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3 de fev. de 2012

Maioria dos cristãos discorda de Jesus em relação a aborto e “causa gay”


Maioria dos cristãos discorda de Jesus em relação a aborto e “causa gay”
Cristãos de grupos conservadores e liberais dizem que suas próprias opiniões sobre questões como aborto e casamento homossexual são muito diferentes das que Jesus teria, indica uma pesquisa recente. Além disso, os entrevistados acreditam que Jesus seria mais compassivo do que eles em relação aos imigrantes ilegais e ajuda aos pobres.
No estudo publicado esta semana pela Academia Nacional de Ciências, sediada nos Estados Unidos, revela que os entrevistados cristãos deveriam usar uma escala de 100 pontos, que vão desde “mais liberal” a “mais conservador” e para identificar onde nessa escala eles acreditavam que Jesus estaria se vivesse entre nós hoje.
Liderado por Lee D. Ross, professor de psicologia na Universidade de Stanford há mais de 30 anos, aparentemente mostra como a opinião política das pessoas muitas vezes está separada de seus ensinamentos de fé.
Tanto os cristãos liberais quanto os conservadores expressaram a opinião de que as visões de Jesus sobre questões relacionadas com a moralidade – como aborto e casamento homossexual – seria mais rigorosa que a deles. Os conservadores, no entanto, acreditam que Jesus seria mais aberto às questões de convivência – como a tributação para reduzir a desigualdade econômica e o tratamento de imigrantes.
Ambos os grupos parecem acreditar que as questões mais importantes para eles, teriam a mesma importância para Jesus.
De acordo com Ross, a pesquisa revela que as discrepâncias entre seus pontos de vista políticos e os ensinamentos religiosos são “tratadas” em parte por uma pessoa que tenha uma interpretação diferente dos ensinamentos bíblicos. Por exemplo, os liberais têm mais  dificuldade para conciliar sua opinião com os ensinamentos do Antigo Testamento, enquanto  os conservadores dizem que os ensinamentos do Novo Testamento muitas vezes entram em conflito com suas opiniões políticas.
“Os liberais estão admitindo que estão longe de Jesus em seus pontos de vista sobre questões morais e os conservadores admitem que discordam de Jesus sobre questões de convivência,” disse  Ross.
“Na verdade, os conservadores são mais religiosos do que os liberais. É mais importante para eles adequar suas opiniões com a sua religião”, disse Ross.
Segundo uma pesquisa de 2011 do Religion Research Institute, mais de 72% das pessoas acreditam que é possível discordar com os ensinamentos de sua religião sobre o aborto e “mesmo assim ser considerada uma pessoa de boa reputação e fé.” A pesquisa observou que os integrantes dos maiores grupos religiosos, incluindo católicos e evangélicos, acreditam que tal incoerência é normal.  Ou seja, não é preciso pensar exatamente igual ao que está escrito na Bíblia ou o que ensinam seus líderes, para ser membro de um determinado grupo religioso.
Traduzido e adaptado de Christian Post
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8 de jan. de 2012

Em 10 anos palestinos poderão ser a maioria em Israel




Em 10 anos palestinos poderão ser a maioria em Israel
Algumas autoridades israelenses temem que o crescimento da população palestina possa terminar com a identidade de Israel como um Estado judeu.
De acordo com o Comitê Palestino de Estatísticas Demográfica, o número de palestinos, que vivem principalmente nos territórios ocupados da Cisjordânia e Gaza, superará os israelenses em poucos anos.
Eles projetam que até 2015, o número de palestinos e judeus que vivem em Gaza será igual, cerca de 6,3 milhões de cada etnia, mas até 2020, haverá 7,2 milhões de palestinos e  apenas 6,8 milhões de judeus. Quase todos os palestinos são muçulmanos e em uma possível guerra contra Israel, ficariam do lado dos invasores.
A rede de TV Al Jazeera relata que atualmente existem tantas crianças palestinas que as escolas montadas pelas Nações Unidas precisam funcionar sem parar os dois turnos por dia. Dez anos atrás, elas abriam apenas pela manhã.
Para lidar com essa questão dos judeus se tornando a minoria em Israel, muitos sugerem que está na hora de deixar a Palestina ser um Estado independente. Contudo, os nacionalistas da direita israelense ainda controlam o governo e se opõe a esta possibilidade. Outros dizem que essas projeções demográficas não são verdadeiras, mas admitem que a questão gere uma preocupação política.
Yakon Faitelson, um israelense especialista em demografia, acredita que há uma distorção nos números divulgados pelos palestinos, mas não nega que em menos de uma década haverá uma mudança crucial.
Assista reportagem(em inglês):
Traduzido e adaptado de God Discussion

