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6 de fev. de 2012

Pastor americano é coroado rei por rabino durante culto



O bispo Eddie Long, líder da Igreja Batista Missionária do Novo Nascimento, em Atlanta, Georgia, recentemente se envolveu em um processo por ter supostamente abusado sexualmente de quatro adolescentes de sua igreja. Ele teria feito um acordo com as famílias dos envolvidos e desembolsado cerca de 20 milhões de dólares para encerrar o caso, que foi aberto em 2010.
Depois de ter pedido uma licença da igreja por algumas semanas para tentar evitar o divórcio pedido por sua esposa, ele voltou às suas atividades normalmente.
Porém, já se envolveu em outra polêmica. Durante um culto de sua megaigreja, realizado em 29 de janeiro, ele foi “coroado” rei pelo rabino messiânico Ralph Messer, líder do “Simchat Torah Beit Midrash”, autointitulada “congregação facilitadora de discussões religiosas entre vários grupos, culturas e denominações em todo o mundo”.
Messer é amigo de Long e um dos pregadores da “Conferência para Ampliação Econômica”, organizada pela igreja do Novo Nascimento, que possui mais de 25 mil membros.
Sendo o pregador convidado para o culto, Messer decidiu homenagear o bispo Long e fez uma espécie de ritual, entregando ao bispo um pergaminho hebraico de 312 anos. Explicando sobre  o principio do reinado bíblico, colocou um manto judaico sobre seus ombros e explicou que aquela era a vontade de Deus.
Diante da igreja lotada, Long sentou-se em uma cadeira similar a um trono. O rabino passou então a explicar que aquele homem pertencia a duas cortes diferentes, a da justiça e a das bênçãos. Os fiéis presentes aplaudiram enquanto Long permanecia calado.
O vídeo foi postado na internet alguns dias depois e tornou-se um viral, com mais de 600 mil acessos em poucos dias.
Críticas foram publicadas por dezenas de pastores em sites e blogs. Centenas de comentários nas redes sociais ajudaram a aumentar os acessos do vídeo e as criticas ao bispo. Will Gafney, professor de estudos judaicos e hebraico bíblico, escreveu um longo artigo para o Huffington Post enumerando todas as contradições e erros da, agora famosa, cerimônia de coroação.
Ele questiona todas as menções a textos bíblicos e conclui que tudo foi uma cena inventada por alguém que não conhece nem respeita o judaísmo.
Long só veio a se pronunciar ontem (5/2) após ser duramente repreendido pela Liga Antidifamação, organização que defende os direitos dos judeus em todo o mundo.
Bill Nigut, líder da Liga, afirma que o ritual criado por Messer não tem qualquer ligação com os ensinos do judaísmo e que Messer não é reconhecido como rabino pelos judeus americanos.
Em uma carta aberta, o bispo Long afirma que ele não sabia nem incentivou o evento e diz saber que sabe não ser um rei: “Rejeito qualquer ação que tente retrata-me como um rei, pois  sou simplesmente um servo do Senhor”.
O rabino Messer insiste que não houve desrespeito em suas ações: “Foi simplesmente uma maneira de honrar um homem que deu sua vida para o Senhor, para sua igreja, e para todo o mundo”. Perguntado sobre os eventos que quase puseram fim ao ministério de Long, Messer afirmou que os incidentes eram “apenas uma maneira de Deus chamar a atenção de Long… Toda crise produz oportunidade. Você precisa passar por uma descida antes de uma subida”.
Ele não quis se pronunciar sobre as condições em que se tornou rabino, mas já surgiu na internet outro vídeo onde ele fez o mesmo tipo de ritual no pastor Randy White, de uma megaigreja da Florida, em 2009.
Assista:
Traduzido e adaptado de Christian Post, Huffington Post e News One
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20 de jan. de 2012

Tebowing: Imitar um jogador de futebol americano orando é a nova mania na internet



