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2 de fev. de 2012

As pessoas erram por não conhecer as escrituras

biblia-on-line-237x155Li no site a matéria de como reconhecer pastores que na verdade são animadores de auditório, e infelizmente é algo que encontramos muito nas igrejas. Não só animadores de auditório, mas o Brasil está cheio de pastores que se baseiam em crendices pseudo-bíblicas. É pregado um “deus” que ao invés de ser amoroso, vai te colocar no inferno pelo menor deslize. É um “deus” tão perverso que vai tirar das suas mãos tudo o que você tem e ainda vai te encher de problemas caso você não seja fiel a ele e a seu pastor. Fico triste quando ouço tantas pessoas falando que é raro ouvir uma palavra edificante nos dias de hoje e isso traz uma grande preocupação. E pior, o problema não está só nos pastores, mas em grande parte nas próprias igrejas, pois muitas pessoas por pura preguiça preferem ouvir um evangelho mastigado e seguir tudo sem consultar a palavra. Pessoas são aprisionadas por palavras vazias e muitas vezes falsas, e se lessem a bíblia com certeza teriam condições de encontrar a verdadeira luz. Gálatas 5:13 diz que fomos chamados para a liberdade e falando em liberdade, João 8:32 diz: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Porque então o povo prefere continuar preso e não procurar a verdade? Porque as pessoas não querem estudar a palavra?
Existe uma urgência em divulgar a palavra da forma que ela realmente é pois a vinda de Cristo está muito próxima. Os sinais estão se cumprindo, basta ler um site de notícias e você encontra várias evidências que os acontecimentos mundiais estão confirmando tudo o que Jesus falou em Mateus 24. Estamos em guerra, e são convocados aqueles revolucionários que tem o ideal de estudar a palavra e divulga-la da forma simples e pura.
Escrito por: Jonas Santos
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28 de jan. de 2012

Soldado conhecido como “o demônio” diz que não se arrepende de ter matado 255 pessoas



