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5 de fev. de 2012

Regis Danese se apresenta no Programa Raul Gil



O Programa Raul Gil deste sábado, 4, teve a participação do cantor evangélico Regis Danese que esteve lançando seu novo CD “Tudo Novo”. Além de apresentar suas novas canções ele também comentou sobre sua carreira musical, conversão e ministério.
Regis Danese é uma dos cantores mais conhecidos no Brasil, a canção “Entra na Minha Casa” se tornou um sucesso não só meio gospel como no secular, sendo regravada por diversos grupos.
Este no álbum marca um novo tempo na vida do cantor que assinou contrato com a MK Music, maior gravadora do meio, e tem tido grande destaque não só nas igrejas como em eventos não religiosos.
Em sua apresentação no programa do SBT Regis cantou “Tu Podes”, canção que já é sucesso nas rádios de vários estados brasileiros. Com o refrão que diz “O que não posso fazer, Tu podes”, a letra fala sobre consolo e milagre palavras que estão sendo essenciais para o cantor que descobriu que sua filha, Brenda, de apenas 3 anos, está com leucemia e precisou iniciar um tratamento de quimioterapia.
Assista:
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4 de fev. de 2012

Artistas da TV Globo afirmam que são fãs de música gospel




Os atores Fernanda Souza, 27 anos, e Victor Pecoraro, 34, participaram do Bate-Papo, uma coluna da Revista Gloss do mês de fevereiro (edição 53) onde dois famosos conversam sobre temas variados. No caso dos dois artistas da Globo a música gospel encerrou a conversa quando os dois falaram sobre religião. O assunto surgiu quando Fernanda questionou Victor sobre a tatuagem que ele e sua esposa, a ex-modelo Renata Muller, possuem com versos da Bíblia.
“Ela fez, curti e fiz também”, respondeu Victor que confessou que crê em Deus e que gosta do Livro Sagrado. O ator de “Aquele Beijo” questionou sua colega de elenco sobre sua religião e moça respondeu que acredita em tudo um pouco.
“Eu acredito em tudo um pouco: no espiritismo, nos preceitos do budismo, na cabala. Mas também vou à missa, converso com Deus como se fosse meu amigo. E escuto música gospel. Gosto de Leonardo Gonçalves”, disse a atriz.
No trecho dessa conversa publicada na revista o ator que também está na novela “Corações Feridos” do SBT, também comenta seu gosto musical e sua preferência por rock gospel. “Eu gosto mais de rock gospel, tipo Fernandinho e Third Day”, disse.
A emissora carioca tem aberto espaço para o segmento não apenas através da Som Livre, gravadora que contratou diversos artistas evangélicos, como também cedendo espaço na sua programação. Prova disso foi o Festival Promessas que foi ao ar no final do ano de 2011 e as recentes participações de Diante do Trono e Pregador Luo no programa Caldeirão do Huck.
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3 de fev. de 2012

Com estreia de “As Brasileiras”, Rede Globo vence a minissérie “Rei Davi”



