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18 de fev. de 2012

Alerta: Meninas são estimuladas muito cedo para o sexo


As meninas estão sendo forçadas a crescer cada vez mais rápido. Cedo demais, elas estão sendo superestimuladas, superexpostas e supersensualizadas. Esse é o alerta do livro “Que Está Acontecendo com Nossas Garotas?”.
Eclesiastes 3:1-Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
No Brasil, a mais recente polêmica sobre o tema é a venda de sutiãs com enchimento que imitam o formato dos seios para meninas de seis anos, como conta a Folha em reportagem.
Sensualidade prematura  Alerta: Meninas são estimuladas muito cedo para o sexoPara a britânica Maggie Hamilton, que escreveu o livro(o que está acontecendo com nossas garotas, foto), há um prejuízo evidente para a vida de crianças que queimam etapas de seu desenvolvimento: a explosão precoce de ansiedades, sentimentos de rejeição, abusos sexuais e baixa autoestima. “As nossas garotas se sentem isoladas. Acreditam que os adultos não se importam com elas.”
As famílias precisam ficar atentas a esses sinais, que podem resultar em adultos desajustados. Nem sempre essa preocupação surge no lar.
Dados assustadores mostram, por exemplo, a procura por cirurgias plásticas em adolescentes, como a colocação de silicone nos seios.
No cinema, a exploração da sensualidade de crianças já foi retratada. É o caso de “Pequena Miss Sunshine”, um dos destaques do Oscar em 2007.
A atriz-mirim Abigail Breslin (na época com 10 anos), que despontou no suspense “Sinais” (2002), interpreta a garota Olive, que atravessa o deserto com sua família disfuncional, em uma kombi amarela com defeito, até a Califórnia onde será disputado um concurso de beleza para crianças.
O pai da garota é Richard (Greg Kinnear), que dá palestras de autoajuda e parece encarnar a obsessão da América pelo sucesso material e o desprezo por quem não se encaixa nesse perfil. Para ele, o mundo se divide em vencedores e perdedores, e só crianças magras conseguem o sucesso. O problema é que o seu pai Edwin (ator veterano Alan Arkin), viciado em heroína, não é bem um exemplo de êxito.Para a britânica Maggie Hamilton, que escreveu o livro, há um prejuízo evidente para a vida de crianças que queimam etapas de seu desenvolvimento: a explosão precoce de ansiedades, sentimentos de rejeição, abusos sexuais e baixa autoestima. “As nossas garotas se sentem isoladas. Acreditam que os adultos não se importam com elas.”
As famílias precisam ficar atentas a esses sinais, que podem resultar em adultos desajustados. Nem sempre essa preocupação surge no lar.
Dados assustadores mostram, por exemplo, a procura por cirurgias plásticas em adolescentes, como a colocação de silicone nos seios.
No cinema, a exploração da sensualidade de crianças já foi retratada. É o caso de “Pequena Miss Sunshine”, um dos destaques do Oscar em 2007.
Miss shunshine exploração infantil  Alerta: Meninas são estimuladas muito cedo para o sexoA atriz-mirim Abigail Breslin (na época com 10 anos), que despontou no suspense “Sinais” (2002), interpreta a garota Olive, que atravessa o deserto com sua família disfuncional, em uma kombi amarela com defeito, até a Califórnia onde será disputado um concurso de beleza para crianças.
O pai da garota é Richard (Greg Kinnear), que dá palestras de autoajuda e parece encarnar a obsessão da América pelo sucesso material e o desprezo por quem não se encaixa nesse perfil. Para ele, o mundo se divide em vencedores e perdedores, e só crianças magras conseguem o sucesso. O problema é que o seu pai Edwin (ator veterano Alan Arkin), viciado em heroína, não é bem um exemplo de êxito.

 
143297 thylane lena rose blondeau 300x168  Alerta: Meninas são estimuladas muito cedo para o sexo Se você já tinha se chocado quando viu nas notícias a pequena Thylane, de 10 anos, em pose sensual para a revista Vogue francesa (foto com estampa animal), com certeza também não se conformou ao ver imagens de meninas de 4 anos (sim, 4 anos!) posando para a marca de lingerie, também francesa, Jour Après Lunes (fotos postadas abaixo).