Um jovem cristão que se define como “um cowboy do Texas” se alistou na Marinha e logo passou a fazer parte da equipe de elite Seals. Em pouco tempo tornou-se o atirador mais mortal da história americana. Essa é a história que Chris Kyle conta em sua biografia,  American Sniper [Atirador de elite americano].
Seu relato foi para as livraria este mês e gerou uma discussão sobre como funciona a mente de um soldado que se orgulha em matar.
Quando as forças americanas foram para o Iraque em 2003, Chris Kyle recebeu um rifle de sniper e pediram que ajudasse um batalhão de fuzileiros a entrar em uma cidade iraquiana.
Uma multidão veio até os soldados. Através da mira telescópica, ele viu uma mulher com uma criança no colo, aproximando-se da tropa. Ela tinha em sua mão uma granada pronta para ser detonada.
“Esta foi a primeira vez que precisava matar alguém. Eu não sabia se seria capaz de fazê-lo, fosse homem ou mulher”, lembra Chris.
“Tudo passou correndo pela minha mente. Era uma mulher, em primeiro lugar. Em segundo lugar, pensei “isso é certo”, é justificável?” Antes de chegar a uma conclusão ele pensou também. “Ela já tomou a decisão por mim. Ou meus compatriotas americanos morrem ou eu a derrubo”. Então ele puxou o gatilho.
Kyle permaneceu no Iraque até 2009. Segundo dados oficiais do Pentágono, matou 160 pessoas. Sua própria contabilidade indica um número muito maior: 255 mortes.  Ele entrou para a história do exército americano como seu “maior franco-atirador”.
Durante seu tempo no Iraque, ele foi batizado de “O demônio” pelas forças inimigas, que chegaram a oferecer uma recompensa de US$ 20.000 por sua cabeça.
Hoje, casado e com dois filhos, ele já se aposentou do exército. Em seu livro recém-publicado  ele afirma não ter arrependimentos.
“É um sentimento estranho”, admite. “Ver o corpo de um morto … sabendo que foi você que causou isso”. Mas o comentário seguinte surpreende. “Cada uma das pessoas que eu matei… Acredito realmente que elas eram más… Quando estiver diante de Deus terei de dar conta de um monte de coisas, mas não por ter matado qualquer uma dessas pessoas… eram selvagens”.
Um estudo sobre snipers feito em Israel demonstra que a religião influencia na maneira como um franco-atirador vê seus inimigos.
“Matar alguém que está muito distante, mas continua sendo uma pessoa”, diz a antropóloga Neta Bar. ”Eu diria que é algo íntimo.”
Ela estudou as atitudes de 30 atiradores israelenses que lutaram nos territórios palestinos entre 2000 e 2003. Uma de suas conclusões é que, enquanto muitos soldados israelenses chamavam os militantes palestinos de “terroristas”, snipers geralmente se referiam a eles como seres humanos.
“A palavra hebraica para o ser humano significa ´filho de Adão´. Esta foi  a palavra que usaram muito mais do que qualquer outro termo quando falavam sobre as pessoas que mataram”, explica.
“Ali está alguém cujos amigos amavam e tenho certeza que era uma pessoa boa, porque fazia isso por ideologia”, disse um franco-atirador que assistiu através das lentes do rifle uma família chorando sobre o corpo de um homem que ele tinha acabado de matar. ”Mas da nossa parte estamos impedido a matança de inocentes, por isso não nos arrependemos”, concluiu ele.
Na maioria das forças militares, atiradores de elite são sujeitos a rigorosos testes e treinamento, sendo escolhidos pela aptidão.  Mas os estudos de Neta Bar apontam que muitos deles só apresentam problemas anos depois da guerra, após retornarem ao convívio social normal.
Para franco-atiradores da polícia, que trabalham no meio da sociedade e não em uma zona de guerra, as dúvidas, ou mesmo o trauma, podem surgir muito mais cedo.
Brian Sain, um policial e franco-atirador no Texas, diz que muitos policiais e atiradores de elite do exército têm conflitos interiores por terem matado de forma “tão íntima”.
“Não é algo que você pode compartilhar com a sua esposa. Não é algo que você pode dizer ao seu pastor”, diz Sain, um membro do Spotter, uma associação americana que apoia snipers traumatizados.
Traduzido e adaptado de BBC
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20 de jan. de 2012

Qual o papel da Igreja? Pastor comenta sobre crescimento de pessoas sem vínculos denominacionais