O quarto capítulo da minissérie “Rei Davi” mostrou na última quinta-feira, 02, o episódio onde Saul começa a se incomodar com a popularidade de Davi e vai planejar sua morte. Mas apesar se ter cenas intrigantes a trama foi superada pela nova minissérie da Rede Globo, “As Brasileiras” que ficou em primeiro lugar no Ibope.
A briga pela audiência estava dando vantagens para a Rede Record que conseguiu ficar em primeiro lugar nos três primeiros episódios, mas com a novidade na emissora concorrente a história virou dando 20 pontos para a Rede Globo contra 14,4 pontos da emissora de Edir Macedo de acordo com dados do Ibope na Grande São Paulo.
Repleto de estrelas, tanto atrizes como cantoras da música popular brasileiras, o elenco da nova minissérie da Globo pretende ser um sucesso e passou a ser exibida no momento mais oportuno já que na última semana a Record estava tendo bons índices de audiência com a trama de tema bíblico.
Na última terça-feira, 31, o episódio que mostrou a batalha entre Davi e Golias fez com que a Record alcançasse Ibope ainda maior que os outros dois episódios tanto em São Paulo como no Rio de Janeiro e Brasília entre as 23h15 e 00h07.
De acordo com o site Arca Universal em São Paulo a minissérie bíblica teve 15 pontos de audiência contra 14 da Globo, principal concorrente. Em alguns momentos a emissora ligada à Igreja Universal do Reino de Deus teve 7 pontos de diferença.
No Rio de Janeiro “Rei Davi” marcou 18 pontos de média, enquanto a Globo marcava 14 pontos e em Brasília foram 16 pontos para a Record e 13 para a concorrente, mostrando que a trama está conquistando seu público e chamando a atenção dos telespectadores.
A minissérie está sendo transmitida todas as terças e quintas-feiras a partir das 23h para o todo o país, mostrando as principais passagens bíblicas que relatam a história de Davi, desde quando ele era um jovem pastor de ovelhas até o momento em que ele envelhece e deixa o trono para seu sucessor.
Essa é a terceira adaptação de uma história da Bíblia que a Record produz, a primeira foi “A História de Ester” e a segunda “Sansão e Dalila”, todas contaram com uma superprodução e tiveram bons índices de audiência comparado aos outros programas exibidos no horário.
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Como escolher o que assistir


