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9 de fev. de 2012

Filha do Mal: Filme sobre exorcismo é vice-líder no Brasil




Filha do Mal estreou na última sexta-feira (3) e ficou em segundo lugar na lista de bilheterias no Brasil durante o fim de semana, arrecadando mais de R$ 2 milhões.
O sucesso também aconteceu nos Estados Unidos, “The Devil Inside” superou Missão Impossível 4 e arrecadou 34 milhões de dólares somente nos EUA e Canadá. Para surpresa da mídia especializada, o filme de terror entra para a história do cinema americano como a terceira melhor média de público por sala em estreias em janeiro.
A obra é um falso documentário, no estilo Atividade Paranormal, que foi muito criticado por sites de cinema antes do seu lançamento. O prestigiado site Rotten Tomatoes, que contabiliza as críticas publicadas no país, indicava apenas 7% de opiniões positivas.
A votação da audiência da empresa de pesquisas CinemaScore mostrou que 16% dos entrevistados deram ao filme a nota máxima, “A”,   enquanto 19% deram a mínima, um “F”. Dois terços do público ouvido classificou o filme com nota “C” ou menos.
O estúdio Paramount, que produziu o longa havia feito projeções para US$ 8 milhões no primeiro final de semana, o que já seria um bom lucro considerando seu baixo custo de produção, apenas US$ 1 milhão.
As previsões mais otimistas estimavam um lucro de U$20 milhões, número que foi ultrapassado na primeira semana mesmo sem uma divulgação convencional nem grandes estrelas no filme.
A Paramount disse que já esperava essa “polarização” das audiências, com misto de amor e ódio por parte de quem assistiu.
“Muitas pessoas adoraram amaneira como ficaram perturbadas ao assistirem”, explica Don Harris, presidente de distribuição do estúdio. Ele creditou o sucesso da estreia do filme a uma estratégia de marketing semelhante ao que foi feito para a série Atividade Paranormal, que já está na terceira parte e em breve deve lançar uma quarta sequência.
“Nossa campanha foi muito parecida com ‘Paranormal’. Usamos a internet para despertar a curiosidade dos espectadores mais jovens, que são fãs deste gênero”, disse ele. De fato, o filme atraiu um público mais jovem, com 59% dos espectadores com menos de 25 anos.
Uma das estratégias usadas foi a exibição do filme dentro de uma igreja católica na cidade de Pasadena, Califórnia. Atores vestidos de padres “investigavam” os expectadores para ver se algum deles estava possuído.
O que para alguns foi apenas uma brincadeira, para outros foi motivo de zombaria. Grupos católicos se mobilizaram pela Internet recomendando o boicote ao filme que, embora rodado na Romênia, tem parte da história passada no Vaticano.
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“A Filha do Mal” foi dirigido por William Brent Bell. As filmagens foram feitas em Roma e Bucareste. Trata-se da história de que uma mulher (a brasileira Fernanda Andrade) que decide investigar os exorcismos de sua mãe, Maria Rossi (Suzan Crowley).
Em 1989, Maria confessou que havia matado brutalmente três pessoas. Mas não tem domínio sobre sue corpo. Cerca de 20 anos mais tarde, sua filha Isabella tenta compreender a verdade sobre o que aconteceu naquela noite.
Ela viaja até o Hospital para Criminosos Insanos na Itália, onde sua mãe foi detida, para determinar se ela é doente mental ou se está possuída pelo demônio.
Quando ela recruta dois jovens exorcistas do Vaticano (Simon Quarterman e Evan Helmuth) para curarem sua mãe usando métodos não convencionais que combinam ciência e religião, se deparam com os quatro poderosos demônios que possuem Maria.
Trailer:
Traduzido e adaptado de Inflex We Trust e Yahoo News
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28 de jan. de 2012

“O Diabo no Banco dos Réus”: Ateus lançam campanha na internet contra filme cristão