Paulo Siqueira, editor do blog pedrasclamam.wordpress.com
De acordo com o Novo Mapa das Religiões traçado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) o número de evangélicos sem vínculos denominações tem aumentado. Nesse grupo estão pessoas que passaram a frequentar mais de uma denominação e também aqueles que continuam se afirmando como evangélicos, mas não frequentam nenhuma igreja.
Conversamos com o pastor Paulo Siqueira, da Igreja Quadrangular, que lidera o movimento O “$how tem que parar” que protesta contra diversas atitudes de líderes de igrejas evangélicas. “A consequência de tudo isso [divisão das igrejas] é a perda progressiva e rápida das essências da igreja, como tradição, espiritualidade, história, liturgia, sacramentos e acima de tudo, a inspiração e a pregação bíblica”, diz.
Entre as pessoas que assumidamente não frequentam mais nenhuma denominação está o casal Kaká e Caroline Celico, a esposa do jogador do Real Madrid diz que hoje sua igreja é a sua casa e que não sente falta de frequentar uma igreja. Apesar de esta declaração gerar polêmica, o  pastor Siqueira não discorda do posicionamento do casal e ainda diz que é válido fazer cultos em casas, já que a Igreja Primitiva se reunia nos lares.
“Kaká foi vítima de um pregador pragmático, ganancioso, cego, em busca dos prazeres desde mundo. Com tudo isso foi fácil prever o final dessa história”, disse o pastor Paulo que ainda critica pastores como o líder da Igreja Renascer em Cristo, onde Kaká e sua esposa frequentavam.
Para ele o principal motivo que tem feito as pessoas desistires da instituição igreja é o pragmatismo. “Cada líder tem sua verdade, e ela é absoluta, nada mais vale a não ser a sua verdade”, explica ele que cita alguns exemplos: “É fácil compreender isso através das atitudes do Bispo Macedo, Silas Malafaia, Estevam Hernandes, Valdemiro, R. R. Soares e outros.  Todos têm algo em comum, são donos da verdade”.
Siqueira conta que ao fixar a pregação no materialismo essas igrejas emergentes, também chamadas de neopentecostais, acabam se distanciando do papel verdadeiro que Igreja tem na Terra. “Queremos uma igreja fundamentada na sua essência, que é promover vida digna ao ser humano. E isso não se consegue com uma igreja materialista, mística, com uma espiritualidade decadente devido à exaltação humana”.
Qual é o papel da Igreja
Siqueira conta também que importante frequentar uma igreja para não perder a comunhão com os demais irmãos e também para poder exercitar a fé. Fora isso ele diz que o papel da igreja é responder Às necessidades sociais.
“A igreja existe para responder à sua responsabilidade social, ou seja, a igreja, através de seus representantes, atua em sua comunidade. Se há fome, a igreja dá o que comer; se há doenças, a igreja propicia meios para sarar as feridas”.
Ainda criticando o materialismo ele cita que muitas pessoas deixam de frequentar uma igreja porque se sentem fora do círculo de conquistas, se frustrando por não terem uma benção material para contar.
“Não podemos aceitar os que pregam alianças com o materialismo deste mundo. Cristianismo e luxo são palavras antônimas. Como pode pastores morando em palácios, se vestindo como reis e nobres enquanto milhares morrem de fome, por doenças, pela violência e pelas drogas?”, questiona.
Mas apesar de conhecer os motivos que levam tantas pessoas a se distanciarem das denominações, o pastor que se dedica a discussões sobre o tema através do seu blog Pedras Clamam diz que estar fora da igreja faz com que as pessoas deixem de exercer o cristianismo no mundo. “A igreja existe para que a justiça, a paz, a fé, o amor seja expresso nas atitudes de cada membro na relação com o mundo”.
Para isso é necessário voltar a se pregar o evangelho de Cristo, baseado em atitudes e não só em bênçãos materiais. “Para que o evangelho de Cristo volte a reinar será preciso que essas lideranças caiam em si e voltem à simplicidade e pureza do próprio Cristo”, diz o pastor que já participou de manifestações contra a atual situação a Igreja Evangélica.
“Nós necessitamos da comunhão diária em nossa comunidade de fé, mas diante da realidade que muitas igrejas estão vivendo, sou a favor do culto familiar. Mas ainda acredito que existam muitas igrejas e homens e mulheres de Deus que ainda sirvam a Deus de todo coração”.
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16 de jan. de 2012