Apesar de ser um artigo antigo, o seu tema ainda continua relevante para os dias de hoje…
Com múltiplos canais acessíveis à simples pressão de um botão e vídeos e filmes disponíveis dia e noite, a mídia visual constitui-se num dilema para os cristãos.
Muito do que aparece na mídia parece estar fundamentalmente em desacordo com nossa fé. Violência, sexo, estilo de vida destrutivo e excessivo materialismo caracterizam muito do que é rotulado como divertimento. Muitos cristãos enfrentam o problema simplesmente eliminando a mídia visual de suas vidas: nada de televisão, nada de vídeos e nada de filmes. Esses são evitados como principal fonte de corrupção.
Contudo, parece pouco realista privarmo- nos inteiramente da mídia e de seu valor potencial. Sem sua compreensão e uso adequados, nossa mensagem pode tornar-se isolacionista e irrelevante. Também corremos o risco de ficar desligados da sociedade com a qual precisamos associar-nos. Naturalmente, uma aceitação irrestrita e acrítica do regime que a televisão, vídeos e filmes oferecem, é claramente contrária ao melhor interesse do cristão. Sobre que base, então, devemos escolher o que ver e o que evitar?
Mídia e valores
Para começar, precisamos compreender como a mídia visual opera. Muitas vezes julgamo-la segundo os mitos populares que circulam a seu respeito, sem realmente examinar-lhes a veracidade. Ironicamente, muitos deles são promovidos por ela mesma, porque servem a seus próprios interesses.
A preocupação primordial da mídia não é a estética e nem a moralidade. Alguns produtores de programas de televisão e filmes promovem uma agenda social ou moral. Por exemplo, a defesa da tolerância para com a homossexualidade e uma atitude mais aceitável em relação aos aidéticos. Mas de um modo geral, a mídia visual não se propõe conscientemente a apresentar um ponto de vista particular. O fato de ter uma atitude social e moral bastante uniforme se explica mais pelas pressões comerciais sob as quais opera, e não por uma conspiração de maus produtores.
Algumas vezes nós, como público, sentimo-nos como que à mercê desses produtores e das opiniões que nos impingem. Contudo, quando você conversa com eles descobre que freqüentemente eles sentem que estão ao capricho de um público volúvel, cujos gostos e desejos procuram constantemente compreender e satisfazer. A história da mídia está cheia de exemplos de filmes, programas de televisão e álbuns musicais que deveriam ter sido bem vendidos, mas fracassaram. Eles dispunham de talento popular e produção técnica de alta qualidade, mas por alguma razão misteriosa deixaram de entusiasmar o público. Como os programas usualmente apresentam alto custo de produção, os produtores estão freqüentemente à procura de uma fórmula mágica que lhes garanta um bom retorno do elevado investimento. Daí surge a tendência de filmes bem-sucedidos serem seguidos por séries e similares. Não obstante, os produtores ainda não detectaram o que torna um filme um sucesso e outro um fracasso.
Posto que a mídia não está preocupada em transmitir valores específicos, precisamos averiguar o que ela pretende. Filmes, vídeos e programas são um negócio mais do que qualquer outra coisa. E como negócio, o objetivo primário da mídia é fazer dinheiro. Visto que os filmes dão lucro principalmente via bilheteria, seu alvo é agradar a um público cada vez maior. Para a televisão, a fonte principal de renda é a publicidade. Conquanto as classificações sejam importantes para os produtores, as opiniões dos anunciantes pesam ainda mais. Podem ser dados muitos exemplos de programas populares que foram tirados do ar simplesmente porque os anunciantes não acharam ser eles agentes adequados de seus produtos. Geralmente, para o público, a principal função da televisão é entreter, mas para os produtores ela é um meio de vender a atenção popular para os anunciantes.
O que os anunciantes querem dos programas de televisão é um cenário apropriado para mostrar seus produtos. Tipicamente, esse cenário gira em torno da representação de pessoas brancas de classe média alta com estilo de vida eminentemente consumidor. Ver personagens populares cujo modo de viver seja um pouco mais dispendioso do que o nosso encoraja o consumismo, e portanto, é aquilo que os anunciantes mais gostam. O materialismo exagerado da televisão e, de certo modo, seu racismo (predominantemente branco) e sexismo (os homens aparecem três vezes mais do que as mulheres e usualmente em posições de influência), são em grande parte o resultado da necessidade de criar programas que financiem os anúncios.