Tirar fotos em poses pré-determinadas não é novidade na internet. Recentemente o planking foi uma febre mundial. Milhares de pessoas, inclusive celebridades, postaram fotos “pranchando”, ou seja, deitados, duros como uma tábua.
Depois vieram o Owling (imitando uma coruja) e o Tepoting (imitando uma chaleira). A nova mania atende pelo nome de Tebowing e trata-se de uma homenagem ao zagueiro de futebol americano Tim Tebow. Ele joga pelo Denver Broncos e é um cristão comprometido.
Depois de comemorar um ponto que deu a vitória ao seu time, ajoelhando e orando, enquanto todos os seus companheiros vibravam, a pose ficou famosa.
Logo surgiram as primeiras “homenagens” e já existe um blog no Tumblr , o Tebowing.com, que coleciona imagens dos internautas. O site descreve o propósito: “dobre um joelho e começar a orar com uma mão na cabeça, de preferência quando todo mundo ao seu redor está fazendo algo completamente diferente”.
O The Wall Street Journal publicou na semana passada uma matéria que deu destaque a essa tendência. Ele destaca que as pessoas fizeram a pose Tebowing em frente ao Capitólio, na Coréia e em uma sala de operação, em frente à sede da Chrysler, em um banheiro, e imitando a capa do disco Abbey Road dos Beatles. Até mesmo crianças estão aderindo e já há uma pose dessas esculpida em uma abóbora.
Parece que “pai” da ideia é Jared Kleinstein, natural de Denver e torcedor dos Broncos. Ele conta que estava assistindo o jogo de domingo com alguns amigos no Sidebar, em Nova York. Foi então que, no final do jogo contra o Miami Dolphins, Tim Tebow fez uma jogada surpreendente que lhes garantiu a vitória.
“Todo mundo estava pulando e comemorando e notamos que Tebow estava parado, orando. Aquilo foi hilário”, disse o torcedor. Quando eles saíram do bar, Kleinstein convenceu seus amigos a tirar uma fotografia imitando Tebow, e postou a foto no Facebook.
No dia seguinte, ele viu outras imagens semelhantes na rede social e iniciou um Tumblr dedicado ao Tebowing. Em menos de uma semana, o site tinha recebido mais de 120.000 vistas. A expressão já foi um dos assuntos mais populares no Twitter dos EUA.
Perguntado sobre o que acha da “homenagem”, Tim Tebow, 23 anos, que é filho de missionários, disse não se importar. Ele disse que sempre ora de joelhos e estava, sim, agradecendo a Deus pela vitória.
O jovem atleta inclusive já escreveu um livro onde fala sobre sua fé. Ele é apontado com um dos grandes talentos da nova geração do futebol americano. Seu maior desejo, segundo ele, é ser um modelo positivo para os jovens norte-americanos e glorificar a Deus através do esporte. Essa moda da internet só o tem ajudado a ser ainda mais famoso.
O zagueiro é bastante conhecido pelos fãs de futebol americano por escrever referências a versículos bíblicos no seu rosto. Prática que foi proibida pela NFL, que administra o futebol profissional nos EUA.
Embora muitos cristãos embarcaram na onda e postaram fotos Tebowing em suas igrejas, outros condenaram a prática, afirmando que se trata de uma zombaria e uma provocação aos cristãos, por ridicularizar algo tão importante quanto a oração.
Em uma rápida entrevista, Kleinstein explica como o Tebowing viralizou:
Por que é o Tebowing ficou tão popular?
É mais seguro do que o planking, pois as pessoas se arriscavam muito. Não há nenhuma lesão conhecida ao ficar nessa posição.
Qual é a melhor imagem de Tebowing que você já viu?
Eu adoro o original porque fomos nós que fizemos, mas acho ver as crianças fazendo a pose é especial. Eu sei que já é popular entre adolescentes e pessoas na casa dos 20, 30 e até dos 40 anos. Estou muito feliz que as crianças gostaram.
Qual o seu lugar favorito onde alguém foi fotografado Tebowing?
O Capitólio é um dos meus preferidos. As pessoas adoram Tebowing no escritório . Parece que eles simplesmente não querem trabalhar e ficam fazendo o Tebowing.
Se você pudesse escolher um lugar no mundo para ser fotografado Tebowing …
Além de estar ao lado de Tim Tebow? É tão difícil dizer! OK, com um urso polar na Antártida.
E quanto a fotos de pessoas Tebowing em templos?
Sim, eu vi! Não estamos defendendo nenhuma religião específica. É algo que depende de sua interpretação do que é uma oração. Qualquer um pode fazer isso. Estamos muito abertos a todas as raças e religiões.
Traduzido e Adaptado por Gospel Prime de Washington Post e Daily Fix
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31 de dez. de 2011

Pastor americano propõe “40 dias de Palavra” para combater o analfabetismo bíblico



Pastor americano propõe “40 dias de Palavra” para combater o analfabetismo bíblico
O pastor Rick Warren da igreja Saddleback está divulgando um vídeo onde convida os membros de sua igreja para participar de “40 dias de Palavra”. Serão grupos pequenos de ensinamento para combater o analfabetismo bíblico e ensinar as pessoas a amarem a Palavra de Deus.
São três objetivos primordiais nesses 40 dias de ensinamento: o primeiro é aprender a amar a Bíblia. “Amar mais que qualquer outra coisa na sua vida”, segundo enfatiza o pastor Warren. O segundo objetivo é fazer com que a Palavra seja aprendida de uma maneira eficaz e o terceiro motivo é fazer com que as pessoas vivam a Palavra de Deus.
“A Bíblia diz que a palavra de Deus foi dada para transformar nossas vidas e não simplesmente para informar”, diz Rick Warren para os espectadores. “Não foi dada para aumentar nosso conhecimento, mas para mudar nossas vidas”, ressalta o escritor de Uma Vida com Propósitos.
Questionada por um homem a respeito de qual seria a melhor tradução bíblica e o pastor respondeu que “a melhor tradução é aquela que se traduz na sua vida”, pois em sua visão os cristãos precisam ser uma Bíblia vivente.
Rick Warren diz que os americanos são analfabetos bíblicos, pois “eles conhecem a Palavra de Deus… A geração de nossos pais conhecia a Palavra de Deus muito bem. Minha geração conhece pouco. A próxima geração na sabe nada sobre isso”, destacou ele.
Traduzido e adaptado por Gospel Prime de Notícia Cristiana
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