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18 de jan. de 2012

A internet é a mais nova frente de batalha para Israel



Os rumores de uma possível guerra de Israel contra Irã por conta da construção de armas nucleares são crescentes. Semana passada um dos líderes do projeto atômico iraniano foi morto em um atentado e imediatamente o serviço secreto de israelense foi culpado.
Porém, a internet é que se transformou na última frente de batalha de Israel. Desde o início deste ano o país vem sofrendo uma série de ataques de hackers.
O site da bolsa de valores de Tel Aviv (Tase), chegou a ser invadido, mas as operações não foram prejudicadas.  Também há relatos de invasão do site oficial dos Serviços de Incêndio e Resgate israelenses, feito pelo grupo “Equipe de Hackers de Gaza”. Além de mudarem a cor da página, deixaram uma mensagem: “Hackeamos seu site e continuaremos até que vocês sofram”.
O site da empresa aérea estatal El Al saiu do ar esta semana, mas os executivos da companhia não confirmaram que tenha sido em função de ataques de hackers.
Esses ataques, ainda que sem grandes consequências, estão preocupando o governo, fabricantes de computadores e as empresas privadas do país. Por isso, as Forças Armadas israelenses já reforçaram suas unidades cibernéticas para uma possível guerra em um futuro próximo. Recentemente, as Forças de Defesa de Israel recrutaram cerca de 300 jovens para enfrentar esses tipos de ataque.
O Exército israelense tem unidades de elite formadas por especialistas em informática que lutarão pela segurança nacional.  Continuamente busca organizar, coordenar e reforçar as medidas necessárias para aumentar a segurança na rede, além de criar novos softwares juntamente com as melhores empresas de tecnologia do mundo.
O vice-ministro das Relações Exteriores, Dani Ayalon, teve sua página oficial  hackeada. Um dos motivos para isso foram as suas duras declarações, quando advertiu que Israel “responderá com força aos hackers que danificarem a ‘cyber soberania’ israelense”.
“O ciberespaço parece ser o novo campo de batalha e nossos oponentes também não serão capazes de vencer nesse plano”, afirmou o vice-ministro em um comunicado.
Outro capítulo dessa história se desenrolou quando um grupo hacker da Arábia Saudita chamado “Group-XP” roubou e publicou dados de milhares de cartões de crédito israelenses registrados no banco de dados de um popular site de esportes israelense. Juntamente com os números dos cartões, foram divulgados os códigos de segurança, endereços pessoais, nomes, números de telefone e de documentos de identidade dos proprietários.
Poucos dias depois, o hacker israelense Omer Cohen revidou, publicando na internet informações pessoais e detalhes de cartões de crédito de centenas de sauditas.
Gabriel Weimann, professor da Universidade de Haifa e que supervisiona o uso da internet pelos países inimigos de Israel, adverte que os hackers não são o maior problema. As organizações armadas estão se concentrando no uso das redes sociais. Para ele, através de perfis falsos do Facebook a milícia xiita Hezbollah, sediada no Líbano, está obtendo dados sobre os jovens israelenses que prestam serviço militar.
Com informações Reuters e EFE
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16 de jan. de 2012

