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31 de jan. de 2012

Pastor Silas Malafaia rebate critica de jornalista e o chama de “evangelicofóbico”


O pastor Silas Malafaia usou o site Verdade Gospel para responder a um jornalista do O Globo que o chamou de homofóbico. No texto publicado nesta segunda-feira, 30, Ancelmo Gois comenta as palavras do pastor assembleiano sobre o reality show da Globo, o Big Brother Brasil 12, mas a forma como ele cita Malafaia foi entendida pelo líder religioso como “preconceito contra evangélicos”.
Intitulada como “O pastor e o ‘Big Brother’” a pequena coluna reproduziu o comentário do líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo sobre os evangélicos que assistem ao BBB. “Silas Malafaia, o telepastor que abriu guerra contra os gays ao se declarar homofóbico, agora mira no… “Big Brother”, da TV Globo. Em seu site verdadegospel.com, disse que ‘se algum crente assiste ao programa, tem de se converter de novo’”, escreveu.
Sobre a primeira parte do texto Malafaia rebate, dizendo que admirava muito o jornalista, mas que agora ficou “de boca aberta” por ser chamado pelo profissional de homofóbico. “Nunca disse, e muito menos sou homofóbico. Ancelmo Gois está desafiado a provar em qualquer instância que ele quiser, quando que eu fui conivente com violência contra gays. Porque homofobia é uma aversão ao homossexual, desejando agredi-lo ou até eliminá-lo. Quando foi que eu fiz isso?”
Em seu site Malafaia ainda comenta que esse texto mostra que o jornalista aprova o homossexualismo, mas tem preconceito contra evangélicos. Não satisfeito o apresentador do programa Vitória em Cristo foi mais longe e questionou os reais motivos que levaram Ancelmo Gois a tecer aquele comentário.
“A partir do comentário de Ancelmo Gois, passo a ter algumas interrogações a respeito dele: 1. Será que ele esta defendendo causa própria? 2. Será que ele tem tanta afinidade com os homossexuais que passou a defender, translocadamente, a bandeira deles? 3. Será que ele e evangelicofóbico? 4. Será que ele tem ódio de pastores evangélicos? 5. Será que é mau caratísmo da parte dele?”, questiona Malafaia.
O religioso mantém sua opinião sobre o reality show dizendo que tal atração promove a cultura da traição, do alcoolismo, do fingimento e etc. “Quanto ao Big Brother, que toda a imprensa tem comentado, todos nós sabemos que este programa tem ensinado a cultura da traição, a cultura do alcoolismo, a cultura da safadeza, a cultura do fingimento, a cultura da sensualidade, a cultura da depravação, e todas estas culturas sendo impregnadas para destruir valores fundamentais para o equilíbrio da família, da sociedade e do ser humano”.
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30 de jan. de 2012

Jornalista afirma que “Rei Davi” repete falhas de outras minisséries bíblicas



O jornalista Mauricio Stycer, colunista do UOL, escreveu em seu blog uma crítica em relação aos dois primeiros capítulos da minissérie “Rei Davi” que foram transmitidos na última semana. Para o profissional, o elenco erra ao forçar certos diálogos e a Record insistiu nos mesmos erros apresentados nas duas tramas bíblicas que já foram ao ar pela emissora.
Para o blogueiro tanto a história que começou a ser transmitida na última terça-feira, 24, como “A História de Ester” (2010) e “Sansão e Dalila” (2011) são um projeto da emissora ligada à Igreja Universal do Reino de Deus.  Stycer também cita que essas duas minisséries também foram grandes produções e que custaram menos que a nova atração da Record.
“Com um investimento anunciado de R$ 25 milhões para realizar 29 capítulos, “Rei Davi” supera a aposta feita em “Sansão e Dalila”, que consumiu, segundo a Record, R$ 13 milhões em seus 18 capítulos”, comenta.
Além do orçamento, o jornalista fala sobre os erros do texto e a forma como os atores interpretam algumas das cenas. “É visível, em diversas passagens, como as frases empostadas não cabem na boca dos atores, dando a impressão de que estão declamando num teatro escolar”.
E as críticas do jornalista vão mais longe: “Falta também inspiração à direção e ao elenco, meio perdidos no esforço de naturalizar um mundo que tem os pés fincados muito mais na lenda do que na história”.
A autora Vivian Oliveira usou passagens bíblicas de diversos livros para contar a história de Davi, desde quando era um pastor de ovelha e foi escolhido para ser o sucessor de Saul como sua vida adulta, mostrando os passos mais importantes de sua jornada.
Entre eles a autora retrata os sentimentos de inveja, desobediência, submissão, romance, traição, vingança e outros.  “Davi foi um ser humano cheio de qualidades e defeitos. Isso é o que mais me surpreende. Ele é um anti-herói: um homem digno, sensível e, ao mesmo tempo, capaz de mentir e fazer as maiores atrocidades para conseguir o amor de sua vida”, disse a autora à imprensa na semana de lançamento do projeto.
Leia o texto na íntegra aqui.
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