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3 de fev. de 2012

Padre abençoa fiéis que não podem comparecer à missa pela internet


A revolução tecnológica está sendo bem aproveitada pelas igrejas, prova disso é o novo projeto do padre Carlos de Figueiredo de Cianorte, Paraná, ele agora dá a “benção online” aos fiéis que não puderem comparecer à missa através de seu perfil no Facebook.
“Meu objetivo principal é levar a palavra de Deus, eu dou essa benção exatamente para isso”, diz o religioso. No site da igreja é possível pedir conselhos e até mesmo acender uma vela virtual que ficará acesa por sete dias.
A ideia de Figueiredo tem agradado os membros da igreja, entre eles Maurício Velasco que deu entrevista ao site G1 falando sobre o que achou dessa proposta. “Tem dias que a gente não pode ir à missa. A gente procura sempre que pode estar presente, mas essa benção dele diária para a gente que sai para trabalhar, para a gente que sai para viajar, é uma coisa assim que deixa a gente mais tranquilo, mais confortado durante o dia”.
Mas é claro que a internet não substitui o templo físico e os fiéis sabem disso, mas de alguma maneira esse contato virtual faz com que as pessoas se sintam mais próximas do sacerdote e ainda recebem uma mensagem de Deus. “Você receber uma benção vinda do seu padre, do padre da sua paróquia, do seu santuário aqui, parece que é mais próximo de você”, diz a fiel Patrícia Nabhan, membro da igreja.
Em seu perfil na rede social o padre Carlos recebe pedidos de amizade de fiéis de diversas partes do Brasil, todos os dias ele precisa aprovar novos amigos onde pode dar conselhos, fazer orações e etc. “Todos os dias tem alguém pedindo alguma coisa, uma intercessão, um conselho, alguma coisa específica, alguma coisa relacionada à saúde”, explica.
Com informações G1
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24 de jan. de 2012

Palavra cruzada de publicação ligada à AD diz que Jônatas e Davi eram amantes



O relacionamento entre Jônatas, filho de Saul, e Davi divide a opinião de muitos líderes religiosos, mas a grande maioria, principalmente pastores de igrejas tradicionais e pentecostais concordam que eles possuíam uma amizade muito grande.
Mas por um erro de uma revista da Assembleia de Deus de Campo Grande, no Rio de Janeiro, as palavras cruzadas apontam que o relacionamento entre eles era de amante. O erro chamou atenção do blogueiro Júlio Severo que postou o jogo de Palavras Cruzadas em seu blog.
De fato as dicas pedem para que o campo seja preenchido com seis letras sendo que as duas primeiras são A e M. Ao completar o quadro o leitor pode ficar assustado, mas na página de respostas está a palavra AMANTE.
O blogueiro então informa que a revista é dirigida pelo Pr. Daniel Malafaia, parente do Pr. Silas Malafaia e por isso Júlio se questiona se “influência gay e midiática chegou a um ponto catastrófico nas igrejas evangélicas”. Seria esse apenas um erro da publicação ou de fato a AD de Campo Grande acredita que entre Jônatas e Davi rolava algo além da amizade?
“Peço aos leitores do meu blog que enviem ao Pr. Daniel Malafaia uma cópia das excelentes pregações do Pr. Silas Malafaia contra as mentiras da agenda gay. Aliás, mandem uma cópia para toda a liderança dessa igreja, pois se Jônatas e Davi eram homossexuais por serem muito amigos, então o que dizer de nós, homens cristãos, que somos apaixonados por Jesus Cristo?”, escreve o blogueiro.
Júlio Severo é um dos blogueiros cristãos mais conhecidos não só no Brasil como em outros países, além de seu blog pessoal ele também posta em blogs pró-família em diversas línguas, alertando pessoas do mundo inteiro sobre problemas políticos que podem interferir na família como o caso da PL 122/2006 entre outros.
Por sua posição contrária ao homossexualismo o blogueiro já foi diversas vezes ameaçado e precisou deixar o país. Mesmo em outra localidade ele continua sendo a voz não só de evangélicos como também de pessoas de outras religiões que também não apoiam a agenda gay e todas as movimentações políticas para beneficiar a homoafetividade.
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21 de jan. de 2012

jornal afirma: “Se continuar presidente, Obama representa uma ameaça à existência de Israel”


