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2 de fev. de 2012

“Sou da paz. Sou de Jesus”, diz Vitor Belfort




Em entrevista para a revista Quem, o lutador Vitor Belfort disse que ele é da paz porque é de Jesus. O evangélico comentava que muitas pessoas acham que ele é um homem perigoso por ser lutador de MMA, mas ao contrário disso ele se declara uma pessoa calma.
“Acham que sou um homem perigoso. Não sou. Sou da paz. Sou de Jesus, pô”, comentou. Belfort já falou outras vezes que só luta por esporte, que não arrumava confusão na rua e que tem a luta apenas como profissão.
Tanto o lutador como sua esposa, Joana Prado, se arrependem das fotos sensuais que tiraram antes do casal se tornar evangélico. Nessa entrevista o lutador reafirma que se arrepende das fotos que tirou ao lado de Joana. “É lógico. Arrependo-me de várias coisas, por causa dos meus valores de hoje. A pessoa que não se arrepende não tem limites”, afirmou.
O casal iniciou o romance durante o reality show “A Casa dos Artistas” do SBT e apenas anos mais tarde é que eles aceitaram a Jesus e passaram a viver como um casal cristão. Em todas as entrevistas eles deixam claro o compromisso com Deus e não aceitam mais propostas de revistas masculinas.
Belfort é um dos lutadores de MMA cristãos que fazem questão de agradecer a Deus por cada luta e também por cada vitória. Atualmente ele se prepara para ser um dos técnicos da edição brasileira de TUF (The Ultimate Fighter) um reality show apenas com atletas brasileiros que será produzido no Brasil.
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30 de jan. de 2012

Igreja evangélica promove campeonato de MMA dentro do templo



A Igreja Apostólica Vida Nova da Mooca, São Paulo, realizou no dia 25 de janeiro o Primeiro MMA Power Fight, uma competição de lutas que aconteceu no templo da igreja que recebeu um octógono e centenas de pessoas que presenciaram 12 lutas que tinham como objetivo “lutar por vidas”.
Foram 10 competições de MMA, uma de Submission e outra de Jiu Jitsu que tiveram como trilha sonora canções de grupos evangélicos como Oficina G3 e Pregador Luo. No octógono além das lutas físicas também aconteceu uma luta espiritual, quando o pastor Roberto, líder da Rede de Jovens, subiu para pregar sobre o evangelho e conquistar vidas para Jesus.
No final da pregação o pastor realizou uma oração e alguns dos presentes levantaram suas mãos para aceitar a Cristo como Senhor e Salvador de suas vidas. Quem estava na igreja da Mooca e comentou sobre o evento foi o apóstolo Willy Garcia, fundador do ministério. “Muitas pessoas criticam o MMA por ser um esporte violento, mas hoje ele é o esporte do momento e para nós, da igreja, é uma boa oportunidade de fazer evangelismo. Temos pessoas aqui hoje que jamais entrariam em uma igreja”, disse.
O apóstolo citou o lutador de MMA Vitor Belfort que é evangélico, seu testemunho foi transmitido para os presentes durante os intervalos das lutas. “Existem atletas, como Vitor Belfort, que apesar do esporte e do estilo de vida, amam a Jesus (…) Nosso objetivo é ser uma igreja contemporânea e relevante, levando a Palavra de Deus a todos os segmentos da sociedade. O principal objetivo aqui é a luta contra a perdição e a favor da salvação”, completo Garcia.
A relação MMA e Jesus tem levantado muitas polêmicas, enquanto o líder da Vida Nova acredita que é possível que esse esporte e o evangelho convivam sem problemas, outros pastores criticam a luta livre dizendo que é muito violenta e que não agrada a Deus. Até mesmo um jornalista do Lance!questionou o agradecimento que os atletas evangélicos fazem no final das lutas, quando conseguem derrubar seus adversários.
“O sujeito quebra o maxilar do rival, arrasa seu rosto, abre a testa, tira sangue da orelha, faz o adversário dormir e sai comemorando e agradecendo Jesus, dizendo que o mérito foi dele. Por ter apagado o outro? Teve o dedo de Cristo aí?”, escreveu João Carlos Assumpção em sua coluna do jornal Lance!.
Com informações Guia-me
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16 de jan. de 2012

UFC RIO 142 – Lutadores brasileiros agradecem a Deus após vitórias



UFC RIO 142 – Lutadores brasileiros agradecem a Deus após vitórias
Ultimate Fight Championship, UFC,  tem crescido em popularidade no mundo inteiro e conta com vários lutadores evangélicos. O norte-americano Joe Jones, 24, é especialista em MMA (Mixed Martial Arts) e foi o um dos campeões mais jovem da história do UFC. Cristão fiel, ele tem o versículo Filipenses 4:13 tatuado no peito. Em seu Twitter, ele costumeiramente posta versículos bíblicos. Em sua última vitória, no UFC 140, ele atribuiu sua vitória à vontade Deus.
Wanderlei Silva, também lutador de MMA, disse em entrevista ao site Sportv.com que sempre ora e pede a Deus para abençoá-lo antes das lutas. Wanderlei tem uma tatuagem no ombro com a frase “Deus é Fiel”.
Assim como Jon Jones e Wanderlei Silva, todos os lutadores evangélicos do UFC costumam agradecer a Deus pelas suas vitórias. Nas lutas do UFC 142, realizadas no Rio de Janeiro no último final de semana, vários brasileiros foram para o octógono.  Embora a TV Globo, que fez a transmissão em rede aberta, não tenha mostrado na íntegra, vários lutadores mencionaram sua fé como elemento importante nas vitórias.
Erick Silva entrou para lutar com o nome de Jesus bastante visível em seu calção. Ao terminar sua luta, agradeceu “Obrigada Senhor, Obrigado Senhor”. Mas os juízes acabaram tirando sua vitória por alegados “golpes ilegais”. Ele nega que tenha atingido a nuca do adversário, mesmo assim não foi para casa com a vitória.
Outro lutador de fé a subir no octógono domingo foi Edson Barbosa Junior. Depois de derrotar seu adversário inglês com um chute rodado no alto, apontou para seus músculos e disse que não por causa deles, mais que fora Deus quem tinha lhe dado à vitória. Ao final do combate, Edson ajoelhou no octógono e gritou: “Eu não fiz nada, quem fez foi Deus”.
Ainda nessa edição do UFC Yuri Marajó Alcântara vence o japonês Michihiro Omigawa  por decisão unânime dos jurados. Durante a entrevista ele disse: “Tenho a agradecer a Deus, à galera do Pará”.
Mas possivelmente a grande expectativa da noite estava sobre Victor Belfort, que não lutava no Brasil havia mais de 10 anos. Membro de uma igreja batista, Belfort usa costumeiramente um calção com o nome de Jesus em suas lutas. Em uma entrevista recente, ele explicou como equaciona sua fé e a luta, que para muitos é violência gratuita: “Não é bater, é uma competição” e acrescentou que se converteu em 2004 depois de sofrer a perda de sua irmã, que até hoje não se sabe o paradeiro. “Foi a dor e a angústia de perder minha irmã que me levou a Cristo”.
Mesmo com uma carreira de altos e baixos, Vitor é muito popular no Brasil e no final de sua luta no Rio, mais uma vez sentiu o apoio da torcida. Ao dar entrevistas no final, mais uma vez disse em português e inglês: “Agradeço ao Deus Todo-poderoso, o Rei dos Reis, a quem sirvo”.
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