ling2 262x300  Alerta: Meninas são estimuladas muito cedo para o sexoling1 300x213  Alerta: Meninas são estimuladas muito cedo para o sexoling3 300x213  Alerta: Meninas são estimuladas muito cedo para o sexo
Brincadeira x Realidade
Sem ter consciência do que a maquiagem carregada, a roupa ou a pose sensual significam, a menina passa a reproduzir em seu dia a dia algo que não é bacana, mas que, para ela, é normal. A distância entre o mundo adulto e o infantil se encurta, assim como a infância. Precocemente, ela é estimulada a aceitar um comportamento a que não está preparada e pode se envolver em situações de risco amanhã.
Vale aqui reforçar que isso é completamente diferente de imitar. Se a sua filha adora colocar os seus sapatos de salto e desfilar pela casa, ou ainda vestir uma roupa sua, tudo bem. “A imitação faz parte do desenvolvimento infantil. É benéfica. Afinal, é por meio do brincar com base na imitação que ela está conseguindo compreender as coisas do mundo”, conta Cristina. O problema é quando isso deixa de ser brincadeira.
Na educação dos filhos, como você já sabe, é preciso estar junto e lidar o tempo todo com o bom senso e olhar atento em suas vidas, para que, mais tarde, eles possam fazer suas escolhas. Mas em situações como essa a responsabilidade vai além dos pais. “Nós adultos precisamos nos perguntar se é isso que queremos para o mundo. Não dá para achar normal atitudes assim”, diz a educadora. E você? O que pensa de tudo isso? Compartilhe com a gente!
Antes de falar que a maldade está nos olhos de quem vê, deixo claro que as crianças aqui são vítimas.
Elas são inocentes… Certo!        ANOTICIAGOSPEL
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13 de jan. de 2012

Meninas são “dedicadas” a prostituição em templo hindu desde o nascimento



Dia 11 de janeiro foi lembrado por cristãos de diversos países como o “Dia de Conscientização sobre o Tráfico Humano”. A iniciativa, promovida por várias missões e igrejas, visa despertar as pessoas sobre uma triste realidade. Em pleno século 21, pessoas continuam sendo compradas e vendidas como se fossem mercadorias.
Na Índia, por exemplo, ter uma filha pode ser um peso para muitas famílias por questões culturais. Por isso, ainda existem pais que optam por dedicar a sua filha aos deuses e fazer dela uma devadasi, uma prostituta do templo.
Assim ela terá uma profissão e uma forma de obter alimento para sua família. Talvez os deuses irão mostrar favor, poupar a vida da esposa e encher seu ventre com o menino, que poderá ser mais um para trabalhar e ajudar na renda doméstica. Para eles, tal sacrifício é pequeno em comparação com o destino de uma família que, caso contrário, poderia morrer de fome.
Na Índia, o sistema devadasi de prostituição nos templos já existe há mais de 5.000 anos, diz David Dass, diretor-executivo da missão India Gospel League. No estado de Karnataka, onde ele vive com sua esposa, famílias que passam fome dedicam centenas de meninas todos os anos à deusa Yellamma. As crianças são forçadas a começar na vida de prostituição com 11 ou 12 anos.
“Desde que nascem elas estão sendo exploradas”, diz Annette Romick, que faz um trabalhado de ajuda humanitária na Índia. ”Então, quando atingem a maturidade, seus corpos são exploradas pelos homens. Mesmo quando seus corpos não são mais desejáveis, ainda são exploradas e abusadas, pois o estigma está sobre elas.
Eles nunca poderão fugir disso. É uma armadilha que as prendeu, é um inferno o que eles estão experimentando”.
O termo devadasi dignifica literalmente “serva de Deus.” Os pais que escolhem dedicar suas filhas recém-nascidas a Yellamma sabem que a menina é considerada “casada” com a deusa e nunca poderá se casar com um homem. Quando a menina atinge a maturidade física, é forçada a iniciar sua vida como prostituta.
“Desde 1982, o sistema devadasi foi proibido pelo governo da Índia”, diz Paul Joseph, um pastor que tem ministério junto às devadasis.”Mas há práticas subterrâneas – ninguém sabe como eles procedem nem como fazem a dedicação”.
Desde que foi proibida a prática devadasi, as mulheres trabalham principalmente em suas casas, apenas visitando o templo para pedir o dinheiro dos fiéis. Muitas dessas prostitutas cultuais são traficadas para as zonas de meretrício de Bombaim, Pune, Bangalore e outras grandes cidades indianas. Às vezes elas recebem uma compensação por seus serviços, às vezes não. As devadasis vivem suscetíveis ao HIV, AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis.
“Nossos pais nos jogaram na rua desde o nascimento. Os homens vêm e nos usam, terminam seu trabalho e vão embora”, diz Sugandha, uma ex-devadasi que hoje recebe assistência de uma ONG evangélica.
Na religião hindu, as devadasis só tem esperança de uma vida melhor através do ciclo de renascimento. ”Suas vidas foram arruinadas e sentem-se como lixo. Acabam de ser usadas e são mais uma vez descartas”, diz Romick.
As devadasis vêm principalmente de famílias pobres da classe dos “intocáveis”, que é considerado o degrau mais baixo da sociedade hindu. “Não são evitadas apenas por causa de sua profissão, mas são rejeitadas pela sociedade em geral por causa de sua casta”, diz Romick.
“Elas precisam conhecer o amor de Cristo, a única maneira que elas vão poder mudar de vida e ser um instrumento para mudar a vida de outras” afirma a missionária, que acrescenta: “precisamos apenas orientá-las, capacitá-las, discipulá-las e enviá-las de volta [para suas comunidades]. Sabemos que o Senhor irá usá-las”.
Traduzido e adaptado de BP News
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