Os filmes são um pouco diferentes, pois não dependem da receita de anúncios. Conseqüentemente, seu sistema de valores pode variar. Contudo, dois fatores tendem a manter o cinema em linha com os valores sociais aceitos: a necessidade de apelar para grandes seções de público e a colocação de produtos. Essa última é uma forma disfarçada de publicidade, mediante a qual uma empresa paga honorários em troca de uma cobertura significativa e positiva de seu produto. Se a marca estiver visível num filme, alguém provavelmente pagou para tê-la ali. Isto é particularmente verdade com respeito a produtos tais como companhias de aviação, cigarros e álcool. Com efeito, os filmes tendem a reforçar o consumismo egoísta e favorecer atitudes racistas e sexistas.
O que os cristãos notam com mais freqüência e ao que mais se opõem na televisão e nos filmes são coisas tais como sexo e violência. Mas assiduamente deixam de notar o materialismo crasso tão ligado a esses meios de entretenimento. A razão pela qual tal materialismo deixa de nos ofender é porque partilhamos dos mesmos valores! A mídia tem maior influência quando coincide com nossos valores, porque tende a reforçar o que já cremos sem que disso nos demos conta. Quando ela retrata algo que repudiamos, habitualmente lhe rejeitamos as idéias, minimizando seu impacto.
O que vemos
Tendo estabelecido o processo pelo qual a mídia gera valores, e até certo ponto o modo como isso nos passa despercebido, podemos agora voltar nossa atenção para a escolha do que vemos. Duas questões surgem de pronto: O que veremos? Como veremos? A seleção do que vemos deve ser complementada por uma atitude particular de assistência e processamento, se quisermos manter uma abordagem cristã saudável com relação à mídia. Creio que o “como” abre uma extensão de mídia à interação cristã positiva; sem isso há pouca mídia que possa ser recomendada ao cristão.
O “que” é ao mesmo tempo simples e impossível de responder. Freqüentemente as pessoas querem uma lista de filmes aceitáveis. Tal processo se parece muito com um “índice” invertido — a lista de livros proscritos pela Igreja Católica durante e depois da Reforma. No entanto, os filmes apropriados podem ser definidos qualitativamente, mas não quantitativamente. Em outras palavras, o que é aceitável para uma pessoa num dado contexto, pode ser impróprio em circunstâncias diferentes. Obviamente, personalidades distintas reagirão de modos diferentes a certos filmes e programas de televisão, como se dá com toda criação estética tal como música e pintura. Diferenças de gosto precisam ser reconhecidas como parte da diversidade humana criada por Deus. Assim, como escolher um filme ou programa de televisão?
Eu perguntaria: “Reflete ele o mundo ou parte dele? Faz-nos ele mais sensíveis ao sofrimento, à alegria, à dor e às maravilhas? Põe-nos ele em contato com as emoções de outra pessoa? Há mérito estético em sua composição e deleite em seus processos criativos, tais como uso da linguagem e a justaposição de imagens?” Cada uma dessas características expõe um filme ou programa televisivo a uma reação cristã positiva.
A primeira questão (Reflete ele o mundo?) pede-nos considerar de que modos a mídia nos propicia uma visão da condição humana. Eu enfatizaria, a esta altura, que a condição humana retratada não precisa ser positiva, toda doçura e luz. Mui freqüentemente os cristãos entendem que cenas do mal lhes são inapropriadas. Tem havido tendência à adoção de uma visão do mundo à moda Disney, tanto literal como metaforicamente. Creio que isso é fundamentalmente equivocado. Não há um falso romantismo na maneira como Deus retrata o mundo. A Bíblia está cheia de imagens do mal bastante gráficas e mesmo perturbadoras — e este é o ponto. Quando ela retrata o mal, no-lo mostra em pleno contexto, tendo por vezes uma vantagem inicial, mas sempre com o sofrimento em longo prazo. Os cristãos deveriam rejeitar as produções da mídia que ignoram a realidade do mal e suas conseqüências. Certos programas são excessivamente melosos; muitos outros sofrem do problema oposto ao tornar fascinante ou romântico o mal, mostrando a conduta como não tendo conseqüências negativas. Tipicamente, os heróis usam a violência para alcançar seus fins ou têm múltiplas relações sexuais sem a bagagem emotiva que acompanha tal comportamento.
Um programa que reflita o mundo, ou pelo menos parte dele, deveria pôrnos em contato com as experiências de pessoas reais. A compreensão da verdadeira natureza do mal ou do bem é valiosa para o cristão. Torna-nos ela mais sensíveis às necessidades das pessoas e à natureza do conflito espiritual em nos-so planeta. Um filme não precisa ser realista para conseguir isso. Algumas parábolas da Bíblia não são literais e ainda assim ensinam a verdade.
A última questão sobre estética é freqüentemente ignorada pelos cristãos. Temos a responsabilidade de desenvolver a apreciação estética, porque ela é uma dádiva de Deus e um reflexo de Seu próprio senso de beleza. É apropriado vermos e admirarmos um filme ou programa esteticamente bem feito, além do seu aspecto moral.
Como ver