Fé de atletas evangélicos ganha pessoas para Jesus



Fé de atletas evangélicos ganha pessoas para Jesus
Ao fazer a coreografia da música “Ai se eu te pego” na comemoração de um gol, o astro português Cristiano Ronaldo gerou a curiosidade de milhões de torcedores do Real Madri. Pouco tempo depois, a música de Michel Teló “estourou” na Europa e tornou-se um hit em vários países.
O próprio músico reconheceu que foi Cristiano Ronaldo o responsável pela repercussão do hit. Em pouco tempo outros jogadores de outros times também comemoram seus gols dessa maneira, o que apenas contribui para aumentar o sucesso de Teló.
Mas até que ponto os gostos e opções de um atleta influenciam os seus fãs? Uma vez que o futebol é o esporte mais popular do mundo, a ato de mostrar camisetas com dizeres evangélicos já causou muita controvérsia. A FIFA chegou a proibir tal prática.
O pastor batista Jarbas Aragão conta que numa viagem a Singapura alguns anos atrás conheceu um pastor de Mianmar, onde os cristãos são perseguidos. Na ocasião, o pastor asiático o agradeceu pelos jogadores evangélicos da seleção brasileira de futebol.
Sem entender, o pastor brasileiro perguntou o motivo do agradecimento. Emocionado, o pastor de Mianmar contou que pela primeira vez na história de seu país o nome de “Jesus” apareceu na TV.Ele se referia à comemoração dos jogadores na copa de 2002, quando Kaká, Lúcio e outros vestiram camisetas brancas com referências a Jesus e oraram em campo depois do jogo.
Para Mianmar aquele foi um momento histórico, pois muitas pessoas o procuraram para saber se aquele Jesus dos jogadores era o mesmo que ele pregava.
De maneira semelhante, o astro de futebol americano Tim Tebow tem atraído à curiosidade dos fãs de futebol americano sobre os versículos que costumeiramente pinta em seu rosto. Durante o jogo do seu time, o Denver Broncos, contra o Pittsburg Steelers ele fez um lançamento incrível que culminou num touchdown e lhe garantiu a vitória.
A bola viajou exatas 316 jardas aéreas (290 metros). Quase que imediatamente o termo 316 foi associado ao versículo de João 3:16 que ele costuma pintar no rosto.
O Christian Post registra que “316” foi a expressão mais buscada no Google durante aquele final de semana. Como resultado, a Associação Billy Graham, que tem uma equipe de missionários 24 horas por dia evangelizando online usou isso para gerar tráfico para uma de suas páginas PeaceWithGod.net que explicava o versículo.
Na segunda-feira “John 316” ainda estava entre os termos mais procurados e a Associação missionária já registrava mais de 9 mil atendimentos online. Naquela semana, explica John Cass, líder do web ministério SearchforJesus.net, 170 pessoas que fizeram a busca por “316” aceitaram a Jesus nas salas de bate papo do site que pertence à Associação Billy Graham.
Por vezes, o compromisso dos atletas vai além de testemunho em entrevistas.  Kaká, por exemplo, chegou a ser consagrado presbítero pela igreja Renascer. O apoiador Rivaldo acabou de assinar contrato com o Kabuscorp, de Angola.
Pelo Twitter, ele revelou que irá construir uma igreja no país africano e já havia, inclusive, comprado o terreno com essa finalidade há cinco meses. Evangélico, o melhor jogador do mundo de 1999, afirmou que sua ida à África vai muito além do futebol, que é plano de Deus para sua vida.
O pastor José Amâncio Neto, do Ministério Internacional Palavra Viva, já acompanhou a vida espiritual de muitos jogadores. Ele afirma que “o jogador de futebol é sempre uma pessoa visada e tida como referencial. Eles ditam moda e tendências que influenciam a sociedade. Em termos de fé, suas atitudes mostram isso nas comemorações de gols e o fato de não brigarem em campo. Isto causa impactado nos seus fãs e faz com que eles vejam e pensem que pessoas tão importantes para eles têm uma fé viva em Cristo Jesus”.
O pastor Amâncio lembra, inclusive, que em sua igreja há várias pessoas que se converteram pelo testemunho de jogadores. “Uma família de cinco pessoas, que hoje congregam conosco, passavam pela frente da igreja e viam os jogadores no culto. Um dia vieram ver o que eles faziam aqui, ouviram o que Deus fazia em suas vidas e ficaram. Hoje estão todos batizados e servindo ao Senhor”.
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31 de dez. de 2011

Igreja americana promove evento para levar água potável para 77 milhões de pessoas