Grupo de bruxas “amaldiçoa” Tim Tebow e intercessores cristãos declaram guerra


Grupo de bruxas “amaldiçoa” Tim Tebow e intercessores cristãos declaram guerra
Tim Tebow, o quarterback do time de futebol americano Denver Broncos, tem se destacado pelo constante testemunho de fé. Ele sempre ora sozinho ou com seus companheiros antes e após os jogos. Também costuma pintar versículos bíblicos no rosto, o que já lhe rendeu censuras públicas.
Numa pesquisa recente, 43,3% dos fãs de futebol creditaram o sucesso de Tebow, a sensação da temporada da NFL, é resultado da bênção de Deus.  Uma vez que ele sempre credita tudo a Deus, acabou gerando a indignação de um grupo de bruxas.
Durante uma reunião recente, essas  bruxas  se uniram para lançar um feitiço coletivo. A motivação dessa “maldição” é encerrar as vitórias “milagrosas” do Denver Broncos, que já está nas semifinais do campeonato. No último final de semana, ele fez um lançamento de 316 jardas aéreas que quase instantaneamente se tornou uma ferramenta de evangelização, por usa associação com João 3:16.
Lorelei e Lori Bruno, duas bruxas de Salem, Massachusetts, comandaram uma sessão ao meio-dia da sexta-feira dia 13. Elas pediram que o New England Patriots  (time do seu Estado) vença Tebow e os Broncos.
“Eu estou reunindo as energia do universo e enviar todos os mojos”, disse Lorelei ao jornal Boston Herald . ”enquanto isso, Lori vai chamar os anjos”.
As bruxas dizem que iriam criar um altar com um fantoche do quarterback do Patriots, Tom Brady. Uma feiticeira fez  o boneco costurado a mão e o colocou sentado no altar ao lado de sacos de mojo [energia vital] cheias de ervas e pedras, representando todos os jogadores do Patriots.
“Tom Brady vai ver o que precisa ver, estar onde precisa estar e levará o Patriots a uma vitória”, disse Lorelei.
Mas os cristãos fãs de Tebow não estão aceitando essa “bruxaria” contra o astro. Kim Daniels, fundadora do Ministério Spoken Word, que além de liderar uma igreja é vereadora da cidade de Jacksonville, Flórida, está organizando um movimento de oração para quebrar o encanto.
Ela disse que reuniu seus “guerreiros de oração” para intercessores às 5 da tarde e à meia-noite, algo que as bruxas chamam de “hora mágica”, mas que Daniels afirma ser “a hora do Espírito Santo.”
“O poder de Deus está se manifestando e expondo as trevas. Nós vamos confrontar o diabo, e ele não irá receber a glória”, diz Daniels.
“Assim como nós acreditamos em Jesus, há pessoas que acreditam no diabo. Este é um chamado de despertamento para a igreja. Saia o mal e a luz irá vencer as trevas. Na arena de futebol é hora de Tebow. Mas no reino espiritual é hora de Jesus. Tebow pertence a Jesus”, declarou.
A primeira partida das semifinais entre   New England Patriots e Denver Broncos , ocorrerá domingo, no Gillette Stadium, em Foxborough, Massachusetts.
Traduzido e adaptado de USA Today e Charisma News
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11 de jan. de 2012

Um soldado cristão pode matar durante uma guerra? O que a Bíblia fala sobre isso?



'Matei 255 pessoas e não me arrependo', diz ex-atirador americano Chris Kyle, em livro lançado nos Estados Unidos
O atirador reformado Chris Kyle ficou conhecido no Exército americano por ter matado 255 pessoas no Iraque se tornando o atirador mais letal da história da corporação. Mas apesar de parecer uma coisa ruim o soldado não se arrepende e diz está com a consciência tranquila diante de Deus.
“Era meu dever. Não me arrependo”, escreve Kyle que comentou que adorava o que fazia. O atirador esteve quatro vezes em missão no Iraque e escreveu um livro contando sobre isso, o “American Sniper” (“Atirador de elite americano”, em uma tradução livre e literal)  que está sendo lançado pela editora HarperCollins.
“Meus tiros salvaram vários americanos cujas vidas claramente valiam mais que o daquela mulher de alma distorcida,” disse ele.
O Gospel Prime conversou com pastores para saber o que a Bíblia fala a respeito do serviço militar, já que em uma de suas falas Kyle diz que “Deus soprou” uma bala que matou um homem que estava a 2.100 metros de distância dele.
Para o pastor Jarbas Aragão da Igreja Batista a Bíblia é clara ao condenar o homicídio. “Um dos 10 mandamentos é ‘não matarás’, que seguidamente é interpretado pelos estudiosos como ‘não assassinarás’, ou seja, matar sem motivo ou por maldade”, diz ele.
Mas a respeito do serviço militar Jarbas diz que as Escrituras se referem a Deus como “Senhor dos Exércitos” e narra muitas batalhas. E não é só isso: “No Novo Testamento, Jesus encontrou com soldados romanos que estavam cumprindo ordens e não os censurou por matar, disse apenas que deveriam se contentar com seu salário e não se corromper (Lc 3:14). Em Mateus 8:5-10 e Atos 10 lemos sobre a fé de soldados que não foram recriminados por Jesus por terem matado ninguém”.
O pastor Zwinglio Rodrigues também apoia o trabalho militar, desde que usado de acordo com a Lei. “Visto que Deus deu ao Estado o direito de vida ou morte sobre o cidadão com vistas à manutenção da ordem social [Rm 13:1-5], eu entendo ser legítima a ação policial que venha redundar na morte de malfeitores”, opina.
Jesus o Príncipe da Paz
Apesar de não ter como afirmar biblicamente que soldados podem “cumprir” seu dever de tirar a vida de alguém, o pastor batista explica que a questão passa a ser mais moral que teológica. “Se um policial ou soldado pode matar em serviço? Pode. Um policial ou soldado deve matar em serviço? Depende. Se for para proteger a sua vida é compreensível. Mas se é por abuso de autoridade ou simples prazer, a motivação é equivocada e pecaminosa”, explica.
Jarbas tem uma opinião pessoal a respeito do assunto que é a seguinte: um cristão não deve sequer ter portes de arma ou servir ao exército. Mas ele como pastor já acompanhou policiais civis e militares que davam bom testemunho cristão, mesmo já tendo matado outras pessoas para proteger a sociedade do mal.
O pastor da Igreja Batista Viva vai além e comenta sobre a questão de matar apenas em legítima defesa. “A morte de um infrator em confronto com os representantes do Estado só pode ser admitida no caso de legítima defesa. A parte disso, o fato consumado ganha contornos de infração da Lei visto que até os bandidos tem direitos previstos na legislação brasileira”, diz Rodrigues.
Para quem trabalha como soldado ou policial o pastor Jarbas Aragão tem um conselho: “acredito que aqueles cristãos que se alistam no exército ou desejam entrar para a polícia reflitam e orem sobre sua decisão, sabendo que matar pode fazer parte de suas atividades”.
Zwinglio também fala sobre os cristãos que trabalham como policiais dizendo que essas pessoas precisam ser controladas pelo Espírito Santo. “Entendo que é imprescindível que esta pessoa investida de autoridade tenha o seu temperamento controlado pelo Espírito Santo, pois sua missão final é sempre fazer o bem e nunca extrapolar limites que caracterizem seu ato como um mal”.
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1 de jan. de 2012