Tratando agora da importante questão sobre como assistir televisão e filmes, permitam-me sugerir algumas coisas. Lembrem-se de que a mídia depende de valores comerciais. Estar consciente disso nos torna mais sensíveis à sua influência e age como uma barreira contra seus efeitos negativos. De fato, deveríamos sempre refletir sobre o sistema de valores subjacentes ao tema do filme. Freqüentemente a película terá valores superjacentes e valores subjacentes, os quais podem em realidade operar em direções opostas. Por exemplo, o recente filme Briget Jones’ Diary tem valores superjacentes que parecem apoiar atitudes sexuais frouxas; contudo, seus valores subjacentes têm de ver com a integridade e a identidade humanas. Visto sob a perspectiva correta, o filme pode sensibilizar-nos com relação a situações que o público secular enfrenta hoje. De um ângulo superficial, ele pode ser considerado simplesmente como um entretenimento ou mesmo uma experiência negativa.
A consciência dos valores de um produto da mídia pode ajudar-nos a reagir a ele de modo apropriado. Ajuda também a conhecer algo dos processos pelos quais um programa ou filme é produzido. Por exemplo, o conhecimento da técnica básica dos filmes pode ser uma maneira significativa de compreender como a mídia procura persuadir o público. Os ângulos da câmera, a iluminação, o trabalho de edição, a trilha sonora — todos esses fatores contribuem para moldar nossas reações aos personagens retratados. Quanto mais soubermos sobre os processos, tanto maior nossa capacidade de determinar nossa resposta á mídia.
Tenho feito palestras sobre mídia em nível universitário durante os últimos dez anos, e a resposta mais comum que tenho dos estudantes é que seu conhecimento da técnica de um filme lhes proporciona um desprezo saudável ao lixo que costumavam ver. Eles se tornaram muito mais discriminativos, tanto na escolha do que vêem como no modo como respondem ao que viram. Em outras palavras, o conhecimento do filme transfere o equilíbrio de forças da película para o espectador.
Há outros modos de educar o espectador. Por exemplo: a maioria dos filmes da TV é analisada pela imprensa. Naturalmente, essas revistas não são necessariamente feitas segundo a perspectiva cristã, e nem sempre os críticos são justos. Freqüentemente eles adotam uma atitude elitista para com o cinema popular. A despeito de tudo isso, as críticas oferecem perspectivas sobre o que a mídia está apresentando, e são uma fonte de esclarecimento ao espectador. Outra maneira de assistir os filmes de uma perspectiva cristã positiva é discuti- los com outros depois do espetáculo, analisando particularmente seu sistema de valores. Essa prática ajuda a aperfeiçoar a capacidade de compreensão do filme, colimando as perspectivas de outras pessoas que podem ampliar nossa própria opinião, chamando-nos a atenção a aspectos que antes nos escaparam à observação.
Conclusão
Permitam-me concluir comentando brevemente dois filmes populares relativamente recentes: Shrek e Pearl Harbor. Vocês podem discordar de minhas colocações, mas pelo menos teremos considerado os valores dessas películas.
Minha reação a Pearl Harbor foi bastante negativa. Foi bem dirigido, mostrava técnica excelente que retratava com clareza os horrores da guerra; mas senti que essas virtudes foram neutralizadas por defeitos sérios. O texto foi mal escrito, a história estava superlotada de clichês, o tratamento dos personagens foi superficial e seus temas ligeiros, principalmente influenciados pela necessidade de resolver um triângulo amoroso. Em muitos respeitos ele me lembrava o Titanic, outro filme cuja técnica deslumbrante ocultava faltas idênticas. O que prejudicou a ambos foi a ilusão que criaram de nos mostrar realmente algo histórico e real. Tecnicamente ambos tinham muitos aspectos de realidade — por exemplo, os navios e aviões pareciam autênticos. Contudo, ambos usaram esses meios para vender um sistema de valores sentimental e superficial.
Por sua vez, Shrek é um exemplo clássico de um filme irrealista que trata de questões reais. Suas imagens foram geradas por computador e toda a história é aquele surrado jogo de todo conto de carochinha. Mas ele trata de relacionamentos humanos de um modo que reflete as complexidades que enfrentamos na vida real. Os personagens têm valores em competição que exigem prioridades e escolhas. No fim, os protagonistas optam por relacionamentos baseados na confiança e no perdão, e não na aparência e vantagens pessoais. A linha final do filme, quando a princesa se torna uma criatura obesa e feiosa, semelhante a Shrek, enfatiza que um valor humano real não pode ser baseado em mera aparência. A despeito da linguagem ocasionalmente grosseira, de uma perspectiva cristã o filme se presta a uma resposta positiva.
Daniel Reynaud (Ph.D., University of Newcastle) é professor da Faculdade de Artes, no Avondale College, Cooranbong, Austrália. Ele é o autor de Media Values: Christian Perspectives on the Mass Media (Cooranbong: Avondale Academic Press, 1999), E-mail: daniel.reynaud@avondale.edu.au
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30 de jan. de 2012

