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6 de fev. de 2012

Papa Bento 16 realizou exorcismos no Vaticano, revela livro



O exorcismo é a prática de expulsar demônios de uma pessoa ou de um lugar. Na Igreja Católica existem padres especialmente preparados para essa função, chamados de “exorcistas”. Mas é raro ouvir-se que um papa se envolva nessa atividade.
O padre Gabriele Amorth, famoso exorcista da diocese de Roma já escreveu vários livros sobre o assunto e em breve lançará mais um. Entre suas revelações uma em especial está chamado atenção. Ele conta que, em 2009, uma benção do papa Bento XVI expulsou o demônio de dois homens.
Embora o Vaticano oficialmente negue o ocorrido, Gabriele diz que tudo ocorreu muito rapidamente durante uma audiência geral na Praça São Pedro. Ele relata que dois de seus ajudantes levaram os homens, Giovanni e Marco, para ver o Papa.
Logo que se aproximaram de Bento XVI, eles começaram a tremer, ficando agitados e passaram a gritar, mostrando sinais claros de possessão. No momento em que o carro do Papa chegou, conta o exorcista do Vaticano, um dos ajudantes pediu que Giovanni se controlasse ao que ele respondeu: “Eu não sou Giovanni”. A voz não era a dele, relata o livro, e junto com Marco, jogaram-se no chão.
No seu livro o padre Gabrielli lembra que “Os possuídos pareciam ser atingidos por uma descarga de energia, seus corpos foram atingidos. Eles voaram cerca de três metros para trás e então se calaram”.
Frederico Lombardi, porta-voz do Vaticano, disse que o Papa não tem ciência desses fatos. “Mesmo se for um relato verdadeiro, não é correto falar em exorcismo pelo Papa… Não há nenhuma ligação e o papa não teve intenção de realizar um exorcismo”, declarou em nota.
Traduzido e adaptado de Cath News Usa
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16 de jan. de 2012

Manifestantes vão ao Vaticano para chamar papa de “criminoso” e Igreja Católica de “corrupta”



Manifestantes vão ao Vaticano para chamar papa de “criminoso” e Igreja Católica de “corrupta”
Gritos de “Igreja corrupta”, “papa criminoso”, “liberdade” e “Não à violência” foram ouvidos hoje em um protesto na Praça de São Pedro, no Vaticano. Os manifestantes, que se identificam como membros do movimento Indignados Internacional, se reuniram em  frente aos aposentos do papa Bento XVI.
Provenientes de vários países europeus, como Espanha, França e Itália, afirmavam que “o Vaticano deve pagar os impostos como todo o mundo”, mostrando sua inconformidade com os benefícios fiscais que a Santa Sé recebe em diferentes partes do mundo.
As dezenas de ativistas montaram tendas na Praça de São Pedro. Um dos manifestantes escalou uma árvore de Natal que está no centro da praça. Entre suas críticas está a concentração de renda excessiva por parte da igreja católica.
A polícia foi chamada e acabou pondo fim ao protesto. Depois de um confronto direto com os “indignados”, e com uso de violência, levaram três jovens para averiguação na delegacia. Um deles saiu com o rosto sangrando.
A manifestação ocorreu algumas horas depois que o novo primeiro-ministro italiano, Mario Monti, um católico praticante, foi recebido em audiência pelo sumo pontífice.
A Itália tem vivido uma crise econômica e durante o encontro, o papa afirmou que reconhece que a situação social está “difícil” e “quase insolúvel” e se faz necessário um compromisso de todos para a recuperação do país.
O porta-voz do Vaticano não quis se manifestar sobre o incidente.
Traduzido e adaptado de Yahoo e Washigton Post
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10 de jan. de 2012

Papa diz que movimento gay “ameaça o futuro e a dignidade da humanidade”


Papa diz que movimento gay “ameaça o futuro e a dignidade da humanidade”
O Papa Bento XVI condenou hoje (9/1) as políticas dos países que, ao questionar a família como a união entre um homem e uma mulher. “As políticas que atentam contra a família ameaçam a dignidade humana e o próprio futuro da humanidade”, declarou ele diante de 160 diplomatas, incluindo 115 embaixadores credenciados na Santa Sé.
Na Sala Régia do Vaticano, Bento XVI reiterou o pedido pelo “fim do derramamento de sangue” no conflito civil na Síria e pediu a abertura de um “diálogo frutífero entre os políticos” daquele país, com a presença de “observadores independentes”.
“Convido a comunidade internacional a dialogar com os atores do processo em curso, no respeito pelos povos e conscientes que a construção de sociedades estáveis e reconciliadas, que se opõem a qualquer discriminação injusta, em particular de ordem religiosa, constitui um horizonte mais vasto e mais longínquo que o das eleições”, afirmou o papa, referindo-se aos acontecimentos na Síria.
“Tenho uma grande preocupação pelas populações dos países nos quais continuam a existir tensões e violência. O respeito pelas pessoas deve estar no centro das instituições e das leis, deve conduzir ao fim de qualquer violência e prevenir o risco que a atenção devida aos pedidos dos cidadãos e a necessária solidariedade social se transformem em simples instrumentos para manter ou conquistar o poder”, acrescentou.
O Vaticano diz estar preocupado com a situação das minorias cristãs do Oriente Médio e África, que precisam muitas vezes fugir dos países que moravam por causa das ameaças de grupos muçulmanos radicais.
Em muitos países os cristãos são privados dos direitos fundamentais e postos à margem da vida pública”, afirmou o papa, lembrando do antigo ministro das minorias paquistanês, o católico Shahbaz Bhatti, assassinado em março do ano passado durante um atentado.
Falando sobre a África, lamentou que o objetivo da reconciliação e do respeito de “todas as etnias e religiões” ainda esteja longínquo, especialmente na Nigéria, na Costa do Marfim, na região dos Grandes Lagos e no Cifre da África.
“É essencial que a colaboração entre as comunidades cristãs e os governos ajude a percorrer o caminho da justiça, da paz e da reconciliação, onde os membros de todas as etnias e de todas as religiões sejam respeitados”, disse ainda sobre o continente africano.
Em relação à Terra Santa, o papa apelou que os responsáveis palestinos e israelenses “tomem decisões corajosas e claras em favor da paz”.
Traduzido e adaptado de Topix
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