Grupos ateus estão atacando o filme “O Diabo no Banco dos Réus”, considerado por muitos o melhor longa cristão do ano passado. Um desses grupos chegou a enviar uma mensagem por e-mail avisando os produtores que foi o primeiro “ataque em massa” no site IMDb (Internet Movie Database). Dentro de três dias, a classificação do filme caiu de sete para quatro pontos no IMDb, o maior e mais influente site sobre cinema da Internet.
Comentários depreciativos como “propaganda religiosa”, “lavagem cerebral cristã”, “idiotice cristã”, e “eliminem os cristãos” permeiam a seção de comentários do filme.
“Foi um ataque direto a todos os crentes. Em apenas um dia, mais de 400 pessoas optaram pela menor nota apesar de nem terem visto o filme”, disse um porta-voz da RiverRain Productions. “Avisamos o IMDb sobre este ataque, mas eles não fizeram nada. Outros filmes cristãos, como Corajosos e Desafiando Gigantes, também sofreram esses ataques. Esta é uma forma de manchar a reputação e desacreditar esses filmes. ”
De acordo com a página do filme no Facebook, o ataque no IMDb veio de “um grupo de ateus que baixaram o filme ilegalmente”, pois ele ainda não saiu em DVD nos EUA. Eles estão cientes que essa “onda” de críticas deve se espalhar por outros sites e deve continuar por algum tempo. Sem dúvida os próximos lançamentos serão boicotados e ridicularizados como parte  dessa campanha.
O diretor e os produtores de “O Diabo no Banco dos Réus” estão pedindo dos cristãos uma atitude de perdão: “Temos que mostrar-lhes o amor”, diz o diretor do filme Tim Chey, ”Jesus disse que se eles me odeiam, vão odiar vocês.”
Tudo começou, aparentemente, porque “O Diabo no Banco dos Réus” foi mencionado pelo jornal Los Angeles Times numa matéria. O jornal destacou que o filme teve 100 mil downloads ilegais em cerca de 50 sites ilegais.
“É um dos filmes independentes mais baixados da história, o que, na verdade é um elogio”, diz Chey. “Estou feliz por espalharmos a Palavra a tantas pessoas.”
Embora a maioria dos diretores pudesse expressar tristeza por sua perda de lucro, Chey acredita que até pirataria é parte do agir de Deus. “A história e o título do filme chamam atenção do público secular. Eles vão assistir esperando um filme de terror e acabam sendo atingidos com a mensagem do Evangelho… Isto é evangelismo”, comemora.
Sobre o ataque coordenado dos ateus, ele é enfático: “Deixo a vingança para o Senhor. O mundo é cego. Eles pegam o único filme em Hollywood que traz luz para um mundo “sombrio “. Mas nossa batalha não é contra a carne e o sangue, mas contra os principados do inimigo “, lembra o diretor.
Tim Chey conta que ele já foi um cético, sua conversão para uma vida com Jesus Cristo aconteceu depois dos trinta anos de idade. Devido à sua experiência anterior, não se preocupa e avisa que “essas ameaças” contra seu filme não irão intimidá-lo.
“Tivemos mais de 72 pessoas aceitando a Cristo depois de uma exibição do filme numa igreja. Isso é que me alegra. Disse à minha mulher que já valeu por todos os ataques”, explica o diretor. Ele lembra ainda do apóstolo Paulo, que também sofreram ataques e julgamento críticos por causa sua fé em Jesus Cristo.
“O Diabo no Banco dos Réus” estreou no cinema em agosto de 2011. Alcançou a maior média de bilheteria de um filme independente no país e foi filme cristão mais visto nos Estados Unidos no ano passado.
O drama é estrelado por Malcolm McDowell, Rebecca St. James, Corbin Bernsen, Shannen Fields (Facing the Giants), Tom Sizemore, Ros Gentle e Bart Bronson. O grupo de louvor Hillsong também participou no filme, que foi rodado em Sydney, Austrália.
O longa conta a história de Luke O’Brien, um zelador que estuda direito à noite. Ele decide processar Satanás (Malcolm McDowell), pedindo US$ 8 trilhões de dólares. No último dia, antes que Luke receba do juiz uma decisão à revelia, Satanás aparece para se defender. Na equipe legal de Satanás estão 10 dos melhores advogados do país. O mundo inteiro assiste na TV quem vai ganhar o julgamento do século.
O filme é descrito como “um thriller jurídico de alto conceito. Uma batalha espiritual que se passa em um tribunal”. Já está disponível no Brasil, sendo distribuído pela Graça Filmes.
Traduzido e adaptado de Christian Post e Charisma News
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9 de jan. de 2012

Pastor afirma que Heath Ledger atuou possuído como Coringa


Pastor afirma que Heath Ledger atuou possuído como Coringa
De acordo com o reverendo Bob Larson o ator Heath Ledger, que interpretou o vilão Coringa, no filme Batman – O Cavaleiro das Trevas, se envolveu tanto com seu personagem que acabou sendo possuído por espíritos que o levaram a cometer suicídio.
Larson é especialista em exorcismo e tem participado de vários programas para opinar sobre o filme  ”A Filha do Mal” que estreia no Brasil em fevereiro. A trama, que se passa na Itália, conta a história de Isabella (Fernanda Andrade), uma jovem que se envolve em uma série de exorcismos enquanto tenta descobrir o que aconteceu com sua mãe, que assassinou três pessoas durante uma dessas sessões.
Foi em uma dessas entrevistas a respeito do filme dirigido por William Brent Bell que Larson comentou o caso de Ledger confirmando sua teoria apontando a morte do ator e também o alerta feito pelo ator Jack Nicholson, que também interpretou o Coringa no filme Batman, pedindo para que o jovem ator não aceitasse o convite para representar aquele papel.
Heathcliff Andrew Ledger faleceu em 22 de janeiro de 2008 em Nova Iorque, aos 28 anos, poucos meses depois que havia terminado de filmar seu papel no filme Batman – O Cavaleiro das Trevas. A causa da morte foi divulgada pelo serviço de medicina legal como “intoxicação acidental por remédios prescritos”.
Com informações Cine Click
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8 de jan. de 2012