Edir Macedo volta a participar ativamente das decisões da Rede Record


De acordo com o jornalista Flávio Ricco, da Folha de São Paulo, o bispo Edir Macedo está de volta ao Brasil para participar mais ativamente das decisões da Rede Record em relação à programação, investimentos e novos programas.
Os rumores da volta do líder da Igreja Universal do Reino de Deus já estavam sendo comentados pelos funcionários da Record que já sabiam que o retorno estaria ligado com a tomada de decisões em relação à emissora.
Agora Macedo fará um controle rigoroso sobre os novos investimentos que a Record fará tanto em programas de entretenimento, como jornalísticos, novelas e novas aquisições de eventos. O jornalista escreve que essa decisão partiu depois que a emissora investiu muito para se aproximar da liderança e não conseguiu.
Ultimamente a Record tem sido passada até pelo SBT, canal de Silvio Santos, que para a emissora de Edir Macedo já era um inimigo batido, mas que voltou a alcançar lugares na vice-liderança no Ibope.
Macedo assumiu a direção da TV Record em 1989 transformando-a no ano seguinte em Rede Record, mas a compra de fato só aconteceu em 1991 e desde então a emissora tem sido controlada por diretores ligados diretamente à IURD.
Desde 2007 a Record tem conquistado o posto de segunda maior emissora em relação à audiência da TV brasileira, ficando atrás apenas da Globo, principal concorrente do grupo, para tentar passar o canal da família Marinho, Macedo tem investido em reality shows e telenovelas, mas até o momento não conseguiu se tornar a TV número 1, apesar de conquistar altos índices no Ibope.
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5 de jan. de 2012

Valdemiro Santiago pode comprar horário nobre na Rede TV!



Valdemiro Santiago pode comprar horário nobre na Rede TV!
De acordo com o jornalista Lauro Jardim da revista Veja oapóstolo Valdemiro Santiago estaria negociando o horário nobre da Rede TV! para começar a transmitir as programações de sua denominação, a Igreja Mundial do Poder de Deus.
Santiago já é cliente da emissora paulista com programas que vão ao ar todos os dias a partir das 12h, mas como a emissora passa por problemas financeiros (chegando a atrasar por mais de dois meses os salários dos funcionários) o jeito seria oferecer o horário entre as 20h30e 21h30 para o religioso.
O fundador da IMPD não mede esforços para comprar horários na TV, além de ser cliente da Rede TV!, Valdemiro Santiago comprou as madrugadas da Band, arrendou o Canal 21 e estava negociando com o SBT, mas o acordo não foi fechado.
Antes de oferecer o horário para o líder da Igreja Mundial a emissora estava negociando com o missionário R.R. Soares que estava prestes a ter seu contrato com a Band cancelado, mas como  houve renovação, a Rede TV! estaria rondando o pastor da igreja que mais cresce na região sudeste para conseguir aumentar o caixa.
Enquanto Lauro Jardim comenta as negociações o jornalista Ricardo Feltrin da Folha de São Paulo diz que a compra já foi firmada e que o pastor pagaria R$6 milhões por mês pela faixa nobre da emissora que é a quinta colocada no Ibope. Mas a Rede TV! Já divulgou uma nota negando a venda do horário. Leia:
“A RedeTV! informa que é improcedente a notícia veiculada em sua coluna de que a emissora teria vendido o seu horário nobre para a Igreja Mundial. A RedeTV! afirma, portanto, que não fez nenhum acordo ou venda, neste sentido, com o pastor Valdemiro Santiago e que sua programação, no horário nobre, de segunda a sexta, não sofrerá qualquer alteração.”
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