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19 de fev. de 2012

Vida de Whitney Houston “foi uma batalha espiritual” afirma sua discipuladora



Vida de Whitney Houston “foi uma batalha espiritual” afirma sua discipuladora
Após o funeral de Whitney Houston realizado neste sábado na Igreja Batista de Newark, New Jersey, aqueles que a conheciam bem disseram que ela nunca esqueceu sua formação cristã.
Houston entrou para a história da música em 1985, com sua voz angelical chegou a vender  mais de 170 milhões de discos no mundo inteiro desde então. Ela ainda mantém a marca histórica de ser a única artista a ter sete sucessos consecutivos chegando ao número 1 da conceituada revista Billboard.
Do início da carreira, cantando músicas gospel, até as imagens mais comuns de seus últimos anos, destruída pela forte dependência de drogas e álcool, muita coisa aconteceu.
Segundo a “mãe espiritual” de Houston, a famosa cantora gospel Shirley Caesar, havia um outro lado da vida cantora que o mundo não conseguia ver: uma mulher que buscou muito a Deus em sua vida.
“Perdemos um ícone”, disse Caesar “O corpo de Cristo perde uma joia preciosa, no meu entendimento.”
“Mama Shirley”, como era chamada por Houston lembra que a atriz e cantora enterrada hoje emplacou muitos sucessos gospel na época do filme “um Anjo em Minha Vida” (1996). A mulher que cantou sobre o amor de Deus em “O Love You, Lord” [Eu te amo, Senhor]  e “He´s  All Over Me” [Ele está comigo] é a “mesma menina que sabia que Jesus a amava”, diz Shirley. “Ela tinha uma unção inegável em sua voz “, lembra a mentora, que discipulou Houston na adolescência e recentemente voltou a ajudá-la.
Apesar das lutas de Houston contra o vício, ela procurou libertação. “Ela estava procurando por alguém que tivesse o poder de Deus em sua vida para ajudá-la”, explica Caesar. Durante seus últimos dias, amigos afirmam que Houston teve uma premonição de que iria morrer. “Ela sentiu que sua hora estava chegando e realmente queria ver Jesus”, explicam.
Provavelmente por isso, dois dias antes de sua morte, Houston cantou “Jesus Loves Me” em uma festa em Los Angeles. Seria sua última canção para o mundo. A artista gospel Kim Burrell tentou falar com Houston na noite em que ela morreu.
“Ela estava de ótimo humor. Estava cantando. Ela tinha música gospel tocando na secretária eletrônica. Parecia de volta ao normal. Whitney estava feliz”, disse Burrell à CNN. “Depois de ligar, decidi ir até o hotel falar com ela, mas era tarde demais”.
Alguns meses atrás, Houston esteve na igreja pentecostal que  Burrell pertence e foi tocada pelo Espírito de Deus. “Ela foi até a igreja e Kim disse que o poder de Deus caiu sobre Whitney Houston. Ela correu por toda a igreja.  De repente, caiu no chão e começou a falar em línguas”, lembra Shirley Caesar emocionada. ”Ela ficou falando em línguas por cerca de 30 minutos deitada, só louvando ao Senhor.”
Apesar de críticas de pessoas como os membros da Igreja de Westboro, que anunciaram um protesto no funeral da cantora, acusando-a de ser um “ícone gay” e “que não viveu para o Senhor”, Caesar acredita que sua “filha espiritual” estava envolvida em uma batalha espiritual poderosa. Mas percebe que, embora o espírito estivesse livre, a carne ainda relutava.
Falando sobre a libertação das drogas que Whitney procurava, Cesar explica: “Muitas vezes esse é um processo lento. Isso é o vencedor é tudo. Não é uma corrida para ver quem corre mais rápido. Creio que Whitney Houston foi uma vencedora”. O cantor gospel e pastor Marvin Winans também falou sobre isso em sua pregação no funeral de Houston.
Em uma de suas últimas entrevistas à apresentadora de TV Oprah Winfrey, Houston afirmou que somente sua fé a estava ajudando a lidar com seu vício em drogas. “Eu sabia que Deus sempre está lá, esperando. Eu sabia que a luz continua lá. Eu estou apenas tentando voltar para ele”, disse.
Traduzido e adaptado de Charisma News e Huffington Post
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18 de jan. de 2012

A internet é a mais nova frente de batalha para Israel



Os rumores de uma possível guerra de Israel contra Irã por conta da construção de armas nucleares são crescentes. Semana passada um dos líderes do projeto atômico iraniano foi morto em um atentado e imediatamente o serviço secreto de israelense foi culpado.
Porém, a internet é que se transformou na última frente de batalha de Israel. Desde o início deste ano o país vem sofrendo uma série de ataques de hackers.
O site da bolsa de valores de Tel Aviv (Tase), chegou a ser invadido, mas as operações não foram prejudicadas.  Também há relatos de invasão do site oficial dos Serviços de Incêndio e Resgate israelenses, feito pelo grupo “Equipe de Hackers de Gaza”. Além de mudarem a cor da página, deixaram uma mensagem: “Hackeamos seu site e continuaremos até que vocês sofram”.
O site da empresa aérea estatal El Al saiu do ar esta semana, mas os executivos da companhia não confirmaram que tenha sido em função de ataques de hackers.
Esses ataques, ainda que sem grandes consequências, estão preocupando o governo, fabricantes de computadores e as empresas privadas do país. Por isso, as Forças Armadas israelenses já reforçaram suas unidades cibernéticas para uma possível guerra em um futuro próximo. Recentemente, as Forças de Defesa de Israel recrutaram cerca de 300 jovens para enfrentar esses tipos de ataque.
O Exército israelense tem unidades de elite formadas por especialistas em informática que lutarão pela segurança nacional.  Continuamente busca organizar, coordenar e reforçar as medidas necessárias para aumentar a segurança na rede, além de criar novos softwares juntamente com as melhores empresas de tecnologia do mundo.
O vice-ministro das Relações Exteriores, Dani Ayalon, teve sua página oficial  hackeada. Um dos motivos para isso foram as suas duras declarações, quando advertiu que Israel “responderá com força aos hackers que danificarem a ‘cyber soberania’ israelense”.
“O ciberespaço parece ser o novo campo de batalha e nossos oponentes também não serão capazes de vencer nesse plano”, afirmou o vice-ministro em um comunicado.
Outro capítulo dessa história se desenrolou quando um grupo hacker da Arábia Saudita chamado “Group-XP” roubou e publicou dados de milhares de cartões de crédito israelenses registrados no banco de dados de um popular site de esportes israelense. Juntamente com os números dos cartões, foram divulgados os códigos de segurança, endereços pessoais, nomes, números de telefone e de documentos de identidade dos proprietários.
Poucos dias depois, o hacker israelense Omer Cohen revidou, publicando na internet informações pessoais e detalhes de cartões de crédito de centenas de sauditas.
Gabriel Weimann, professor da Universidade de Haifa e que supervisiona o uso da internet pelos países inimigos de Israel, adverte que os hackers não são o maior problema. As organizações armadas estão se concentrando no uso das redes sociais. Para ele, através de perfis falsos do Facebook a milícia xiita Hezbollah, sediada no Líbano, está obtendo dados sobre os jovens israelenses que prestam serviço militar.
Com informações Reuters e EFE
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