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2 de fev. de 2012

PT estaria planejando calar lideranças evangélicas para ocupar influência política junto aos fiéis

PT estaria planejando calar lideranças evangélicas para ocupar influência política junto aos fiéis
O jornalista Reinaldo Azevedo, da revista Veja, publicou matéria em que afirma que o petista Gilberto Carvalho pretende disputar a influência por liderança do meio evangélico. Segundo o relato do jornalista, durante uma palestra, Carvalho afirmou que “é preciso fazer uma disputa ideológica com os líderes evangélicos pelos setores emergentes”.
Para o articulador político do Partido dos Trabalhadores, o setor evangélico é uma força “emergente”, e quem obtiver influência ou simpatia dos líderes dessa parcela da população, terá mais força política nas eleições, segundo informações do jornalista Azevedo.
A matéria cita ainda que o planejamento do partido pretende anular o poder de mobilização das igrejas evangélicas, “especialmente nas questões relativas a costumes” e quer ter todos os setores da sociedade sob influência direta: “Mesmo os movimentos de crítica e reação hão de estar subordinados a este ente. Haver organismos, entidades, grupos ou religiões que cultivem valores fora do abrigo do partido é inaceitável”, escreve.
O ideal petista, segundo o artigo do jornalista, é a “completa laicização da sociedade, sem espaço para a moral privada ou de grupo. Teses como descriminação do aborto, legalização das drogas, união civil de homossexuais, proselitismo sexual nas escolas (nego-me a chamar de “educação” o tal kit gay, por exemplo) tendem a encontrar resistência. E as vozes que lideram essa resistência costumam ser justamente as dos evangélicos”.
O Pastor Silas Malafaia anunciou que neste dia 31 de Janeiro iria comentar as afirmações do político petista, mas até o fechamento desta matéria o líder da Igreja Vitória em Cristo não havia se pronunciado.
Fonte: Gospel+
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6 de jan. de 2012

Ateus fundam partido político e querem eleger presidente



Troy Boyle, co-fundador do Partido Nacional Ateu.
Troy Boyle é advogado que trabalha para uma empresa de finanças. Em março do ano passado, ele e um amigo fundaram o Partido Nacional Ateu (NAP, na sigla original), que eles acreditam ser o  primeiro partido político baseado na crença de que Deus não existe.
Boyle, 45, teve a ideia enquanto assistia a uma entrevista com Richard Dawkins, o biólogo evolucionário britânico e autor de vários livros, incluindo o best-seller  Deus: um Delírio. Na entrevista, Dawkins pergunta por que os ateus não se organizam para influenciar a política.
“Aquilo me atingiu como um raio”, lembrou Boyle. De sua casa no Estado de Kentucky, começou a pesquisar o papel dos ateus na política. “Eu não encontrei nada. Então topei o desafio. Decidi começar um partido político”.
O primeiro nome foi Partido do Pensamento Livre, mas sua página no Facebook atraiu apenas algumas centenas de membros. Quando decidiu mudar o nome para algo mais explícito, Partido Nacional Ateu, os apoiadores começaram a chegar rapidamente e hoje já são mais de 8.200.
O NAP tem 7.500 membros formalmente filiados e um capítulo em todos os Estados americanos. O maior capítulo é o da Florida, com 200 membros, e o menor é o Alasca, com apenas dois.
A página oficial do partido afirma que seu objetivo é representar politicamente todos os ateus do país, mas isso tem contribuído para críticas.
Atualmente, o NAP está registrado como um partido político e uma organização sem fins lucrativos. Boyle espera que seu partido seja procurado para apoiar alguns candidatos no futuro.
Porém, uma pesquisa realizada pelo Public Religion Research Institute descobriu que 67% dos americanos sentir-se-iam “desconfortáveis” com um ateu na Casa Branca.
Em 2007, o Pew Research Center constatou que um candidato que não crê em Deus teria dificuldades de ser eleito, pois a rejeição a um ateu é de 63%, superando a de um candidato gay (46%), um mulherengo (39%) ou um mórmon (30%). O sonho do partido ateu é ver isso mudar e chegar a eleger um presidente.
Até o momento, apenas um político abertamente ateu foi eleito. Trata-se de Pete Stark, um deputado democrata da Califórnia.
No sistema bipartidário americano é difícil o fortalecimento de partidos pequenos, mas Boyle que diz que as doações estão chegando e a participação está crescendo.
“Sabemos que somos uma minoria e que isso não vai mudar em curto prazo”, disse.
“Nós simplesmente queremos o direito de existir… Mas uma eleição ou um candidato pode ser influenciado por um pequeno grupo de pessoas… Em dois ou 10 ou mesmo 20 anos, quem sabe quantos ateus não haverá… é uma questão que faz diferença”.
O partido já se posicionou favorável ao casamento gay e um rígido controle da venda e porte de armas. Eles também defendem que a mulher pode decidir se fará ou não um aborto. Também se diz favorável à geração de energia limpa (como solar e eólica) e à legalização do consumo de drogas, mediante receita médica.
Mas o principal objetivo parece ser impedir a infiltração de ideologias religiosas no governo. Embora a Constituição afirme que o Estado é laico, existem muitos favorecimentos.
Traduzido e adaptado de USA Today
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20 de dez. de 2011

“Vote em nós, vamos matar mais judeus!”, pede partido político Hamas



“Vote em nós, vamos matar mais judeus!”, pede partido político Hamas
Em uma declaração oficial de Ezedín Brigadas Qassam, braço armado da organização terrorista política, o Hamas se vangloriou de matar 1.365 israelenses e ferir outros 6.411 em 1117 ataques terroristas nas últimas duas décadas.
O Movimento de Resistência Islâmica, mais conhecido como Hamas, comemorou seu 24° aniversário revelando esses números chocantes para convencer os palestinos a votarem neles. A campanha política se baseia no argumento que eles irão matar mais judeus, noticiou o jornal Israel Today.
O grupo também afirmou ter lançado desde a Faixa de Gaza mais de 11.000 foguetes e mísseis contra o sul de Israel. A milícia perdeu 1848 homens durante os conflitos, também de acordo com seus dados.
Horas depois, dezenas de milhares de palestinos se reuniram em de Gaza para comemorar o aniversário de fundação do Hamas e seus sucessos contra os judeus de Israel. Oradores presentes no evento reiteraram que um de seus objetivos é a eliminação de Israel, por isso condenaram as negociações de paz no Oriente, classificando-as como uma “experiência fracassada”.
Muitos em Israel viram o evento público como o início da campanha do Hamas para as próximas eleições legislativas e presidenciais, que o líder palestino Mahmoud Abbas, anunciou que acontecerão em maio de 2012.
Além disso, 44% apoiariam a eleição do atual presidente, Mahmoud Abbas, para o cargo, enquanto 18% têm demonstrado apoio ao líder do Hamas em Gaza, Ismail Haniyeh.  Nas eleições parlamentares, o Fatah receberia 46% dos votos (49% na Cisjordânia e na Faixa de Gaza de 42%), enquanto o Hamas teria 17% (14% na Cisjordânia e 22% em Gaza), conforme os últimos dados publicados.
Os líderes do Hamas, comprometeram-se ainda a não reconhecer Israel e tampouco parar a sua “resistência armada” contra o Estado judeu.
Traduzido e adaptado por Gospel Prime de Notícia Cristiana
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