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3 de jan. de 2012

Maioria dos “desigrejados” não acredita que sua vida tem um propósito, afirma estudo



Maioria dos “desigrejados” não acredita que sua vida tem um propósito, afirma estudo
Um estudo recente do Centro de Pesquisas LifeWay concluiu que as pessoa que possuem um mínimo de curiosidade sobre o sentido da vida estão mais propensos a participar de cultos religiosos. Mais da metade das pessoas que nunca frequentam a igreja jamais se perguntaram sobre o sentido de suas vidas.
Aproximadamente 75 % dos 2.000 adultos entrevistados dizem que “concordam” ou “concordam fortemente” com a afirmação: “Há um propósito e um plano divino para cada pessoa.” Contudo, 50 % dos participantes da pesquisa que nunca frequentam cultos discordam dessa afirmação.
“Esse contraste tem implicações significativas para as igrejas”, disse Scott McConnell, diretor da LifeWay. ”Não é surpresa que muitos dos ‘sem igreja’ não acreditam que há uma finalidade maior para suas vidas. Em outras palavras, por que ir à igreja aprender sobre o plano de Deus se você não acredita nesse tipo de coisa? ”
O estudo analisou três outros aspectos de significado e propósito. Mais de dois terços dos entrevistados concordam (parcialmente ou fortemente) que a busca pelo sentido ou propósito da vida é uma prioridade, mas apenas metade deles afirma que pensa nisso todo mês. Segundo a Lifeway, 78% acreditam que “É importante perseguir um propósito mais elevado e dar sentido para minha vida”. Por sua vez, 67 % concordam em dizer “A grande prioridade na minha vida é encontrar o meu propósito”.
Ao ouvir a questão “Quantas vezes você se pergunta: ‘Como posso encontrar o significado e o propósito da minha vida’”, 51% dos pesquisados indicaram pensar nisso pelo menos uma vez por mês, incluindo 18% que afirmam se perguntar diariamente. Já 13% fazem esse questionamento uma vez por ano, enquanto 28% nunca pensam sobre isso.
O estudo fez duas perguntas sobre aspectos a vida após a morte. A primeira é “Quantas vezes você se pergunta: Se eu morresse hoje, iria para o céu?”. A pesquisa aponta que 31% se pergunta sobre isso mensalmente, incluindo 8 % que se questionam sobre isso diariamente. Há 11 % que fazem essa pergunta anualmente e 46% diz nunca pensar sobre isso.
Comparativamente, um estudo de 2006 feito pelo Centro Missional de Pesquisas mostrou um número semelhante: 44% nunca se perguntou se iria para o céu quando morrer; 20% se questionava diariamente sobre a questão.
O novo estudo também perguntou aos entrevistados se concordavam com a afirmação: “Eu sei o que devo fazer para experimentar a paz na vida após a morte”. Pouco mais de 42% concordam (20% fortemente) e 50 % discordam (30% fortemente). Aqueles que nunca frequentam cultos religiosos são os mais propensos a discordar totalmente (63%).
Respondendo à afirmação: “Há um propósito final e um plano divino para cada pessoa”, os da faixa etária de 18 a 29 anos são os menos propensos a concordo totalmente (40%). Isso repete o que foi destacado em outras pesquisas da LifeWay sobre os pontos de vista dos jovens sobre a espiritualidade. Em seu livro, Lost and Found, Ed Stetzer presidente do Centro de Pesquisas LifeWay descobriu que 89% dos jovens adultos ‘sem igreja’ concordam com a afirmação: “Se alguém quisesse me dizer o que acreditava sobre o cristianismo, eu estaria disposto a ouvir”.
O estudo revelou que entre aqueles que nunca vão à igreja há menor interesse em descobrir o sentido da vida ou pensar na vida após a morte:
- 19% discordam fortemente que não há vida além deste mundo;
- 33% discordam fortemente que existe um propósito e um plano divino para cada pessoa;
- 63% discordam fortemente que sabem o que devem fazer para ter paz na vida após a morte;
- 50% nunca se perguntou como podem encontrar o significado e propósito de sua vida;
- 68% nunca se perguntam se morressem hoje, certamente iriam para o céu.
“Parece óbvio dizer que aqueles não se interessam pelos cultos religiosos pensam menos frequentemente sobre as coisas espirituais”, disse McConnell. ”Mas a implicação disso para a Igreja é clara. A maioria das pessoas poderia se interessar pelas coisas espirituais, pois não as conhecem, mas muitos cristãos acabam querendo falar sobre isso da maneira errada… Antes de quere mostrar o sentido da vida e a salvação em Jesus, é preciso saber o que essas pessoas pensam sobre o assunto”, concluiu McConnell.
Traduzido e adaptado por Gospel Prime de Charisma News 
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