos: “Queremos que, assim como essas colunas estão sendo erguidas, a vida dessas pessoas também sejam transformadas, e que as próximas fotos que tirarem estejam em outra condição, feliz, com novo semblante”.
A obra da IURD pretende ser uma réplica do Templo de Salomão descrito na Bíblia. A igreja passará a ter espaço para 13 mil pessoas se tornando um dos maiores templos religiosos do Brasil e do Mundo. A megaigreja está sendo construída em uma área de 70 mil m2 e deve custar aproximadamente R$200 milhões.
Com informações Arca Universal
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