Andrew Adler, proprietário e editor-chefe do jornal Atlanta Jewish Times, publicou um editorial polêmico essa semana, que vai render-lhe muita dor de cabeça e provocar um incidente diplomático.
Em sua coluna, Adler apontou três possibilidades aceitáveis para Israel lidar com o Irã. A primeira fala sobre ataques a grupos políticos terroristas como Hamas, Hezbollah. Enquanto a segunda menciona destruir as instalações nucleares iranianas, que pretendem em breve abrigar bombas nucleares.
Sua terceira sugestão, contudo, foi que  o premier israelense, Benjamin Netanyahu considere a possibilidade de ordenar que o Mossad, Serviço Secreto de Israel, elimine o presidente dos EUA, Barack Obama. Desta maneira, seu vice-presidente ficaria com o posto. Essa seria a maneira mais eficaz de impedir o programa nuclear iraniano. Para Adler, Obama é um “aliado hostil” e sua política externa poderia por em risco a existência de Israel.
Quando Obama fosse substituído, Israel poderia exigir que “a política externa dos EUA ajude o Estado judeu a exterminar seus inimigos”. Segundo Andrew Adler, círculos internos de Israel já discutiram esta ideia. Afinal, o vice Joseph Biden declarou durante a campanha: “Eu sou um sionista. Você não precisa ser judeu para ser um sionista”. Em outra oportunidade descreveu Israel como o “maior aliado dos EUA no Oriente Médio”.
O artigo criou revolta na comunidade judaica americana. Andrew Adler, depois de receber críticas pesadas, pediu desculpas, declarando que não tinha desejo de ver o presidente morto. “Lastimo muito. Seria melhor se eu não tivesse escrito esse artigo”, disse ele em nota oficial.
Em uma entrevista ao site Gawker.com, Adler negou que ele estava defendendo o assassinato de Obama, mas admitiu que fora infeliz em suas colocações e desejou apenas provocar a reflexão em seus leitores.
O Comitê Judeu-Americano, com sede em Atlanta, emitiu uma dura condenação do artigo Adler, dizendo que suas propostas são “inacreditavelmente chocantes”.
“Embora reconheçamos o pedido de desculpas do Sr. Adler, estamos boquiabertos que ele tenha dito tal coisa. Como ele pôde conceber uma ideia tão errada?” disse Dov Wilker, diretor do Comitê.
Alguns rabinos se pronunciaram, afirmando que Adler “é um meshugenah”, palavra iídiche para “louco”. Desmentindo Adler, o governo israelense negou que esse tipo de ideia foi alguma vez sequer considerada.
Abraham Foxman, diretor nacional da Liga Anti-Difamação, também criticou o editor do jornal, dizendo que “Não há absolutamente nenhuma desculpa, nenhuma justificativa, nenhuma racionalização para este tipo de retórica. Estas são palavras extremistas e irresponsáveis ​​. É ultrajante. Um pedido de desculpas não pode reparar o dano irresponsável dessa retórica perigosa. As ideias expressas na coluna de Adler refletem um discurso extremista que, infelizmente, existe… até mesmo em alguns segmentos da nossa comunidade. Eles maliciosamente rotulam o Presidente Obama como um ‘inimigo do povo judeu’”.
Um porta-voz do Serviço Secreto Norte-Americanao, Max Milien, disse que Adler poderá ser investigado, caso seja considerado uma ameaça real à segurança do presidente.  ”Estamos cientes deste assunto e tomaremos todas as medidas adequadas para investigar a acompanhar este assunto”, disse Milien.
Traduzido e adaptado de ABC News e Gawker
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8 de jan. de 2012

Pastor compara capa do CD Aliança de André Valadão à bandeira gay


Pastor compara capa do CD Aliança de André Valadão à bandeira gay
O pastor Ciro Sanches Zibordi escreveu um texto em seu blog comparando a capa do CD Aliança do cantor André Valadão com a bandeira do movimento gay e com o próprio símbolo da Globo. Em sua crítica o pastor condena a aproximação dos evangélicos com a emissora carioca e com o ecumenismo pregado por ela.
“Recentemente, um famoso cantor ‘glospel’ (…) lançou um CD com um título bastante sugestivo, o qual traz as cores da bandeira arco-íris (composta de seis barras horizontais, que celebram a  “diversidade” e simbolizam as minorias sexuais). Essa bandeira é usada em várias partes do mundo. No Brasil, ela aparece no logotipo da Rede Globo e é reconhecida como símbolo do movimento LGBT”, escreve Zibordi.
O pastor também questiona se o cantor não sabia que o arco-íris escolhido para ser o tema de seu novo CD é o tema que simboliza o movimento gay. Mas sobre esse assunto o cantor André Valadão já havia se adiantado e esclarecido que colocou o arco-íris como tema de seu novo álbum para resgatar o símbolo que representa a aliança de Deus com os homens.
Mas não é só o tema colorido do encarte do CD do irmão de Ana Paula Valadão que incomodou o pastor Ciro Zibordi, o fato dos cantores evangélicos aceitarem as investidas da Rede Globo também gerou críticas, pois ele acredita que o “Evangelho deve ser comunicado da maneira que as pessoas precisam, e não da forma como desejam”.
“Sigo um Evangelho confrontador, protestante, que brada: ‘Jesus é a única porta, o único caminho para a salvação. Em nenhum outro nome há salvação’”, escreve ele que não concorda com as aparições dos cantores em programas como o Caldeirão do Huck, Esquenta e a polêmica participação de duas evangélicas da próxima edição do Big Brother Brasil.
Leia o texto na íntegra aqui.
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