“Cavalo de guerra”, novo filme de Spielberg fala sobre amizade e lealdade



Albert Narracott e seu cavalo puro-sangue vivem uma história emocionante nas telas, especialidade do diretor Steven Spielberg. Quando recebeu de seu pai o animal como presente, Albert prometeu cuidar dele para sempre. Deu a ele o nome de Joey e imediatamente começou a treiná-lo.
Retratando a Europa durante a Primeira Guerra Mundial, “Cavalo de Guerra” mostra a trajetória de Albert (Jeremy Irvine) e o cavalo Joey em uma viagem incrível de coragem e aventura. No início, Albert ensina Joey a puxar como arado nos campos de seu pai. Mas quando o pai de Albert (Ted Narracott), vende Joey aos militares britânicos em um momento de desespero, o jovem fica  arrasado e pede para que o soldado deixem-no  servir ao lado de seu animal. O capitão Nicholls (Tom Hiddleston) se recusa porque Albert é muito jovem, mas concorda em devolver o cavalo quando a guerra acabou.
Quando descobre o capitão Nicholls morreu na batalha, ele teme que Joey tenha o mesmo destino. O cavalo atravessa a Europa em meio ao conflito e acaba passando para as mãos dos  soldados alemães e por fim acaba cuido por uma menina e seu avô numa fazenda na França.
Como espectadores, somos levados em uma jornada emocionante de conflitos, tristeza, esperança e alegria. Albert acaba entrando na guerra quando tem idade suficiente para isso e faz um esforço sobre-humano para reencontrar seu cavalo.  Enquanto isso, o cavalo puro-sangue tenta fugas, faz corridas por terras devastadas e muito do que ocorre com ele parece não apontar para um final feliz.
Porque se passar em meio a I Guerra Mundial, Cavalo de Guerra  tem cenas de violência, com várias imagens de soldados e cavalos mortos no campo de batalha. Dois traidores alemães são executados, alguns cavalos são tratados com brutalidade, o que o torna desaconselhável para crianças muito pequenas.
Personagens mencionam Deus um punhado de vezes, como em uma cena em que Ted Narracott reclama da vida e diz à esposa: “Eu costumava acreditar que Deus deu a cada pessoa uma parcela justa de má sorte. Agora eu não acredito mais nisso”.
Spielberg coloca seu talento nesta obra baseada em um romance de sucesso. Embora seja anunciado como mais um filme que apela para “a comunidade de fé”, Cavalo de Guerra não apresenta uma mensagem declaradamente cristã. Contudo, enfatiza valores como amizade, lealdade e doação pelo próximo, que no caso é um cavalo.
Traduzido e adaptado por Gospel Prime de Charisma News
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