Igreja americana promove evento para levar água potável para 77 milhões de pessoas
A Lakewood Church, liderada pelo pastor Joel Osteen, promoveu um projeto para levar água potável para 77 milhões de pessoas que não têm acesso à isso.  Chamado de “Aguatón 2012″ o evento vai aconteceu no dia 29 de dezembro na sede da igreja em Houston, no Texas e teve como participante o pastor Marcos Witt.
O evento é promovido por meio da organização Viva Ágape, projeto social que tem como objetivo levar ajuda financeira e espiritual para os mais necessitados da América Latina, no caso do Aguatón, os fundos arrecadados serão destinados para levar água potável.
“A fé sem obras é morta. Por isso levamos água limpa aos que estão morrendo sem ela”, escreveu Marcos Witt pedindo para ue os membros de sua igreja participem dessa obra beneficente.
Durante o evento que celebrava o ano que vai entrar, os participantes puderam adorar e dar graças a Deus juntamente com o Witt e Danilo Montero, Coalo Zamorano, Miel San Marcos, Harold Guerra, Lali Torres e outros.
“Cremos que aqueles que têm sido abençoados têm a oportunidade e a responsabilidade de ajudar aqueles ao seu redor e com tua ajuda seremos parte da mudança que nosso mundo necessita”, diz trecho de um texto no site da Viva Ágape.
Traduzido e adaptado por Gospel Prime de Notícia Cristiana
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27 de dez. de 2011

“As redes sociais manipulam as pessoas”, diz líder de Igreja russa



“As redes sociais manipulam as pessoas”, diz líder de Igreja russa
O líder maior da Igreja Ortodoxa russa aconselhou que os cidadãos do país não deveriam confiar em redes sociais. Esses sites tornam as pessoas “vulneráveis a manipulações”, uma referência clara ao fato de eles serem usados na organização de protestos em oposição ao governo.
Aproximadamente 40 mil pessoas marcaram pela internet um protesto, no centro de Moscou, contra a eleição legislativa que deu ao partido de Vladimir Putin uma pequena maioria.
“A confiança ingênua de uma pessoa nas informações disponível em redes sociais, aliadas à desorientação moral e perda de valores morais básicos, tornam os jovens fáceis de serem manipulados”, afirmou o patriarca Kirill.
O comício chamou atenção de todo o país e teve discursos do antigo governante Mikhail Gorbatchov e do conhecido blogueiro oposicionista Alexei Navalny. Num sinal de rejeição às mudanças políticas prometidas pelo presidente Dmitri Medvedev, o objetivo do comício é pressionar o premiê e candidato à presidência Vladimir Putin. O líder do partido Rússia Unida vem respondendo às críticas da oposição com concessões mínimas e se mostra confiante numa vitória na eleição presidencial em março do próximo ano.
Kirill declarou que apenas a mudança política não é suficiente para mudar a sociedade. Isso só poderia, segundo ele, acontecer pela “metamorfose da alma”.
Apoiada historicamente pelo governo como principal religião da Rússia, a Igreja Ortodoxa vem conquistando poder cada vez mais desde a queda do comunismo. Os defensores dos direitos humanos alegam que a separação entre Igreja e Estado, determinada pela constituição, está sendo constantemente violada por ambas as partes.
Em um país onde a televisão é rigidamente controlada, a internet tornou-se o meio mais popular para a organização de protestos no país. De outra maneira torna-se quase impossível ter acesso ao que acontece no lado dos oposicionistas.
A Igreja Ortodoxa Russa diz que apenas enfatiza a necessidade de preservar a paz social e evitar revoluções no modelo da Primavera Árabe, que derrubou ditadores na África e no Oriente Médio. O Arcebispo Vsevolod Chaplin, chefe do Departamento de relações entre a Igreja e a sociedade no Patriarcado de Moscou declarou que “A coisa mais importante agora é manter a paz civil”. Ao mesmo tempo, a Igreja pediu que os líderes do país escutem as demandas do povo.
No sábado, milhares de pessoas juntaram-se para uma marcha pela avenida de Moscou, exigindo a modernização do sistema político e a realização de novas eleições. Os manifestantes (120 mil segundo os organizadores; 30 mil de acordo com a polícia) entoaram palavras de ordem como “uma Rússia sem Putin” e “Não desistiremos, o poder somos nós”. Uma nova manifestação está marcada para os primeiros dias de 2012.
Com informações O Globo e Spero Forum
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