CINEMA:Homens e deuses: Entre a fé e ideais políticos


Na Argélia de 1996 havia “uma boa relação entre cristãos e muçulmanos”, de acordo com o relato de Jean Pierre Schumacher, um dos dois monges que se salvou da morte no massacre de Thibirine. Na época sete membros de sua comunidade foram assassinados por extremistas muçulmanos.
A história ganhou os cinemas, e “Homens e Deuses”, do diretor francês Xavier Beuvois (“O Pequeno Tenente”), sustenta a tensão no massacre que chocou a comunidade cristã e aprofunda as relações em Thibirine, onde monges católicos viviam sitiados em uma comunidade muçulmana, em que o fundamentalismo islâmico, prenunciando a tensão que sempre envolveu a relação entre cristãos e mulçumanos.
Vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes em 2010, “Homens e Deuses” detalha os acontecimentos no ano de 1996, o preconceito que imperava em uma comunidade contemplativa, com pouca vida social e muito trabalho nos campos e pomares.
Associado aos terroristas islâmicos, por se opor aos excessos na captura dos guerrilheiros que se opunham ao governo (uma ditadura militar islâmica) o Pior Christian de Chergê (Lambert Wilson, de “Um Plano Brilhante”) dedica seu tempo a orações, cânticos e trabalho agrícola, numa atmosfera silenciosa.
Com um arsenal de informações valiosas que definiram a opinião do filme em relação aos monges e sem apresentá-los com uma personalidade santa e sem se deter em uma visão maniqueísta, definindo bem e o mal, “Homens e Deuses” apresenta o verdadeiro sentido que os levaram os monges a ficar em meio a um conflito regional para não abandonar a missão.
O cenário do conflito que apresenta uma luta governamental e um preconceito contra a França, que colonizou instituindo um modelo de pobreza em diversas colônias, inclusive a Argélia. Monges ou não, o fato é que havia uma rejeição aos franceses na Argélia de 1996 e com o fundamentalismo islâmico o resultado não podia ser outro: a captura e assassinato dos monges pela facção Jamaat Islamyya.
Entre questões indefinidas, de um massacre que poderia ter partido do próprio serviço secreto argelino, com participação do governo. E até mesmo as divergências religiosas entre cristãos e islâmicos, as dúvidas e o próprio medo do Pior relatados no filme mostram o terrível destino de uma missão cristã em território muçulmano.
Quando persistem em permanecer, apesar de todos os perigos que certamente conheciam, mas que não abalaram o firme propósito dos sacerdotes, tornando-os de algum modo alvo em meio ao conflito que resultou em tragédia, sem qualquer raciocínio de uma ou de outra parte.
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1 de jan. de 2012

“Cavalo de guerra”, novo filme de Spielberg fala sobre amizade e lealdade



Albert Narracott e seu cavalo puro-sangue vivem uma história emocionante nas telas, especialidade do diretor Steven Spielberg. Quando recebeu de seu pai o animal como presente, Albert prometeu cuidar dele para sempre. Deu a ele o nome de Joey e imediatamente começou a treiná-lo.
Retratando a Europa durante a Primeira Guerra Mundial, “Cavalo de Guerra” mostra a trajetória de Albert (Jeremy Irvine) e o cavalo Joey em uma viagem incrível de coragem e aventura. No início, Albert ensina Joey a puxar como arado nos campos de seu pai. Mas quando o pai de Albert (Ted Narracott), vende Joey aos militares britânicos em um momento de desespero, o jovem fica  arrasado e pede para que o soldado deixem-no  servir ao lado de seu animal. O capitão Nicholls (Tom Hiddleston) se recusa porque Albert é muito jovem, mas concorda em devolver o cavalo quando a guerra acabou.
Quando descobre o capitão Nicholls morreu na batalha, ele teme que Joey tenha o mesmo destino. O cavalo atravessa a Europa em meio ao conflito e acaba passando para as mãos dos  soldados alemães e por fim acaba cuido por uma menina e seu avô numa fazenda na França.
Como espectadores, somos levados em uma jornada emocionante de conflitos, tristeza, esperança e alegria. Albert acaba entrando na guerra quando tem idade suficiente para isso e faz um esforço sobre-humano para reencontrar seu cavalo.  Enquanto isso, o cavalo puro-sangue tenta fugas, faz corridas por terras devastadas e muito do que ocorre com ele parece não apontar para um final feliz.
Porque se passar em meio a I Guerra Mundial, Cavalo de Guerra  tem cenas de violência, com várias imagens de soldados e cavalos mortos no campo de batalha. Dois traidores alemães são executados, alguns cavalos são tratados com brutalidade, o que o torna desaconselhável para crianças muito pequenas.
Personagens mencionam Deus um punhado de vezes, como em uma cena em que Ted Narracott reclama da vida e diz à esposa: “Eu costumava acreditar que Deus deu a cada pessoa uma parcela justa de má sorte. Agora eu não acredito mais nisso”.
Spielberg coloca seu talento nesta obra baseada em um romance de sucesso. Embora seja anunciado como mais um filme que apela para “a comunidade de fé”, Cavalo de Guerra não apresenta uma mensagem declaradamente cristã. Contudo, enfatiza valores como amizade, lealdade e doação pelo próximo, que no caso é um cavalo.
Traduzido e adaptado por Gospel Prime de Charisma News
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